Preparo do biofertilizante - Sítio Santa Maria - 9m
Super Biofertilizante - 1m
Embrapa- 15m
O biofertilizante é um dos fertilizantes mais completos, para uso tanto em jardinagem, como em plantas ornamentais, aromáticas, hortaliças, folhagens, etc. Também é utilizado há muito tempo como um repelente natural, que ao
invés de matar os insetos, os repele, deixando as plantas livres de
pragas. É usado também no tratamento de sementes, prevenindo o ataque de
pragas e doenças e fornecendo o fertilizante inicial para a planta em
formação. Para utilizar em sementes, basta deixá-las de molho por 4 a 5
minutos, e depois colocá-las para secar à sombra. As sementes assim
tratadas, deverão ser plantadas imediatamente, pois após um período,
perdem seu poder germinativo.
O uso do Biofertilizante em estaquia
Em propagações vegetativas, como em estaquias, alporquias,
mergulhias, etc, também poderemos fazer uso do biofertilizante. Em
estacas, por exemplo, pode ser utilizada a mesma técnica descrita para
sementes. O melhor uso deste excelente produto, se obtém através da
pulverização. Desta forma podemos antecipar e prolongar floradas,
podemos ter mais de uma florada por ciclo, prevenir o ataque de pragas,
além de deixar as plantas mais vistosas e saudáveis. A pulverização
deverá ser sempre feita à tarde, e após uma farta irrigação, para não
causar estresse hídrico as plantas pois, apesar de natural, é um produto
concentrado.
Passo a passo do biofertilizante:
Uma bombona grande é ideal para a produção do Biofertilizante
O
biofertilizante é simples de se fazer. Em um recipiente, que pode ser
um garrafão d’água de 20 litros, ou uma bombona de 50 até 200 litros,
coloque 50% de esterco bovino
fresco, adicione mais 50% de água não clorada. Esta água não clorada,
pode ser de fontes, poços, ou água de chuva. Outra maneira de obtê-la é
utilizando a água comum da torneira, deixando-a descansar destampada por
pelo menos 24 horas. O cloro é muito volátil e evapora totalmente após
este período.
Misture bem o esterco com a água, e deixe fermentar
naturalmente. Este recipiente deve ser hermeticamente fechado, pois caso
houver alguma entrada de ar, o oxigênio interromperá o processo
anaeróbico envolvido na produção deste fertilizante. No processo de
fermentação, se formará gás metano. Para proteger o meio ambiente, este gás pode ser eventualmente queimado.
Após 30 dias, o biofertilizante estará pronto para uso. Se a opção
for pulverizar as plantas, o produto deverá ser coado, evitando assim o
entupimento do bico do pulverizador. As pulverizações deverão ser feitas
a cada 8 ou 10 dias, dependendo da necessidade das plantas.
O aspecto do Biofertilizante pronto
O biofertilizante poderá também ser usado na irrigação das plantas. Os
intervalos são os mesmos, ou seja, a cada 8 a 10 dias. A concentração
ideal é de 25 a 30% de biofertilizante para 70 a 75% de água. Então,
para cada 10 litros de água, use 2,5 a 3 litros do biofertilizante.
Também pode ser utilizado puro, sem diluir, na terra dos vasos por
exemplo. Fazendo assim e deixando de 4 a 5 dias descansando antes de
plantar, o biofertilizante elimina as bactérias e fungos nocivos que por
ventura possam estar contaminando o substrato, além é claro, de
enriquecê-lo com nutrientes para as plantas.
Apesar de todas estas vantagens, o uso do biofertilizante
não dispensa as adubações normais necessárias às plantas. Ele é um
importante coadjuvante na promoção e na manutenção da saúde das plantas,
mas para resultados excelentes, ele deve ser utilizado juntamente com
boas práticas de manejo, como uma boa irrigação, iluminação,
fertilização, e todos os cuidados de que necessitam as plantas.
