Exposição no Museu do Café retrata a História de Santos
Mostra expõe fotos e documentos
do período em que a cidade foi a capital mundial do comércio de café
28.06.12
Para
quem tem curiosidade sobre a história do café no Brasil, uma boa opção
de passeio para as férias de julho é uma visita ao Museu do Café, em
Santos (SP). Está em cartaz a mostra Comércio de Café e Vida Urbana na Cidade de Santos, que aborda a época em que a cidade era a capital mundial dos negócios do café, entre os séculos 19 e 20.
Rua XV de Novembro, em 1904. Foto: acervo FAMS
O
trabalho de pesquisa envolveu referências em vídeo, texto, fotografia,
plantas, mapas, objetos, maquinários, móveis e edificações que
remetessem à época. O objetivo é fazer um panorama da cidade daquele
período, tendo o comércio de café como fio condutor. Para isso, a
exposição foi dividida em quatro blocos principais.
O
primeiro deles mostra como a localização geográfica de Santos
contribuiu para que a cidade se tornasse a capital do café naquela
época. Com a ligação direta entre o litoral e o planalto paulista
através da serra do mar, aliada à expansão da atividade cafeeira do Vale
do Paraíba para o Oeste Paulista, Santos ganhou posição estratégica
para o comércio do produto.
Os
outros três módulos mostram como o crescimento do comércio do grão
alterou a estrutura da cidade em vários aspectos. Entre as avanços
abordados estão a ampliação da estrutura econômica, as mudanças na
infraestrutura e, por fim, o aumento populacional e o desenvolvimento
cultural na cidade.
Embarque de café no Porto de
Santos, no início do século XX. À época, a cidade era a principal porta
de escoamento da produção nacional. Foto: Acervo do Museu do Café
A abertura da exposição, que acontece no dia 28, às 19h, terá entrada gratuita.
Museu do Café, além de um dos principais responsáveis pela preservação da história do café
no Brasil, é também referência de qualidade na comercialização do
produto, através de sua cafeteria. Com fluxo diário de 600 pessoas, e
venda de aproximadamente 450 xícaras de café por dia, a Cafeteria do Museu é premiada pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) com o status Premium, dentro do programa de abrangência nacional Circulo do Café de Qualidade. Além disso, por quatro anos consecutivos, recebeu da revista Veja o título de Melhor Cafeteria da Baixada Santista.
Por esses e tantos outros motivos, a Cafeteria do Museu é parada
obrigatória para turistas e moradores da região que passam
pelo Centro Histórico de Santos. Localizada no piso térreo
do edifício da Bolsa Oficial de Café, a Cafeteria do Museu
oferece um ambiente agradável e aconchegante, ideal para saborear
um bom café. No entanto, seu cardápio vai muito além
do tradicional “espresso”.
São diversas opções de bebidas quentes e geladas,
drinks e doces a base de café, sanduíches e salgados, além
de cafés das mais variadas regiões produtoras, para saborear
na hora ou levar para casa.É também na Cafeteria do Museu
que o visitante pode escolher um souvenir para guardar de lembrança.
São objetos personalizados, como xícaras, camisetas, entre
tantas outras opções. Ideal para levar de recordação
ou presentear pessoas especiais.
Oráculo 8 de agosto de 2013 Oh, sábio Oráculo, detentor de todo conhecimento, estive conversando com um amigo e surgiu a dúvida: por que não se vende café em saquinhos como chás? Guilherme Carlesso Eu bebo, sim. Rapazote, primeiro, o café em saquinho existe, sim. Segundo
a Associação Brasileira da Indústria do Café, a simpática Abic (essa
sigla é fofa, não?), uma empresa de Minas Gerais oferece o produto. E
outras também têm, quer ver só? Mas os saquinhos não são muito comuns no mercado porque a bebida pode sofrer alterações
de sabor e aroma ao ser preparada nessa forma. Diferentemente do chá
(onde as folhas são apenas desidratadas, moídas e colocadas no sachê),
os grãos de café passam por um processo de torra que é decisivo na
determinação dos compostos aromáticos que a bebida vai ter. Em saquinhos, alguns desses compostos podem acabar se perdendo ou
sendo modificados, o que, por consequência, muda o sabor e o aroma da
bebida. Agora com licença que vou tomar um glorioso café da máquina.
