sexta-feira, 24 de maio de 2013

DIA NACIONAL DO CAFÉ EM DIFERENTES LÍNGUAS - licor de café


Licor de café 

O nosso CAFÉ em diferentes línguas.....

Semântica

Espécies e Classificações do Café

Alguns estudiosos aventaram a hipótese de que a palavra café viria de Kaffa, a província da Abissínia onde o cafeeiro existe em estado selvagem. Porém, o mais provável é que o nome dessa bebida venha do árabe qahwah (ou qahua, cahwa, cahwe, qahwa) que significa vinho, através do turco kaveh (ou kahvet). A palavra é semelhante em muitas línguas: 


Abissínio – bun
Alemão – Kaffee
Árabe – qahwa, qahwah
Basco – kaffia
Chinês – kai-fey, kia-fey, teutsé
Croata – kafa
Dinamarquês – kaffe
Espanhol – café
Esperanto – kafva
Finlandês – kahvi
Francês – café
Grego – kaféo
Holandês – koffie
Húngaro – kavé
Inglês – coffee
Italiano – caffè
Japonês – kéki
Malaio – kawa, koppi
Persa – qéhvé
Polonês – kawa
Português – café
Romeno – cafea
Russo – kophe, kophei
Sérvio – kava
Sueco – kaffe
Turco – kahvé, kahveh, kahué



http://giancafe.com.br/blog/
 http://www.revistacafeicultura.com.br/


  Cozinhafaria·14 vídeos
 
Sérgio Parreiras Pereira 
comentou em: 02/02/2010 07:43
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

HISTÓRIA DO CAFÉ NO BRASIL - BACH:CANTATA DO CAFÉ - pt



História do Café no Brasil

 








 
Cantata do café de Bach- Final Chorus - 5m.
 
Ganhar uma música escrita por um dos maiores nomes da música clássica como Bach não é para qualquer um. Inspirado pelo café, o compositor alemão fez uma cantata cômica, uma pequena ópera, sobre a bebida. A Kaffee Kantate foi encomendada por Zimmermann, proprietário de uma cafeteria na cidade alemã Leipzig chamada de Kaffeehaus. Lá, ela foi apresentada durante quatro anos seguidos (entre1732 e 1735).

A dica desta beleza musical foi do leitor Ricardo Minoda. Ele se lembrou desta obra quando leu meu post Trilha Sonora Cafeinada e, agora, divido com vocês.

Curiosamente, os papéis femininos da obra foram interpretados por homens, pois “cantoras” eram proibidas em lugares sérios da época. A história conta de um pai que tenta fazer com que sua filha não tome café e até lhe oferece um noivo. A filha Lieschen aceita finalmente a troca, mas, espertamente, inclui uma cláusula que a permite tomar café sempre que ela quisesse no contrato matrimonial.

 Ricardo :a tradução da letra, 
como segue logo abaixo:


“O gato não é o rato,
O café continua sendo o irmão das solteiras.
A mãe ama o café quente,
A avó bebia isso também,
Quem quer insultar suas filhas!”
Alguns versos extraídos da cantata são muito engraçados:
“Ah, como é doce o seu sabor.

Delicioso como milhares de beijos,
mais doce que um moscatel.
Eu preciso de café.”
“Paizinho, não sejas tão mau.
Se eu não beber meu café
as minhas curvas vão secar
as minhas pernas vão murchar
ninguém comigo irá casar.”



Cantata  do Café de Bach  - 29m
A HISTÓRIA DO CAFÉ NO BRASIL

O café chegou ao norte do Brasil, mais precisamente em Belém, em 1727, trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta a pedido do governador do Maranhão e Grão Pará, que o enviara às Guianas com essa missão. Já naquela época o café possuía grande valor comercial.

Palheta aproximou-se da esposa do governador de Caiena, capital da Guiana Francesa, conseguindo conquistar sua confiança. Assim, uma pequena muda de café Arábica foi oferecida clandestinamente e trazida escondida na bagagem desse brasileiro.

Devido às nossas condições climáticas, o cultivo de café se espalhou rapidamente, com produção voltada para o mercado doméstico. Em sua trajetória pelo Brasil o café passou pelo Maranhão, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Num espaço de tempo relativamente curto, o café passou de uma posição relativamente secundária para a de produto-base da economia brasileira. Desenvolveu-se com total independência, ou seja, apenas com recursos nacionais, sendo, afinal, a primeira realização exclusivamente brasileira que visou a produção de riquezas.

Em condições favoráveis a cultura se estabeleceu inicialmente no Vale do Rio Paraíba, iniciando em 1825 um novo ciclo econômico no país. No final do século XVIII, a produção cafeeira do Haiti -- até então o principal exportador mundial do produto -- entrou em crise devido à longa guerra de independência que o país manteve contra a França. Aproveitando-se desse quadro, o Brasil aumentou significativamente a sua produção e, embora ainda em pequena escala, passou a exportar o produto com maior regularidade. Os embarques foram realizados pela primeira vez em1779, com a insignificante quantia de 79 arrobas. Somente em 1806 as exportações atingiram um volume mais significativo, de 80 mil arrobas.