Espero que você também tenha sucessos com o uso desta antiga, mas magnífica técnica.
http://www.jardineiro.net/como-fazer-seu-proprio-biofertilizante.html Licença padrão do YouTube
Seis espécies, entre elas a Rhizophora mangle (foto), mostraram resultados promissores contra doenças como úlcera, inflamação
e diabetes. Objetivo do trabalho é ampliar as opções de fitoterápicos
disponíveis no Sistema Único de Saúde - (Unesp) -Especiais
Unesp testa eficácia e segurança de 20 plantas medicinais
09/05/2013
Por Karina Toledo
– Uma pesquisa em andamento na Universidade
Estadual Paulista (Unesp) busca avaliar a segurança e a eficácia de
extratos de 20 plantas medicinais no tratamento de doenças como úlcera,
colite, doença inflamatória intestinal, dores crônicas, inflamação,
câncer e diabetes.
Em uma primeira fase do trabalho, um Projeto Temático coordenado
por Wagner Vilegas, foram extraídos os princípios ativos presentes nas
espécies. As moléculas foram isoladas e tiveram sua estrutura
caracterizada. Em seguida, foram feitos experimentos in vitro e em roedores para avaliar a ação terapêutica e possíveis efeitos adversos.
Com base nos experimentos, o grupo de pesquisadores selecionou
extratos das seis espécies mais promissoras para uma investigação
aprofundada.
A Serjania marginata e a Machaerium hirtum demonstraram ação gastroprotetora, analgésica e anti-inflamatória, sem efeito mutagênico ou tóxico. Já a Rhizophora mangle e a Hymenaea stigonocarpa mostraram potencial terapêutico para o tratamento de doença inflamatória intestinal. As espécies Myrcia bella e a Bauhinia holophylla apresentaram resultados experimentais promissores para tratamento do diabetes.
“Pretendemos investigar melhor os mecanismos de ação dos princípios
ativos presentes nessas espécies. O interessante seria descobrir um
mecanismo de ação diferente daqueles existentes nos medicamentos já
comercializados”, explicou Vilegas, do campus da Unesp em São Vicente.
A finalidade da Renisus, segundo informações do ministério, é
orientar estudos e pesquisas que subsidiem a relação de fitoterápicos
disponíveis para uso da população. Atualmente, são oferecidos derivados
de espinheira-santa, para gastrites e úlceras, e de guaco, para tosses e
gripes.
“O problema é que algumas das espécies listadas pela Renisus ocorrem
apenas em determinadas regiões do país e não há quantidade suficiente da
planta para atender toda a população. É preciso incorporar novas opções
terapêuticas a essa listagem, mas antes são necessários estudos para
comprovar a eficácia e a seguranças dos fitoterápicos”, disse Vilegas.
Outro objetivo do projeto, conforme o pesquisador, é justamente
estudar o efeito de plantas similares às existentes na listagem do SUS,
como é o caso da pata-de-vaca (Bauhinia forficata). “A B. forficata já é muito usada contra o diabetes. Nós estamos estudando uma espécie irmã, a B. holophylla, que apresentou resultados muito bons contra o diabetes em testes feitos in vitro e in vivo. Ela também é rica em flavonoides, que são substâncias antioxidantes”, contou Vilegas.
Outra planta famosa na medicina popular que mostrou bom desempenho no laboratório foi a jurubeba (Solanum paniculatum).
Rica em alcaloides esteroidais, a espécie revelou nos experimentos
efeito importante contra úlcera e outros tipos de inflamação.
Já a Terminalia catappa, popularmente conhecida como
chapéu-de-sol, apresentou intensa atividade antimicrobiana e
antiulcerativa – interessante para tratar doenças estomacais associadas à
bactéria Helicobacter pylori. Os testes de segurança, no
entanto, revelaram que as substâncias ativas presentes na planta podem
induzir mutações nas células.
“Serão necessários mais estudos para descobrir se há meios de retirar
as moléculas tóxicas do extrato e reduzir possíveis efeitos
colaterais”, avaliou Vilegas. Esse também é o caso da crotalária (Crotalaria pallida), que,
apesar da potente ação imunomoduladora, apresentou alta toxicidade.
“Essa espécie contém alcaloides pirrolizidínicos, tóxicos para o fígado.
Foi por esse motivo, por exemplo, que o confrei ( Symphytum officinale) passou a ser contraindicado”, afirmou Vilegas.
