sexta-feira, 18 de maio de 2012

MAIOR PÉ DE CAFÉ DO BRASIL . Avi


 

Café / Cafeicultura - 24/05/2012

Brasil festeja o Dia Nacional do Café

 

 
Café Robusta

 

A data simbolizao início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por toda a cadeia produtiva

por Globo Rural On-line 
 
 Shutterstock
 
Os brasileiros são tão apaixonados por café que esta bebida tem, desde 2005, uma data especial para ser comemorada: 24 de Maio, o Dia Nacional do Café, estabelecida pela Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic).

24 de maio:
A data simboliza o início da colheita
em grande parte das regiões cafeeiras
e é celebrada por toda a cadeia produtiva
  e pela pesquisa.

Maior produtor e exportador de café do mundo, o Brasil é também o segundo maior mercado consumidor, só superado pelos Estados Unidos. Dados da Organização Internacional do Café (OIC), mostram que na safra de 2011 o Brasil respondeu por 32% das exportações de café em grão no mundo. No mesmo ano, o consumo per capita foi o maior já registrado no Brasil: 4,88 quilos de café torrado, quase 82 litros para cada brasileiro.

Hoje, o café
 é considerado benéfico à saúde,
 segundo a Abic.
 
 Estudos mostram
que a bebida pode atuar
 na prevenção do câncer de cólon e reto,
doença de Parkinson e de Alzheimer,
apatia e depressão, obesidade infantil,
 entre outras doenças.
 
Uma das mais recentes pesquisas
diz que o consumo de três xícaras de café,
 normal ou descafeinado, por dia,
reduz em 10% o risco de adultos
 entre os 50 e os 71 anos de idade adquirir doenças
cardio-vasculares e respiratórias,
de AVC, de ferimentos, de diabetes
ou de infecções.
 Fontes:
 http://revistagloborural.globo.com/Revista/
Enviado por em 16/11/2010
Maior pé de café do Brasil, 
Mudas Tel: (027)98900374 
falar com Norberto Kepp.
 

Dicas para PLANTAR pimentas em vaso


Enviado por em 15/03/2010
 
Aprenda a cuidar 
e conservar pimentas em vaso 
com a eng. agrônoma Elizabeth Stumpf.

 

Aprenda cultivar pimentas e preparar uma conserva



Publicado em 17/05/2012 por
 
Com a difusão da culinária picante de países como a Tailândia e o
México, a pimenta virou um item fashion.

Com uma conserva simples, você
pode ter o ingrediente durante o ano inteiro na sua cozinha.

 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE Coffea canephora




CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE Coffea canephora

     




    café está entre os produtos agrícolas mais comercializados e consumidos no mundo. A produção da cultura está concentrada em apenas duas espécies: Coffea arabica e Coffea canephora, com participação aproximada de 62 e 38%, respectivamente.


A espécie Coffea canephora, conhecida genericamente no mercado internacional como Café Robusta, é designada no Brasil, notadamente no Estado do Espírito Santo, como Café Conilon.

O Espírito Santo se destaca como o maior produtor brasileiro dessa espécie, introduzida há 100 anos no Estado e cultivada comercialmente a partir de 1972.

Nesses 100 anos de história e 40 anos de cultivo comercial, a produção de Conilon capixaba passou de 400 mil sacas (1972) para 8,5 milhões de sacas (2011).

Nesse cenário histórico e de evolução da cultura, o Governo do Estado do Espírito Santo, através da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag); do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper); da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Café); do Consórcio Pesquisa Café; e de instituições parceiras está promovendo a Conferência Internacional de Coffea canephora.

A Conferência Internacional de Coffea canephora acontecerá no período de 11 a 15 de junho de 2012, no Centro de Convenções de Vitória, cidade de Vitória – Espírito Santo, Brasil, com o tema central: Cem anos de história e evolução do Conilon no Estado do Espírito Santo – Brasil.

O evento visa apresentar e discutir, com a comunidade científica e com representantes dos diversos setores envolvidos na cadeia de Coffea canephora, temas associados à pesquisa, desenvolvimento e inovações; aspectos conjunturais e de organização; qualidade, mercado e indústria, entre outros, direcionados à competitividade e sustentabilidade dessa importante atividade em vários países do mundo.

Espera-se, com o evento, fortalecer o fórum de discussões e de conhecimentos em prol do agronegócio Café Robusta/Conilon.
    

