domingo, 3 de fevereiro de 2013

CORUJA - UM PAPINANTE CURIOSO E MANSO




CORUJA

Um rapinante curioso e manso.

De temperamento tímido, 
quietas e discretas, as corujas ficam mansas no cativeiro,
 principalmente se criadas desde filhotes. 

Pousam na mão do dono
 e aceitam alimentos dados por ele.

 



















As corujas, mochos e caborés estão colocados na ordem dos Strigiformes, rapinantes noturnos que chamam a atenção por causa da cabeça grande, aparentemente maior por causa da plumagem, grandes olhos fixos, posicionados para diante, à maneira do ser humano (ao contrário dos outros pássaros que têm os olhos dos lados da cabeça), ouvidos desenvolvidos que são mais aguçados que os das outras aves e plumagem macia, de penas fofas e soltas.

A cor da plumagem vai desde o branco amarelado até o preto, passando pelo cinza e pelo marrom. Estas cores têm a sua utilidade: ajudam no mimetismo, quando, de dia, a coruja se confunde com os troncos das árvores e dorme sossegada, invisível para os outros pássaros que a atacariam imediatamente se a vissem, pois a coruja ataca também a eles e aos seus filhotes.

As Strigiformes estão divididas em duas famílias e 126 espécies. Destas, 18 existem no Brasil. Estão espalhadas pelo mundo todo: há a coruja das neves, branca, que vive no Pólo Norte, e a coruja das Filipinas, que é pescadora.

 Entre nós, são mais populares a suindara ou coruja igrejeira, que gosta de nidificar nas torres de igreja ou em casas abandonadas; o caboré do campo ou coruja buraqueira, que aproveita os buracos de cupim para morar e nidificar; a coruja do mato, orelhuda, e o caboré.

No norte, a coruja é considerada, mais do que no sul, uma ave de mau agouro. Mas muita gente pensa diferentemente. Fernando Capocchi Novaes, um advogado de Santos, SP, diz, por exemplo: "Se são chamadas de agourentas, é porque eram consideradas os pássaros das bruxas. Mas os gregos consideravam a coruja como a ave da sabedoria. Isso de azar é pura crendice popular". Fernando tem uma suindara há 7 anos, um casal de caborés há 4 anos e um mochinho há 3 meses.

A divisão diurna da coruja é igual a dos outros pássaros: ao contrário do que se pensa, ela não é cega durante o dia. Ela tem um campo de visão maior que o das outras aves. Sua pupila se dilata para aproveitar ao máximo a luz, pois ela não enxerga melhor à noite.

Depois do entardecer a coruja sai à caça. Tudo o que se move e faz barulho chama sua atenção. Ataca outros pássaros, gafanhotos, grilos, ratos, camundongos, vive da caça. Na natureza é útil e necessária para o equilíbrio da ecologia: caça animais que são pragas nas plantações. Se colocada num silo de trigo, uma coruja sozinha acabará com todos os ratos que se aproximarem.

Seus inimigos mortais são os gaviões, as cobras, os gatos do mato. Mas apesar do seu ar parado, a coruja é muito esperta para escapar deles. E, além de esperta, atenta: ela tem uma particularidade interessante, é capaz de virar a cabeça num ângulo de 180º e de esticar o pescoço para cima. Sua cabeça não se move, mesmo que movamos o seu corpo, quando ela está prestando atenção a alguma coisa.

CORUJA: HÁBITOS E CUIDADOS

Vida média: espécies grandes, de 15 até 20 anos. As pequenas vivem menos, mas é difícil precisar quanto.
 
Porte:
a maior coruja brasileira, o mocho orelhudo, tem 51 cm de altura; a menor, o caboré, tem 17 cm.
 
Higiene:
as corujas não costumam tomar banho, pois se molhadas não podem voar, devido à densidade de suas penas. Mas às vezes gostam de ficar na chuva.

Alimentação: Para aves adultas: pedaços de carne, insetos, como o gafanhoto, larvas de Tenébrio, pássaros e pequenos animais mortos. As corujas não estão acostumadas com animais mortos e podem demorar a se acostumar com esta alimentação. Os filhotes bem novinhos podem ser alimentados com carne moída e um ovo cozido. As corujas tem a particularidade de engolir o alimento todo de uma vez, aproveitar a carne e regurgitar penas e ossos, em forma de rolinhos.
 