Fornecimento regular Na próxima etapa da pesquisa, serão realizados estudos para avaliar
se há alterações sazonais ou geográficas nos extratos das espécies
estudadas, ou seja, se a quantidade de princípios ativos varia de acordo
com o local em que a planta foi cultivada ou de acordo com a época do
ano em que foi colhida. “Estamos fazendo o cultivo em campo dessas espécies, pois, para
produzir extratos padronizados, é importante avaliar se a planta fornece
matéria-prima para a produção dos fitoterápicos em quantidade
suficiente ao longo de todo o ano. Se não for possível manter a
regularidade do fornecimento, não será viável transformá-las em produtos
fitoterápicos”, disse Vilegas.
A pesquisa é realizada no âmbito do Programa BIOTA/FAPESP e conta com
a participação de cientistas de diversas unidades da Unesp, além de
parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a
Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Londrina
(UEL), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade
Federal de Alfenas.
O poder dos alimentos - Flores comestíveis - 11min.
Salada tropical - Flores comestíveis - 9min.
Flores para degustar - 4min
Saladas, verduras e frutas.
Doce de flores (doce de violetas, rosas açucaradas ou lavanda são doces à moda antiga deliciosos).
Adicionar ao picles, geléias, vinagretes, caldas, açúcar, etc.
Panificados, como biscoitos, bolos e pães.
Sobremesas, como sorvetes, cheesecake, tortas, etc.
Para decoração, guarnição de pratos e bolos, entre outros.
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Familiarize-se com algumas das flores culinárias mais comuns.
A lista a seguir não é muito aprofundada, mas ajuda a indicar que tipos de flores são adequadas:
Capuchinha (tropaeolum majus) - estas flores perenes são as
favoritas para saladas de verão. Fáceis de cultivar, elas trazem uma
explosão de cor a qualquer salada. Elas são boas recheadas,
cristalizadas ou como ornamento. Possuem um gosto ligeiramente
apimentado. As sementes podem até ser usadas para substituir pimentas
tradicionais. A planta inteira é comestível.
Lavanda - Lavanda é ideal para vários usos culinários, que
incluem chá, biscoitos, xaropes, bolos, cheesecakes, sorvetes, geléias,
tortas, vinho, vinagrete - a lista é enorme. A lavanda dá seu próprio
sabor, junto com alguns tons cítricos.
Violetas- As violetas são ideais para adicionar a uma ampla
variedade de alimentos, além de servirem para propósitos decorativos.
Algumas idéias incluem doce de violeta, chá, bolo e xarope de violeta.
Elas podem ser incluídas em saladas, geléias, manteiga ou para dar sabor
ou servir de ornamento. Procure pela variedade "viola odorata".
Pétalas de rosas - Pétalas de rosas são conhecidas pelos seus
usos culinários, como em xaropes, decorações ou coberturas, sorvetes,
ornamentos, geléias, manteiga, gelo e muito mais. A água de rosas é um
uso famoso para as pétalas de rosas.
Amor Perfeito - flores delicadas que são boas para adornar
saladas. Outros usos incluem deixá-la sobre a sopa, decorar sobremesas e
enfeitar pratos. Não deixe de considerar o seu papel em saladas de
frutas ou qualquer outro tipo de salada. Amor-perfeito tem um sabor
ligeiramente adocicado.
Hibiscos - apropriado para saladas e para fazer xaropes e
algumas bebidas alcoólicas. Há um certo toque cítrico e frutado no
hibisco, mas ele é ligeiramente ácido; por isso, use com moderação.
Flor de cebolinha - são excelentes para dar sabor e dar um
toque acebolado. Flores de alho também são boas, dando um toque de alho à
sua salada ou prato.
Malmequer - bons em saladas, onde dão um toque de dourado à coloração.
Dente de leão - ficam deliciosos na salada se você colher as flores jovens e servir logo em seguida. Elas têm um sabor doce, parecido com mel.
Cravos - têm um sabor doce, parecido com noz-moscada. Sugerido para saladas e ornamentos.
Petúnias - as petúnias de jardim comuns têm flores com gosto moderado. Boas como ornamento.
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Prepare as flores.
Existem várias coisas a fazer antes de poder usar as flores.