Comissão Organizadora

ROMÁRIO GAVA FERRÃO
Presidente da Conferência Internacional de Coffea canephora
Pesquisador do Incaper
Coordenador do Programa de Cafeicultura do Estado do Espírito Santo      
      
AYMBIRÉ FRANCISCO ALMEIDA DA FONSECA
Vice Presidente da Conferência Internacional de Coffea canephora
Pesquisador  Embrapa Café/ Incaper

ADELINO JÚNIOR THOMAZINI
- Diretor Conilon Brasil       


ANTONIO ELIAS SOUZA DA SILVA
- Assessor Secretaria de Agricultura - Seag


ANTÔNIO JOAQUIM SOUZA NETO
- Presidente Cooperativa Agrária dos Cafeicultores  São Gabriel da Palha -Cooabriel


ARTHUR SANTOS FIOROTI
- Diretor Marketing Conilon Brasil


AURELIANO NOGUEIRA DA COSTA
- Diretor - técnico Incaper        


BRUNO MOREIRA GIESTAS
- Diretor - comercial Real Café Solúvel do Brasil              


CARLOS HENRIQUE JORGE BRANDO
- Diretor P&A Marketing International             


ESTHÉRIO SEBASTIÃO COLNAGO
- Presidente Organização das Cooperativas Brasileiras do Espírito Santo – OCB/ES


EVAIR VIEIRA DE MELO
- Diretor-presidente do Incaper    


FREDERICO DE ALMEIDA DAHER
- Superintendente Centro  Desenvolvimento Tecnológico do Café - Cetcaf


GILMAR GUSMÃO DADALTO
- Assessor Cedagro


HELDER PAULO CARNIELLI
- Presidente  do Conselho Regional Engenheiro Agrônomo - CREA-ES        


JOSÉ ANTÔNIO LANI
- Pesquisador do Incaper      


JOSÉ ARNALDO DE ALENCAR
- Superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuaria e Abastecimento - Mapa          


JOSÉ ROBERTO SILVA HERNANDES
- Assessor da Comissão de Agricultura - ALPES


LILIÂM MARIA VENTORIM FERRÃO
- Comunicação e Marketing do Incaper             


LUIZ CARLOS PREZOTTI
- Pesquisador Incaper      


LUIZ ANTONIO  POLESE
- Presidente Centro de Comércio de Café de Vitoria - CCCV


MARIA AMÉLIA GAVA FERRÃO
- Pesquisadora Embrapa Café        


MARCELO ANTÔNIO TOMAZ
- Professor Centro de Ciências Agrarias -Universidade Federal do ES - CCA-UFES             


NEUZEDINO ALVES VICTOR ASSIS
- Superintendente Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Senar              


PAULO CÉSAR AFONSO JÚNIOR
- Chefe Geral da Embrapa Café    


RONALD MANSUR
- Comunicação Movimento de Educação Promocional  do ES - Mepes       

SÉRGIO BRAMBILLA
- Presidente Sindicato da s Industrias de Torrefação e Moagem de Café ES - Sincafé

PROGRAMAÇÃO





Evento: CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE COFFEA CANEPHORA
Tema Central: Cem anos de história e evolução do Conilon no Estado do Espírito Santo-Brasil
Período: 11 a 15 de junho de 2012
Local: Centro de Convenções de Vitória, Vitória-ES



Dia 11 de junho de 2012 (Segunda-feira)


      17h00 – 19h00          

Recepção dos convidados e inscrições


      19h00 – 20h30          

Abertura solene com autoridades



CONFERÊNCIA 1
Tema: CEM ANOS DE HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DO CAFÉ CONILON NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – BRASIL
Conferencista: Renato Casagrande, Governador do Estado do Espírito Santo



Dia 12 de junho de 2012 (Terça-feira)


      8h30 – 17h30          

PAINEL 1

Título: ESTADO DA ARTE, INOVAÇÕES E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS DE
Coffea canephora NOS PRINCIPAIS PAÍSES PRODUTORES DO MUNDO


      08h30 - 08h45          

Abertura


      08h45 - 09h45          

Brasil


      09h45 - 10h45          

Costa do Marfim


      10h45 - 11h00          

Café


      11h00 - 12h00          

Indonésia


      12h00 - 13h30          

Almoço


      13h30 - 14h30          

Uganda


     

14h30 - 15h30
         

Vietnã


     

15h30 - 15h45
         

Café


      15h45 - 16h45          

Perspectivas para Coffea canephora no mundo


      16h45 - 17h30           Debate



Dia 13 de junho de 2012 (Quarta-feira)


      08h00 - 08h50          

CONFERÊNCIA 2
Tema: PESQUISA AGRONÔMICA EM CAFÉ CONILON NO BRASIL: CASO ESPÍRITO SANTO


      08h50 - 09h40          

CONFERÊNCIA 3
Tema: RECURSOS GENÉTICOS EM Coffea canephora


     

