sexta-feira, 22 de junho de 2012

REFUTANDO À RIO+20 - Jô Soares - Parte 4- Video: 29:36

Publicado em 21/06/2012 por
 
Não sei se por um descuido ou para subir no muro, uma vez que a casa está caindo para a farsa do aquecimento global, contudo o fato é que a Globo recebeu no "Programa do Jô" o climatologista Ricardo Felício. 

Numa entrevista arrebatadora e polêmica,
 o cientista anulou qualquer chance 
do humorista fazer seus corriqueiros questionamentos capciosos, 
deixando o apresentador extremamente à vontade
 e receptivo às suas ideias.
Fonte:
Publicado em 21/06/2012 por
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quarta-feira, 20 de junho de 2012

BAMBU - COMO PLANTAR

Bambu

A diversidade de funções garante a comercialização da planta, uma das mais antigas e mais difundidas em todo o planeta

por João Mathias |
 Consultor Moisés Medeiros Pinto* 
 
Shutterstock 
 
Dizer que o bambu tem 1.001 utilidades não é apenas força de expressão. Gramínea que serviu de alimento para animais por milhões de anos, hoje a planta é empregada como biomassa para a produção de energia, material de engenharia civil e arquitetura, matéria-prima para móveis, objetos de decoração e papel, entre outras finalidades. 

Além do grande potencial para substituir a madeira, o bambu ainda tem muitos predicados mesmo sem removê-lo da natureza. Ele fornece sombra, oferece proteção contra vento e chuva, produz som agradável e tem efeito paisagístico. 

Matéria-prima com tantos benefícios, a planta tem em seu cultivo um excelente negócio para o produtor obter bons rendimentos.

Existem de 1,2 mil a 1,5 mil espécies nativas de bambu, que é cultivado em praticamente todo o mundo. No Brasil, onde brota a maior diversidade de bambus das Américas, existem centenas de espécies nativas. Contudo, são pouco conhecidas e aproveitadas pelos brasileiros, que são mais familiarizados com as variedades exóticas.

 Bambu-caipira (Bambusa tuldoides),
bambu-gigante-verde (B. vulgaris) e  
bambu-brasil, ou bambu-gigante-verde-e-amarelo (B. vulgaris var. vittata), foram trazidos para cá pelos portugueses. Da Ásia, sobretudo China e Índia, vieram também o
 bambu-gigante (Dendrocalamus giganteus e asper) e a cana-da-índia, ou bambu-mirim (Phillostachys aurea).

Ernesto de Souza
 
Cultivo de minibambu na estufa da empresa Terra Viva, em Holambra (SP)
Outras espécies de bambu de clima temperado, como o mossô (P. edulis, ou pubescens) e o hachiku (P. nigra henonis), além de mudas dos gêneros Sasa, Pleioblastus e Pseudosasa, chegaram a terras brasileiras pelas mãos de imigrantes japoneses nas primeiras décadas do século XX

 Nos anos 50 e 60, novas espécies desembarcaram no país e formaram o banco de germoplasma de bambu do centro de pesquisa do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), no estado de São Paulo.

O bambu é uma grama arborescente que atinge, em média, de oito a 15 metros de altura. Mas há espécies ornamentais herbáceas que não ultrapassam 15 centímetros de altura e variedades de outras espécies que chegam a 40 metros em dois anos. Dotado de fibra natural de alta resistência, apresenta crescimento somente na vertical.

*Moisés Medeiros Pinto é pesquisador autônomo em bambus em Sorocaba (SP) e realiza pesquisas em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e a Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento da Apta/SAA de Tatuí (SP), mosespi@hotmail.com
RAIO X
SOLO: qualquer tipo, exceto os encharcados
CLIMA: tropical a temperado e subtropical
ÁREA MÍNIMA: um hectare é suficiente para obtenção de brotos, colmos e mudas para a venda
PRODUÇÃO: entre o terceiro e o quinto ano de plantio, já podem ser colhidos colmos
CUSTO: o preço da muda varia entre R$ 10 e R$ 15

MÃOS À OBRA
INÍCIO: Entre as variadas espécies encontradas no país, é necessário identificar aquela que mais se adapta às condições climáticas da região onde será plantada. Para assegurar a escolha certa, solicite orientação de um especialista no assunto ou de um profissional de agronomia na secretaria de Agricultura do município.