Ecati. (crédito da imagem: Eustaquio Santimano) Super Interessante
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Colecionador busca parceiros para o projeto “Museu Virtual do Cafezinho”
Colecionador busca parceiros para o projeto “Museu Virtual do Cafezinho”
Com um acervo de aproximadamente novecentas peças, bibliotecário paulista quer enfocar o consumo do café em ambiente virtual Por Daniela Novaes – Rede Social do Café Bibliotecário e residente na cidade de São Paulo há 40 anos, José
Domingos Brito, tem uma vasta coleção de xícaras e pires, juntados
durante 20 anos. Colecionador nato, Brito já colecionou rolhas de vinho e
latas de manteiga. A ideia -Com uma coleção de aproximadamente 900
peças, todas impressas com logotipos e marcas, o colecionador teve a
ideia de montar o Museu do Cafezinho. O conceito surgiu à época em que
sua esposa precisava de um tema para a tese de conclusão do curso de
pós-graduação em Patrimônio Cultural, incentivada pelo professor, que interessou pelo projeto. Impossibilitado de criar um museu real, devido à falta de recursos e
com a necessidade de divulgar seu projeto, surgiu uma nova proposta. “A
ideia de fazer um museu virtual seria mais fácil para que eu pudesse
angariar recursos ou parceiros em sua concretização real. Mais
especificamente, a intenção era sensibilizar algum órgão púbico ou empresa de café interessada em sua concretização”, explicou José Domingos Brito. Ambiente virtual - Aproveitando o ensejo de que, o ambiente virtual é mais propício para a divulgação, devido à rapidez da troca de informações na internet, um de seus focos é que a cidade de São Paulo, capital do estado, também possua esse reconhecimento à importância do café na história brasileira. A cidade de Ribeirão Preto possui um museu com acervo dedicado ao
cultivo e produção de café e a cidade de Santos tem museu com peças
voltadas ao comércio e exportação da bebida. Nesse contexto, entra o
diferencial da ideia de Brito: enfocar o consumo do cafezinho. “Nos
museus existentes, o consumo do café, em sua expressão maior e como
fator cultural relevante em todo o mundo, não dão ênfase ao consumo da
bebida” explicou o bibliotecário. Além disso, a expectativa do
colecionador vai mais longe: “O Brasil, na condição de maior produtor
mundial de café, é responsável pela documentação de sua história. Quero
criar um Centro de
Documentação do Café, incluindo o museu e um acervo de livros e
informações sobre o café, sua história e sua importância para a história
do Brasil, sua importância cultural como aglutinador de pessoas e
ideias. É sabido que grandes acontecimentos históricos foram costurados
em torno de uma mesa regada a cafezinho” contou. Museu Virtual - O projeto resume a história do café
no mundo e sua chegada ao Brasil, por meio de apresentação explicativa e
um breve histórico do café no Brasil e no mundo, além da exposição
virtual das xícaras de café devidamente identificadas, que trazemgravado
o logotipo/emblema da marca ou do local (estabelecimentos comerciais,
instituições públicas e empresas públicas e privadas) onde o cafezinho
foi servido.Como complemento, o Museu contará com uma seção denominada
“Café & Literatura”, onde é apresentada uma coletânea de frases e
citações literárias referentes ao café, bem como textos extraídos de
destacadas obras da literatura universal, onde o cafezinho é citado
explicitamente e ainda um levantamento bibliográfico sobre a história,
industrialização,comércio e consumo do café no Brasil.Posteriormente, o
Museu poderá também, incorporar outras peças tais como objetos, livros e
publicações referentes ao cultivo, industrialização, comércio e consumo
do café. Assim, a criação deste site vem preencher essa lacuna contemplando o
consumo do café com um museu virtual do cafezinho, preservando sua
história e reconhecendo sua importância como traço cultural não apenas
do povo brasileiro mas de diversos povos no mundo. Parcerias -Brito está em busca de parcerias e
mecanismos financeiros para dar início ao Museu Virtual do Cafezinho,
visando a preservação de seu acervo, democratização do acesso a história
do café, por meio de um processo continuado de identificação,
preservação e comunicação. Contato : José Domingos Brito E-mail: literacria@gmail.com Telefone: (11) 2991-3247
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SERVIÇO:
Comércio de Café e Vida Urbana na Cidade de Santos Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico, Santos/SP De 28 de junho a 30 de setembro De terça a sábado, das 9h às 17h. Domingos, das 10h às 17h.- Preço: R$ 5.
A flor-do-beijo é uma planta
arbustiva ou uma pequena árvore, semilenhosa e florífera, que chama a
atenção principalmente por suas inflorescências viçosas, de brácteas
vermelho vivo, brilhantes e que lembram lábios carnudos. As pequenas
flores surgem entre as brácteas e são pentâmeras, como pequenas estrelas
de cor creme pálido. A flor-do-bejo é muito atrativa para borboletas e
beija-flores. Suas folhas são verdes, lustrosas, opostas, pubescentes,
ovaladas, acuminadas e com nervuras salientes e de cor mais clara. A
ramagem é avermelhadada, ereta e ramificada. Os frutos são bagas ovais,
pequenas e azuis.