09h40 - 10h00
         

Café


      10h00 - 12h30          

PAINEL 2
Título: BIOTECNOLOGIA EM Coffea canephora


      10h00 - 10h40          

Sequenciamento completo do genoma de Coffea canephora


      10h40 - 11h20          

Determinantes moleculares da qualidade do café
      11h20 - 12h00          

Caracterização molecular de determinantes genéticos envolvidos na tolerância à seca


     

12h00 - 12h30
         

Debate


      12h30 - 14h00          

Almoço


      14h00 - 18h00          

PAINEL 3
Título: INTERFERÊNCIAS DE FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS NA PRODUÇÃO DE
Coffea canephora


      14h00 - 14h45          

Interferências das mudanças climáticas em Coffea canephora


      14h45 - 15h30          

Estudos fisiológicos relacionados a tolerância a seca


      15h30 - 16h00          

Café


      16h00 - 16h30          

Manejo da ferrugem (Hemileia vastatrix) em café conilon


      16h30 - 17h00          

Manejo de pragas em Coffea canephora


      17h00 - 17h30          

Aspectos relacionados a sustentabilidade da cafeicultura


      17h30 - 18h00          

Debate



Dia 14 de junho de 2012 (Quinta-feira)


      08h00 - 09h00          

CONFERÊNCIA 4

Tema: QUALIDADE SENSORIAIS EM Coffea canephora


      09h00 - 12h15          

PAINEL 4
Título: O MERCADO E A INDÚSTRIA DE SOLÚVEL, ESPRESSOS, BLENDS E USOS ALTERNATIVOS DE Coffea canephora


      09h00 - 09h30          

O Coffea canephora na indústria de solúvel


      09h30 - 10h00          

Mercado


      10h00 - 10h15          

Café


      10h15 - 10h45          

Um caso de sucesso – Mais de meio século no mercado de café


      10h45 - 11h15          

A demanda da instrústia para qualidade


      11h15 - 11h45          

Oportunidade de mercado para o café conilon de qualidade


      11h45 - 12h15          

Debate


      12h15 - 14h00          

Almoço
      14h00 - 17h30          

PAINEL 5
Título: ORGANIZAÇÃO DOS PRODUTORES DE CAFÉ
      14h00 - 15h00          

Aliança Cooperativa Internacional - ACI/ Organizações das Cooperativas

Brasileiras - OCB


      15h00 - 15h30          

Aliança dos cafeicultores de Uganda
      15h30 - 16h00          

Cooperativismo em café conilon: Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel da Palha – Cooabriel
      16h00 - 16h30          

Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA)

      16h30 - 17h00          

Ações institucionais conjuntas de organização, aplicação de recursos e de              transferência de tecnologia

      17h00 - 17h30          

Debate
      17h00          

Encerramento e encaminhamentos  para as visitas técnicas de 15 junho de 2012

Dia 15 junho 2012 (Sexta-feira)





Pablo Picasso

Li
 Fonte:
http://www.conferenciaconilon.com.br/apresentacao.php
 

sábado, 24 de março de 2012

ABELHA JATAÍ RAINHA REPRODUZIDA IN VITRO



       
Técnica produz abelhas rainhas da espécie jataí in vitro

Na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da Universidade de São Paulo (USP), um estudo inédito sobre o comportamento das abelhas Tetragonisca angustula propiciou a reprodução in vitro da espécie a fim de multiplicar suas colônias. Como explica o biólogo Mauro Prato, grande parte dos alimentos do tipo hortifruti que o homem consome vem de plantas polinizadas por abelhas.

 Assim,
 a manipulação das colônias
 pode ter grande influência 
                                  para a produção de alimentos.

A pesquisa Ocorrência natural de sexuados, produção in vitro de rainhas e multiplicação de colônias em Tetragonisca angustula (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) foi dividida em três etapas: o monitoramento do que acontece dentro da colônia (para entender a reprodução natural das abelhas rainhas e com que frequência elas e os machos são produzidos); a produção in vitro das rainhas (possível por causa dessa observação prévia) e a multiplicação da colônia. 

A espécie utilizada, conhecida como jataí, é nativa do Brasil e não possui ferrão. Prato enfatiza que o estudo também pode servir para a maioria das outras abelhas do tipo. 

O orientador da pesquisa foi 
                      o professor Ademílson Espencer Egea Soares.

Observando a Tetragonisca angustula em condições naturais, o biólogo constatou que o que determina qual larva vai virar uma abelha rainha ou uma operária é a quantidade de alimento oferecido a ela. Algumas das células presentes nos favos são maiores do que as outras, e se uma célula é maior, vai receber mais alimento. 