Colha as flores. O melhor momento para colher flores é logo
após o orvalho ter secado, logo de manhã. Ou então, no fim da tarde,
após o calor do sol ter baixado, se as flores aparentarem estar em boa
condição. Não colha as flores no meio do dia, ou o calor pode secar o
sabor e causar uma perda de sabor e cores.
Remova os estames e pistilos. Se forem muito evidentes (em
flores grandes), remova-os. Partes brancas e estames e pistilos grandes
normalmente são amargos e não devem ser mastigados.
Lave as flores. Agite as flores para remover insetos,
detritos e terra. Inspecione com cuidado para ver se as flores estão
sujas e lave-as com água gentilmente, usando um coador de chá. Ou então,
use um spray de água com delicadeza, pois as flores se machucam com
facilidade. Se a flor for especialmente delicada, basta mergulhá-la
brevemente.
Seque com toalhas de cozinha. Use toalhas de papel e deixe secar no ar.
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Use as flores de acordo com a receita ou conforme as suas necessidades.
Siga a sua receita favorita para as flores em questão. Procure por
receitas online ou em livros, usando o nome da flor como parâmetro de
busca. Depois que tiver testado algumas receitas, deixe suas impressões e
receitas pessoais na página de discussão do artigo. Se estiver usando
flores para ornamentos, experimente arranjos diferentes. Algo que ajuda
muito é tirar fotos dos seus arranjos, para lhe inspirar no futuro.
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Aprenda mais sobre as flores comestíveis.
O uso de flores comestíveis está voltando a se tornar bem popular,
depois de ter saído de cena por um tempo. Aprenda como os outros estão
usando as flores na internet, em bibliotecas e livros de receitas. Você
pode procurar em jardins botânicos, universidades, dentre outros
lugares.
Dicas
Uma regra geral é que as flores de verduras e ervas são seguras para
consumo. Verifique antes, pois há exceções. Leia os avisos abaixo.
Há muito mais flores comestíveis do que as listadas aqui. Algumas delas incluem crisântemos, lírios, jasmim e outros.
Flores podem ser guardadas na geladeira por até 10 dias, se
estiverem bem fechadas. Coloque uma toalha de papel úmida dentro do
recipiente com as flores.
Avisos
Evite consumir flores em que tenham sido usados pesticidas. Se não
tiver certeza, evite-as. Não coma flores vindas de floristas - elas
podem ter sido borrifadas com produtos químicos.
Venenosas - Lírios do vale, azaléias, dedaleira, espirradeira, narcisos e outras. Evite-as e aprenda a reconhecê-las.
Evite - as flores do tomate, batata, berinjela, pimentas e aspargos.
Se estiver em dúvida, não use.
Flores Comestíveis - Curiosidades As pétalas de rosa há muito que são usadas em infusões e conservas. Agora são ingredientes de eleição para sobremesas e conferem um sabor suave e muito agradável a pratos fritos, como a tempura de pétalas de rosas, uma entrada deliciosa e rica em vitaminas. A capuchinha, ou flor de nastúrcio, muito decorativa, de gosto levemente picante e rica em vitamina C, combina na perfeição com saladas. Nativa do Peru, foi introduzida na Europa no final do século XVI e hoje é cultivada em todo o mundo.
Já na Idade Média, a calêndula, originária do centro e sul da Europa e da Ásia, era cultivada nas hortas, desidratada e utilizada como corante em caldos, queijos amarelos, manteiga e bolos. As suas pétalas são utilizadas frescas em saladas, em crepes ou no arroz, em substituição do açafrão.
Nativo da Europa e Ásia Ocidental, o amor-perfeito contagiou o mundo inteiro. Além de lhe serem atribuídas propriedades diuréticas, é muito requisitado para saladas e sobremesas. A flor de borago, oriunda do norte de África, é secularmente conhecida por possuir efeitos benéficos sobre o corpo e a mente. Deve ser sempre utilizada fresca, uma vez que perde as suas propriedades depois de seca, e marca presença frequente em saladas ou em bolos e sobremesas.