Hábitos: vive à noite, dorme durante o dia, com exceção de algumas espécies que vivem também de dia. Deve ser alimentada à noite.

 
Acomodações:
viveiro grande, um mínimo de 2x3 m individual ou para casal, com uma caixa de madeira com um buraco, onde a coruja possa acomodar-se e nidificar. No chão da caixa, areia e serragem. Poleiro num canto mais sombreado, onde ele possa ficar durante o dia. A coruja não pode conviver com outros pássaros, pois os atacaria, o mesmo acontecendo com corujas de outras espécies: a maior mataria e comeria a menor. Se for um casal, podem ficar juntos. O viveiro também deve ficar longe dos viveiros dos outros pássaros, de modo que estes não vejam nem ouçam a coruja.

 
Acasalamento e reprodução: na natureza o macho se aproxima da fêmea, com uma presa nas garras. Se ela aceitar o presente, dá-se o acasalamento. A fêmea põe de três a cinco ovos por postura. Tempo de incubação: de 32 a 34 dias. Os filhotes têm uma variação grande para começar a voar, conforme a espécie: de 64 a 86 dias. Em cativeiro a reprodução é difícil.

 
Observação: a panha e comercialização deste animal é proibida pela lei de proteção à fauna silvestre, Lei nº 5.149. Obtenha maiores informações a esse respeito junto ao IBDF de sua região. Em São Paulo, o telefone é (011) 64-4180.

 
Saúde: a coruja não transmite doenças.



Matéria baseada em entrevistas
 com Carlos Keller Filho, com o ornitólogo Rolf Grantsau,
 da SOB, com o proprietário de corujas 
Dr. Fernando Capocchi Novaes e no livro 
"Da Ema ao beija-flor" de Eurico Santos.
Foto: Luiz H. Mendes.
Prop.: Dr. Fernando Capocchi Novaes, SP.

http://1.bp.blogspot.com/-7vFHbcMqezY/T7kmDXHgnEI/AAAAAAAABao/jJJBqcyxx-0/s1600/@raminhoPicasso..bmp
Pablo Picasso
Li-Sol-30
 Fonte:
http://www.petbrazil.com.br/bicho/aves/coruja.htm

em@il: PETBRAZIL
 

Klaus Huber ~ Alveare Vernat (1965)



Enviado por em 14/03/2011
First version for flute solo and 12 strings

Jean-Luc Menet 
with the Ensemble Alternance 
conducted by Arturo Tamayo

Jean-Luc Menet 
Essencialmente volúveis works.Thus novos, ele estreia ou registros de obras de compositores tão variados como Klaus Huber, Hersant Philippe, Elliott Carter, Marcos André, Alessandro Solbiati, Bruno Mantovani, Philippe Schoeller, Mauro Lanza ... 

  Em Orléans, lado-a-lado com John Cage, ele elaborou a encenação de «Danças» Dezesseis ou com Ornette Coleman «A estátua, símbolo da liberdade», enquanto ele estava propondo Varèse e Donatoni como o tecido musical para uma coreografia para Bienal de Venise ou realizar em Varsóvia, com a Filarmônica de Polish Radio Orchestra, promovendo a música clássica francesa no Japão com Quarteto Arditti, a harpista Naoko Yoshino eo clarinetista Eduard Brunner ou música contemporânea: Hersant no Dublin National Concert Hall ou no Salão Kolarac em Beograd, Boulez, no Konzerthaus de Berlim, a Schoeller no Tchaikowsky Moscow Conservatory, Pesson e André no New-York Museu Guggenheim. Ele é associado com Rachid Safir e seu coro para estrear o « Misere Ominibus »por Klaus Huber no festival Luzern e realizar novamente na Ópera de Paris e da Bastilha, a Casa di Musica no Porto depois no Schauspielhaus em München. 

- Ele colabora com o Instituto de Paris de RESARCH IRCAM para preparar a flauta Platz R.HP do concerto estreou com a Orquestra Sinfónica de Aachen Orchestra e realizado novamente com a Orquestra Philhamonic Belgrado.  
- Ele juntou as vozes Solistes XXI liderados por Rachid Safir para um tributo concerto de Iannis Xenakis da Ópera da Bastilha, em Paris, e para a Orquestra da Staatskapelle de Mecklemburg-Schwerin liderada por Matthias Foremny para o concerto de flauta de Kaija Saariaho.


 Li-Sol-30
Fontes:
Enviado por em 14/03/2011
 Licença padrão do YouTube