Desta célula, emerge uma rainha. Nesta observação do processo natural, Prato coletou o alimento produzido pela própria colônia que seria utilizado para a produção da rainha, além de larvas em seu período inicial de desenvolvimento. Em laboratório, reproduziu artificialmente as células reais, com tamanho exatamente igual às encontradas na natureza, e ofereceu a elas o alimento retirado da natureza (55 microlitro de alimento para cada célula, também um número exatamente igual ao observado). Este processo, que ocorre dentro de uma estufa, é a produção in vitro de rainhas.

"Fizemos em laboratório o que as operárias fazem dentro da colônia", conta. Este processo aumenta o número de rainhas, que, na natureza é considerado baixo. "Mas não é que seja realmente baixo, é o suficiente para as abelhas se multiplicarem. Porém, para o produtor, em grande escala, esse número não é o suficiente, o que mostra a utilidade deste processo", acrescenta o biólogo.



Depois do nascimento das rainhas, é feita a multiplicação das colônias. O processo se dá por meio da retirada de material (como favos de cria, abelhas operárias jovens e alimentos) de um dos ninhos de um meliponário (o local aonde se criam as colônias). Foram formadas várias minicolônias e em cada uma introduziu-se uma rainha produzida em laboratório para ser fecundada por um macho. Por causa disso, o pesquisador também fez uma observação prévia da produção de machos para poder sincronizar a sua produção com a fecundação das abelhas. 

As minicolônias eram levadas para um ambiente externo para a fecundação com os machos e, ao fim desta etapa, o processo estava completo e a nova colônia estava formada.

Dificuldades
O processo descrito é um dos primeiros do tipo feito no País, e encontrou algumas dificuldades no começo de sua operação. Etapas como a transferência das larvas do ambiente natural para laboratório apresentaram obstáculos devido à grande mortalidade dessas larvas, que acabavam sendo feridas pelo estilete que conduzia o processo. Na outra transferência, que leva as minicolônias já prontas para o ambiente aberto, também houve muitas baixas. Fora isso, muitas das rainhas que saíram para o vôo nupcial (para serem fecundadas) não retornaram.

Houve também rejeição por parte das operárias em algumas rainhas. Pelo fato destas terem sido produzidas em laboratório, elas não possuíam o cheiro da colônia, o que fazia com que as operárias não as tratassem como rainhas, chegando a matá-las. Para contornar este processo, o pesquisador passou a manter a rainha presa dentro da colônia antes de liberá-la, para que pudesse se proteger das operárias e pegar o cheiro do ambiente.

Custo



A ferramenta desenvolvida pelo pesquisador é voltada ao produtor, que pode passar a oferecer muitas colônias para o serviço de polinização de algum cultivo. "A ocorrência de abelhas aumenta a qualidade e a eficiência da polinização, pode render frutos maiores, etc". O que poderia ser um problema é o custo da técnica, já que ela é experimental. Mas, segundo Prato, isso não é um motivo para preocupação. 

O pesquisador conta que a técnica em si é muito barata e não exige equipamentos sofisticados (o equipamento mais sofisticado utilizado foi a estufa, para manter as larvas em desenvolvimento), o que a torna acessível inclusive para o pequeno produtor.

O trabalho do biólogo recebeu o prêmio Prêmio Dow-USP de Inovação em Sustentabilidade, porque tem sua técnica apoiada nos quatro pilares da sustentabilidade: ecologia, já que os ninhos podem ser conseguidos na natureza sem causar impacto negativo na população selvagem e sem gerar resíduo poluente; sustentabilidade econômica, pela capacidade de gerar renda e independência econômica ao produtor; sustentabilidade social, pois pode ser praticada por grupos, como as cooperativas; e a sustentabilidade cultural, pois as abelhas são nativas, elas "são uma criação que faz parte da história das populações nativas da América do Sul e Central", completa.

Técnica produz abelhas rainhas da espécie jataí in vitro
  Comentários :: Publicado em 24/03/2012 na seção noticias :
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 Mais informaçõesMauro Prato
E-mail: mauro_prato@yahoo.com.br


 LinksRelacionados:
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto
www.ffclrp.usp.br

- Ademílson Espencer Egea Soares
lattes.cnpq.br/3637456130580018

- Universidade de São Paulo - www.usp.br
- Agência USP de Notícias - www.usp.br/agen
- mauro_prato@yahoo.com.br
- Mariana Soares - nanacsoares@gmail.com 

- agenusp@usp.br -agenusp@usp.br

Mauro Prato
lattes.cnpq.br/3202914868788741

Pablo Picasso

Li