A begónia, a tulipa, a alfazema e o gerânio são também contempladas nesta selecção, e as suas utilizações variam consoante a imaginação e a experiência dos cozinheiros, tendo sempre em conta as suas características – no fundo, tal como se utiliza qualquer outro ingrediente em culinária. Flores Comestíveis - Dicas Gastronómicas e Culinárias
Vinagres e azeites podem ser aromatizados com flores. Salpique flores em suas saladas para ficarem mais coloridas e apetitosas. Faça cubos de gelo com flores. Coloque a flor dentro de utensílios para fazer cubos de gelo e cubra com água. Leve ao congelador e retire na hora de servir.
Flores Comestíveis - letra A Abobrinha e Abóbora - São as mais conhecidas, também conhecidas como flor de cambuquira. Pode ser até recheada acompanhando pratos salgados e fica incrível em risotos e saladas. Agave americana - Planta das américas Central e do Sul: sua florescência demora entre 10 e 20 anos (antigamente acreditavam que esse tempo seria de 100 anos). Cultivada no México desde 1561, suas flores são ingeridas com tortilhas. Sua seiva é fermentada e obtém-se o pulque, bebida da qual, destilada, origina-se a tequila ou o mescal.
Allium schoenoprasum - É a popular cebolinha, ou, como chamam os ingleses, chives, usada em salada.
Aloysia citriodora Palau ou verbena-limão - Suas flores são muito usadas para aromatizar vinhos, recheios, aves, conservas e sobremesas, além do seu uso nos licores franceses. Originária do Chile e da Argentina.
Althaea rósea - De origem chinesa, é também chamada de rosa-de-Jericó. Suas flores são grandes, e suas cores podem ser branca, amarela, vermelha ou cor de vinho. Usadas em saladas, e a cor de vinho para escurecer o vinho. Amor-Perfeito - Tem textura aveludada e é refrescante. Boa para saladas ou aromatizar vinagres.
Anethum graveolens - Conhecido também como endro ou aneto, e os ingleses chamam de drill. Suas flores são usadas em picles de pepino ou de couve-flor.
Anthemis tinctoria, ou camomila amarela - Vinda do sul e centro da Europa, sua floração ocorre entre julho e outubro, na Europa.
Averrhoa carambola, ou carambola - Suas flores são usadas em saladas; seu fruto é também conhecido como “fruto-estrela”, pois, quando cortado transversalmente, tem formato de uma estrela. Podemos fazer suco para beber. Seu suco é bom para tirar manchas das mãos e de roupas. No Brasil, foi introduzida no estado de Pernambuco, em 1817, pois os portugueses a trouxeram da Índia, e sua origem provável é africana. De seu fruto verde fazem-se picles. Flores Comestíveis - letra B
Bauhinia purpúrea - Suas flores são grandes, a coloração é vermelha ou rósea, e são usadas em saladas, especialmente as de peixe como o atum. Borago - As pétalas formam uma estrela de 5 pontas, de cor violeta. Boa para saladas e aromatizar vinagres.
Borago officinalis, ou borragem - As flores, quando frescas, têm um tom azul e, quando mais velhas, passam para rosadas; sua origem é da Ásia ou do Mediterrâneo. Usadas em saladas, formam um prato multicor e, segundo dizem, o sabor é de pepino. Os antigos acreditavam que tinham um efeito mágico sobre o corpo e a mente, tornando o homem alegre e feliz.
Flores Comestíveis - letra C
Calendula officinalis - É a popular calêndula. Suas pétalas podem ser misturadas ao arroz, ao peixe, à sopa, aos queijos, iogurtes e omeletes, dando uma coloração como a do açafrão; usada também como corante de manteiga e queijo.
Crocus sativus - É o açafrão verdadeiro, uma planta caríssima, pois, para termos 1 quilo, precisamos de 100 mil flores. Usado há séculos em molhos, arroz e aves.
Curcubita pepo Duchesne - É a nossa conhecida abóbora. Podemos comer suas flores fritas, empanadas em ovo e farinha, ou ainda recheada de queijo forte, ou ainda em sopa, especialmente a de milho.
Flores Comestíveis - letra D Dianthus cayophyllus - É a nossa conhecida cravina. Suas flores podem ser digeridas em saladas, torta de frutas, sanduíches, e ainda para aromatizar vinagres, geléias, açúcar e vinho. Quando açucaradas, podemos enfeitar bolos. Seu corante é muito usado em confeitaria.