PROPAGAÇÃO: O método mais indicado para obter mudas é o vegetativo. Para as espécies alastrantes, como mossô e hachiku, que não formam touceiras, o ideal é utilizar os rizomas e suas raízes ainda com terra junto com parte do colmo com gemas vegetativas ou ramas laterais. O mesmo processo vale para os bambus entouceirantes – formados por touceiras fechadas e compactas, devido ao tipo de rizoma, que é curto. Nesse caso, podem também ser aproveitadas as partes dos colmos com gemas de brotamento íntegras ou ramas laterais, ou ainda somente ramas laterais com gemas de brotamento. Considerada mais eficiente, a técnica de propagação in vitro está em fase de pesquisa no país.

AMBIENTE: Pode ser cultivado em todos os lugares. As espécies tropicais são adequadas para cultivo em áreas desde o nível do mar até altitudes medianas, enquanto as de clima temperado vão bem até em áreas mais elevadas. No entanto, encontram-se aqui bambus exóticos de clima frio e tropicais convivendo lado a lado em regiões de planaltos.

PLANTIO: Exceto os solos encharcados, o bambu aceita todo tipo de terra para se desenvolver, mas apresenta melhor resultado em terrenos arenosos e drenados de encostas. É necessária adubação adequada em solos pobres.

ESPAÇAMENTO: Para bambus de grande porte e entouceirantes dos gêneros Bambusa, Guadua e Dendrocalamus, é indicado manter de sete a oito metros de espaçamento entre covas e linhas. A distância impede que haja competição pela luz solar e permite a circulação durante o corte e manejo dos colmos entre as touceiras que surgirão. No caso dos entouceirantes de menor porte, o plantio deve ser feito em alinhamento contínuo em uma vala rasa. Para bambus alastrantes, é determinada uma área onde as mudas serão distribuídas. As medidas das covas são de 50 x 50 x 50 centímetros. 

PRODUÇÃO: Entre o terceiro e o quinto ano de idade, o colmo de bambu deve ser colhido e armazenado em local coberto e livre de umidade. A colheita deve ser feita de preferência nos meses mais secos, entre maio e agosto. Corte os colmos a 20 centímetros acima do solo, logo acima do primeiro nó, utilizando serra elétrica, serra manual de poda, machado ou facão.

 A Sabedoria  do bambu chinês...
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBBX_0bYp5ZCj0REy_4KmUTScM1W2ht-QUpLy8z0-2pc4a7xG-HZlzWzR__UbjKQMhiGbQvMtkO1YIsnm8rHDFsEY-m31WvZIx1zWMRDm0aclnXvG_7JPW1wqzoDyz6VNrbBv4HCu00eub/s400/bambu.jpg
 
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto o lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante 5 anos todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e Horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º. Ano o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.

Um escritor de nome Covey escreveu: muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês.

Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o Seu 5º Ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava.

O bambu chinês nos ensina 
que não devemos facilmente desistir 
de nossos projetos, de nossos sonhos, de nosso trabalho,
 especialmente de um projeto fabuloso que envolve mudanças... 
de comportamento, de pensamento, 
de cultura e de sensibilização.

Devemos sempre lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.

Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida: a persistência e paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos!!!

É preciso muita fibra para chegar às alturas 
e ao mesmo tempo muita flexibilidade 
para se curvar ao chão.
Leia Mais
 Onde comprar: mudas podem ser adquiridas no Sítio da Mata, em Tietê (SP), tel. (11) 5524-4932, www.sitiodamata.com.br, contato@sitiodamata.com.br; Ebiobambu, Itatiaia (RJ), tel. (21) 2266-2197, www.ebiobambu.com.br, secretaria@ebiobambu.com.br; Guadua Bambu, Porto Alegre (RS), tel. (51) 3332-6906, www.guadua.com.br, guadua@guadua.com.br

Mais informações:
Antonio Fernando Caetano Tombolato, pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, NPD Jardim Botânico, Caixa Postal 28, CEP 13020-902, Campinas (SP), tombolato@iac.sp.gov.br; Boletim técnico estudo da viabilidade técnica para o cultivo de bambu-gigante em Planaltina (DF), Eraldo Bonini de Souza, trabalho de conclusão do curso de agronomia da Upis – Faculdades Integradas, tel. (61) 3488-9909; e Bambu de corpo e alma, Editora Canal6, Antonio Ludovico Beraldo, professor da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Universidade de Campinas (Unicamp), e Marco Antonio dos Reis Pereira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus de Bauru, http://canal6.com.br/wp/?p=342    

 Fonte:Globo Rural
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI246988-18293,00-BAMBU.html
 

RENOVAÇÃO DOS CAFEZAIS DO CAFÉ CAPIXABA


Foco no conilon 

renovação dos cafezais e produtores inspirados estão mudando a cara – e o gosto – do café capixaba

por 
 Hanny Guimarães |
 Fotos Roberto Seba, 
do Espírito Santo
 
Editora Globo
 
Conilon especial na xícara |
 Corpo elevado; acidez; características de cacau,
frutas vermelhas e amarelas
Na Specialty Coffee Association of America (SCAA), uma das principais feiras de café do mundo, a espécie arábica sempre reinou soberana. Neste ano, no entanto, um robusta tímido brilhou no estande montado por uma delegação do Espírito Santo em Portland, nos Estados Unidos. Após degustações com participantes do evento, o conilon da cidade de Santa Teresa ganhou corpo e destaque e foi escolhido, entre outras 20 amostras, para compor um blend de café especial, o primeiro na história do grão capixaba.