Esta bela
e rara espécie é encontrada em estado selvagem nas florestas tropicais
de alguns países da América Central e do Sul, tais como Colômbia,
Equador, Panamá, Jamaica e Costa Rica. Ela está ameaçada de extinção
devido ao avanço constante do desmatamento sobre o seu habitat.
Deve ser cultivada sob meia sombra, em solorico
em matéria orgânica, drenável e irrigado frequentemente. Aprecia o
calor e a umidade tropicais. Não resiste ao frio, geadas ou estiagem.
Multiplica-se por sementes e por estacas semi-lenhosas.
Os benefícios das florestas plantadas - The benefits of planted forests
Você já parou para pensar o quanto a madeira está presente no seu dia a dia? Durante toda a sua vida, você utiliza mais madeira do que imagina!
Esse vídeo, produzido pela Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (Abraf), apresenta os benefícios das florestas plantadas para a sociedade.
Por: Painel Florestal - Elias Luz
A madeira oriunda das florestas plantadas são a garantia de consumo em todas as cadeias produtivas
Detalhado e minucioso. Assim é o
vídeo produzido pela Associação Brasileira de Produtores de Florestas
Plantadas (Abraf) sobre o uso e a importância da madeira para cada
cidadão do mundo.
Muito didático e divertido, o vídeo começa logo informando que o ser
humano inicia o consumo de madeira assim que nasce, com o berço, a
cadeirinha do bebê, seguido de móveis da casa como guarda-roupas, mesa,
além da escola, com o quadro, janelas, portas, piso e armação do
telhado.
O vídeo aborda os caminhos de diversas cadeias produtivas da madeira,
mostrando a importância do carvão vegetal oriundo das florestas
plantadas, que serve para fazer churrasco, energia para a produção de
cerâmica, e como matéria-prima para a produção do aço, passando antes
pelo ferro-gusa.
Na sequência, o vídeo mostra que a madeira é a base para toda a
indústria de celulose, papel, tintas, vernizes, colas, graxas, esmaltes,
ceras, adesivos, óleos e até produtos de limpeza. Segundo dados da
Abraf, cada pessoa consome meio metro cúbico de madeira por ano – o equivalente a uma área de 25 metros quadrados.
O nível de informações é tão amplo e calculado que no vídeo é
mostrado que uma pessoa consome mil metros quadrados de madeira em 80
anos – tudo de florestas plantadas. São necessários 3,5 bilhões de
metros cúbicos de madeira para atender à demanda anual. Em termos de
florestas plantadas, são necessários 875 mil quilômetros quadrados – uma
área equivalente a 122 milhões de campos de futebol.
Como a população mundial cresce em mais de duas pessoas por segundo,
são 63 milhões seres humanos a mais todos os anos, ou seja, sem
florestas plantadas e renováveis seria impossível manter o consumo. No
Brasil, o plantio de florestas começou há pouco mais de 100 anos e hoje
um hectare floresta plantada é igual a dez de florestas nativas.
As florestas de eucalipto e pinus existentes no Brasil absorvem uma
área de apenas 6,7 milhões de hectares. Esta área é equivalente a 170
vezes à Baía de Guanabara e 11 vezes o Distrito Federal. As empresas
ligadas à Abraf protegem uma área de 4,3 milhões de hectares. E tudo
isso é menos de 1% do território nacional.
O Brasil mantém 69,4% de sua vegetação original. Este número é oito
vezes maior que a África, 12 vezes que a Ásia e 231 vezes maior que na
Europa, além de contribuir para a redução do efeito estufa. As florestas
de eucalipto e pinus absorvem 160 milhões de toneladas gás carbônico
lançados na atmosfera anualmente, a mesma quantidade de gases emitida
pela frota de automóveis da cidade de São Paulo.
As florestas vêm sendo renovadas há 60 anos, formando um habitat para
a fauna nativa e gerando condições de recuperar áreas degradadas – isso
tudo sem concorrer com a área utilizada na produção de alimentos. Em
2012, o setor florestal gerou 4,4 milhões de empregos
diretos e indiretos, exportou US$ 7 bilhões, arrecadou R$ 7,6 bilhões e
produziu R$ 56 bilhões – o equivalente ao Produto Interno Bruto (PIB)
do Paraguai.
Em termos de programas sociais, culturais e de saúde, as empresas
investiram R$ 150 milhões, beneficiando 2,8 milhões pessoas em 16
Estados. Dos 5.564 municípios brasileiros, 1.100 plantam florestas e
nestas cidades o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é maior 34%, em
média, que os municípios que não têm indústria de base florestal. Moral
da história: é impossível viver sem florestas plantadas e sem a madeira
gerada nelas.
Confira o vídeo!