Flores Comestíveis - letra H Helianthus annuus, ou o famoso girassol - Os botões florais são cozidos, servidos como aspargos, e suas flores em saladas. Era cultivado pelos indígenas no norte do México, há mais de 3.000 anos.
Flores Comestíveis - letra M Myrtus communis - É a murta, e suas pétalas podem ser usadas em salada de fruta.
Flores Comestíveis - letra N Nastúrcio - Sua origem é peruana, sendo levada para a Espanha no século XVI. Suas cores vão do amarelo ao vermelho. Seu sabor lembra o agrião. Muito utilizadas em saladas.
Flores Comestíveis - letra P Pelargonium capitatum, ou gerânio - Muito usado em saladas.
Flores Comestíveis - letra R Rosa - Muito tradicional na cozinha árabe, onde a essência de rosas é muito utilizada; Em cremes e mousses, combinadas com suco de frutas. Normalmente é feita uma infusão primeiro para concentrar o sabor. Em limonadas e sucos de laranja, para dar um toque exótico.
Flores Comestíveis - letra T Tabebuia heptapyla - É o ipê-rosa ou piúva. A flor cor-de-rosa é comestível. Planta da Mata Atlântica e floresce de junho a setembro.
Tabebuia impetiginosa, ouipê-roxo- Como o ipê-rosa, também suas flores são comestíveis. Floresce de maio a setembro e é originário da Mata Atlântica.
Tropaealum majus - Também conhecida como chaguinha ou capuchinho. De flores vistosas, nas cores amarela e vermelha. Começaram a ser usadas no Oriente; flores, folhas e semente têm gosto apimentado. Flores Comestíveis - letra V
Viola odorata -Violeta verdadeira (não é a violeta-africana, encontrada nas floriculturas). Quando fresca, é usada em saladas; cristalizada, usada para decoração de bolos, pudins e sorvetes. E ainda cura gripe ao limpar os pulmões.
Plantas Tóxicas
Segundo dados do Ministério da Saúde, ocorrem cerca de 2.000 casos por ano de intoxicações por plantas no Brasil. Destes, 95% ocorrem com humanos, enquanto cerca de 5% acontecem com animais. Dentre os casos de intoxicações com humanos, cerca de 70% ocorrem com crianças e 20% com adultos, estando o restante dos casos divididos entre adolescentes e idosos. As intoxicações com crianças são geralmente acidentais e ocorrem durante as brincadeiras. As crianças entre 0 e cinco anos de idade intoxicam-se principalmente com plantas cultivadas em vasos dentro das residências.
Entre as principais plantas causadoras de intoxicações nessa faixa etária estão o comigo-ninguém-pode o antúrio e o tinhorão.
Os casos de intoxicações com crianças que possuem entre 06 e 12 anos ocorrem principalmente durante as brincadeiras em grupo em terrenos baldios, praças públicas e calçadas, sendo os casos com a coroa-de-cristo, o pinhão-branco, o pinhão-roxo, a mamona e o chapéu-de-napoleão o mais comuns.
As intoxicações com adultos e adolescentes ocorrem principalmente pelo uso de plantas abortivas e alucinógenas, tais como a buchinha e a saia-branca. São comuns, também, intoxicações pelo uso de plantas como remédios (na forma de chás e infusos), durante atividades de poda e jardinagem (principalmente pelo contato do látex ou da seiva com os olhos) e também pela ingestão de plantas tóxicas confudindas com plantas alimentícias. Nessa última circustância pode ser citada como exemplo uma espécie de tabaco denominada popularmente como charuto-do-rei, que foi ingerida por várias pessoas que confudiram a espécie com a couve.
A maioria dos casos que ocorrem pela utilização de plantas como remédio está relacionada ao fato da crença de que remédios feitos a partir de plantas são naturais e por isso não fazem mal. No entanto, é preciso lembrar que toda planta medicinal é potencialmente tóxica. A sua atividade tóxica vai dependender da dose utilizada, da frequência da ingestão, da interação com outros medicamentos e da sensibilidade da pessoa à substâncias presentes na planta.
Em caso de dúvidas sobre intoxicações ligue 0800-7226001. O serviço funciona 24 horas, todos os dias da semana. Clique aqui para ver uma listagem das plantas tóxicas.