O produto do cafeicultor Luís Carlos da Silva Gomes foi arrematado por quem entende de cafés de qualidade. O empresário Henrique Cambraia, dono da torrefadora mineira Santo Antonio Estate Coffee, faz parte da Associação Brasileira de Cafés Especiais (Brazil Specialty Coffee Association, ou BSCA) e comprou 20 sacas de conilon cereja descascado para misturar com o arábica de sua produção.

O blend,
lançado neste mês de junho,
 indica o início de um novo status para a planta, 
antes discriminada. 
                  
Editora Globo
 
Os produtores estão investindo na construção de estufas para a secagem dos grãos
O reconhecimento reflete o momento da cafeicultura no Espírito Santo. O conilon completa 100 anos de existência no Estado em 2012, mas apenas 40 anos de cultivo comercial. Em 1965, devido à elevada produção mundial, originando uma oferta que superava a demanda, 53% do parque cafeeiro foi erradicado. Na década de 1970, o grão voltou e a meta era aumentar a produção.
O pobre conilon 
era tido até como veneno na época. 
Desestimulados, os produtores não tinham para quem vender. A virada veio com a instalação de uma fábrica de café solúvel, a Realcafé, quando seus representantes disseram: “Podem produzir que nós compramos”. O grão estava no jogo novamente.

Editora Globo
 
EVOLUÇÃO
Neste ano, a safra deve chegar a 9,3 milhões de sacas, o que representa 76% do conilon colhido no país.

 “Se continuarmos nesse ritmo, 
vamos chegar a 18 milhões de sacas em sete anos”, 
afirma o secretário de Agricultura, EnioBergoli. O produto é exportado para 26 países, entre eles EUA, México, Alemanha, Bélgica, Holanda e Argentina. A saca está sendo comercializada a R$ 240 e somente o conilon é responsável por 30% da renda rural capixaba.

“Nosso café evoluiu”, comemora o pesquisador Romário Gava Ferrão, coordenador estadual do Programa de Cafeicultura. De 1993 até agora, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) já desenvolveu seis variedades e no próximo ano deve lançar mais três. As plantas, mais resistentes à seca e produtivas, ajudaram a impulsionar o cultivo e neste novo passo resultam em frutos que proporcionam uma bebida melhor. “A busca é por materiais com maior quantidade de açúcares e menor teor de amargor”, explica.

Editora Globo
 
Os cafés cereja passam pelo descascamento na propriedade de Luis Carlos Gomes, em Santa Teresa
O crescimento inspira produtores a iniciar a segunda fase do conilon. O foco agora é aumentar a produtividade, mas de olho na qualidade. Estimulados pelos pesquisadores, alguns deles estão melhorando o manejo das plantas, renovando o cafezal e, em consequência, alcançando até 100 sacas por hectare, enquanto a média do Estado é de 30 sacas por hectare. Cerca de 50% das lavouras já foram renovadas e o ritmo de substituições é entre 7% e 8% ao ano.

Na propriedade de Luís Carlos, as pesquisas estão sendo colocadas em prática e estão rendendo mais que a escolha do grão para compor o blend inédito de café especial com conilon. Há três anos, ele animou mais dois amigos cafeicultores, Sérgio Soares da Silva e Marcelo Cortelette, a investir na produção de qualidade. No início, foram chamados de malucos. “Os colegas da região diziam: ‘Não vale a pena fazer melhor, porque o mercado não está pagando’. E nós retrucávamos: ‘Não, paga sim’.” A valorização veio.

 A saca do conilon cereja descascado – o descascamento ainda é um processo adotado por poucos, mas que está ganhando espaço, visto que agrega valor ao produto final – vale, em média, 20% mais que a do grão comum.


Editora Globo

A renovação dos cafezais movimenta a unidade de mudas da Cooabriel, em São Gabriel da Palha
Luís herdou o gosto pelo café – e a lavoura – do sogro, Laurindo Bridi, que já não cuida do trabalho na fazenda, mas admira o caminho que o genro está trilhando. O cuidado com a produção destaca o café cultivado na propriedade, que no total soma 223 hectares. “A gente percebeu que o mercado estava buscando qualidade. O consumo está aumentando”, conta, já planejando uma denominação de origem para o café produzido na região. “Nossa ideia é tornar o grão conhecido como sendo dos Vales da Serra de Santa Teresa”.


MICROLOTE
Cheio de planos, ele deseja criar um microlote de conilon e quer vender a preço de arábica gourmet, cerca de R$ 600. “Quando a gente pensa, tem de ser grande”, brinca. No próximo ano, vai iniciar a colheita seletiva em busca de grãos com peneira acima de 15, quando o mais comum na produção de conilon é peneira 13.

O novo foco une toda a cadeia do fruto no Estado. As cooperativas também estão empenhadas em remunerar melhor, porque sabem do investimento do produtor. “Precisamos diferenciar nosso conilon, agregar valor. Esse movimento está apenas começando, e nós temos a vantagem de sair na frente”, diz Daniel Piazzini, da Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi). A associação reúne os cafés dos produtores da região e comercializa em mercados que estão buscando o diferencial. “Fechamos um negócio de 2.560 sacas para a Rússia em maio. O elo está se fortalecendo cada vez mais”, comemora.

                  
Editora Globo
Diferença notável: à esquerda, um conilon especial; à direita, o conilon comum
O produto exportado para a Rússia passou pelo laboratório de provas CoffeeQualityInstitute (CQI), entidade americana que instalou o espaço, em parceria com a empresa Conilon Brasil, na capital, Vitória. Criado há apenas três anos, o lugar, onde também são realizados cursos para os profissionais da área, é o primeiro da América Latina especializado na classificação de cafés conilon, tamanha a dimensão que o grão está tomando no mercado. Técnicos do laboratório participaram de diversos treinamentos e desenvolveram um padrão de bebida mundial para cafés robusta. O modelo, além do Brasil, tem sido utilizado por países consumidores como EUA, Japão, Coreia do Sul, países europeus e ainda pelos produtores Índia, Uganda e Indonésia. “É uma ferramenta tanto para o comerciante quanto para o produtor”, diz o gerente de marketing da Conilon Brasil, Arthur Fiorott.

O padrão não só avalia a bebida, com degustação das amostras enviadas pelos produtores, por meio das prefeituras, mas também as boas práticas agrícolas realizadas pelo cafeicultor. Pelo projeto Conilon Especial, são analisadas todas as etapas da produção. O objetivo é melhorar a qualidade e também a responsabilidade ambiental e social da cadeia produtiva. Os ganhos são muitos para quem produz e para quem consome. “Quando você faz um processo bem-feito, o conilon tem muito mais nuances de sabor e aroma, e o cliente certamente paga mais por isso”, afirma o diretor Adelino Thomazini.
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Brasil festeja o Dia Nacional do Café

A data simboliza o início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por toda a cadeia produtiva

por Globo Rural On-line 
 Shutterstock 
 
Os brasileiros são tão apaixonados por café que esta bebida tem, desde 2005, uma data especial para ser comemorada: 24 de Maio, o Dia Nacional do Café, estabelecida pela Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic).

A data simboliza o início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por toda a cadeia produtiva e pela pesquisa.

Maior produtor e exportador de café do mundo, o Brasil é também o segundo maior mercado consumidor, só superado pelos Estados Unidos. Dados da Organização Internacional do Café (OIC), mostram que na safra de 2011 o Brasil respondeu por 32% das exportações de café em grão no mundo. No mesmo ano, o consumo per capita foi o maior já registrado no Brasil: 4,88 quilos de café torrado, quase 82 litros para cada brasileiro.

Hoje, o café é considerado benéfico à saúde, segundo a Abic. Estudos mostram que a bebida pode atuar na prevenção do câncer de cólon e reto, doença de Parkinson e de Alzheimer, apatia e depressão, obesidade infantil, entre outras doenças. Uma das mais recentes pesquisas diz que o consumo de três xícaras de café, normal ou descafeinado, por dia, reduz em 10% o risco de adultos entre os 50 e os 71 anos de idade adquirir doenças cardio-vasculares e respiratórias, de AVC, de ferimentos, de diabetes ou de infecções.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxqq6sWrGQ5kpMlT06PHpzY1tm3uUsBBeAglB8djDybfiGaHBUwWKlk7_37Qikael5JQwlwsC6B7dheStSqZxZRM9oBIzyoYGRigIiuvmdTeCeRM3nCVx_is8Y3Z37r_FNFJPpFNFt5CMH/s1600/@raminhoPicasso..bmp
Pablo Picasso

Li
 Fonte:
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI308132-18283,00-FOCO+NO+CONILON.html