Por quase um século, o café foi a grande riqueza brasileira, e as divisas geradas pela economia cafeeira aceleraram o desenvolvimento do Brasil e o inseriram nas relações internacionais de comércio. A cultura do café ocupou vales e montanhas, possibilitando o surgimento de cidades e dinamização de importantes centros urbanos por todo o interior do Estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e norte do Paraná. Ferrovias foram construídas para permitir o escoamento da produção, substituindo o transporte animal e impulsionando o comércio inter-regional de outras importantes mercadorias. O café trouxe grandes contingentes de imigrantes, consolidou a expansão da classe média, a diversificação de investimentos e até mesmo intensificou movimentos culturais. A partir de então o café e o povo brasileiro passam a ser indissociáveis.

A riqueza fluía pelos cafezais, evidenciada nas elegantes mansões dos fazendeiros, que traziam a cultura européia aos teatros erguidos nas novas cidades do interior paulista. Durante dez décadas o Brasil cresceu, movido pelo hábito do cafezinho, servido nas refeições de meio mundo, interiorizando nossa cultura, construindo fábricas, promovendo a miscigenação racial, dominando partidos políticos, derrubando a monarquia e abolindo a escravidão.


Além de ter sido fonte de muitas das nossas riquezas, o café permitiu alguns feitos extraordinários. Durante muito tempo, o café brasileiro mais conhecido em todo o mundo era o tipo Santos. A qualidade do café santista e o fato de ser um dos principais portos exportadores do produto, determinou a criação do Café Tipo Santos.


Implantado com o mínimo de conhecimento da cultura, em regiões que mais tarde se tornaram inadequadas para seu cultivo, a cafeicultura no centro-sul do Brasil começou a ter problemas em 1870, quando uma grande geada atingiu as plantações do oeste paulista provocando prejuízos incalculáveis.

Depois de uma longa crise, a cafeicultura nacional se reorganizou e os produtores, industriais e exportadores voltaram a alimentar esperanças de um futuro melhor. A busca pela região ideal para a cultura do café se estendeu por todo o país, se firmando hoje em regiões do Estado de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, Bahia e Rondônia. O café continua hoje, a ser um dos produtos mais importantes para o Brasil e é, sem dúvida, o mais brasileiro de todos. Hoje o país é o primeiro produtor e o segundo consumidor mundial do produto.
Café - Riqueza Nacional
Li-Sol-Sou-30
 Fonte
hayabuzabrasil  
http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/curiosidades/cantata-do-cafe-de-bach/
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quarta-feira, 15 de maio de 2013

FAÇA SEU PRÓPRIO BIOFERTILIZANTE - vídeos


Preparo do biofertilizante - Sítio Santa Maria  - 9m
Super Biofertilizante - 1m
Embrapa- 15m


O biofertilizante  é um dos fertilizantes mais completos, para uso tanto em jardinagem, como em plantas ornamentais, aromáticas, hortaliças, folhagens, etc.
Também é utilizado há muito tempo como um repelente natural, que ao invés de matar os insetos, os repele, deixando as plantas livres de pragas. É usado também no tratamento de sementes, prevenindo o ataque de pragas e doenças e fornecendo o fertilizante inicial para a planta em formação. Para utilizar em sementes, basta deixá-las de molho por 4 a 5 minutos, e depois colocá-las para secar à sombra. As sementes assim tratadas, deverão ser plantadas imediatamente, pois após um período, perdem seu poder germinativo.

O uso do Biofertilizante em estaquia
O uso do Biofertilizante em estaquia

Em propagações vegetativas, como em estaquias, alporquias, mergulhias, etc, também poderemos fazer uso do biofertilizante. Em estacas, por exemplo, pode ser utilizada a mesma técnica descrita para sementes.
O melhor uso deste excelente produto, se obtém através da pulverização. Desta forma podemos antecipar e prolongar floradas, podemos ter mais de uma florada por ciclo, prevenir o ataque de pragas, além de deixar as plantas mais vistosas e saudáveis. A pulverização deverá ser sempre feita à tarde, e após uma farta irrigação, para não causar estresse hídrico as plantas pois, apesar de natural, é um produto concentrado.

Passo a passo do biofertilizante:
Uma bombona grande é ideal para a produção do Biofertilizante
Uma bombona grande é ideal para a produção do Biofertilizante

O biofertilizante é  simples de se fazer. Em um recipiente, que pode ser um garrafão d’água de 20 litros, ou uma bombona de 50 até 200 litros, coloque 50% de esterco bovino fresco, adicione mais 50% de água não clorada. Esta água não clorada, pode ser de fontes, poços, ou água de chuva. Outra maneira de obtê-la é utilizando a água comum da torneira, deixando-a descansar destampada por pelo menos 24 horas. O cloro é muito volátil e evapora totalmente após este período.
 Misture bem o esterco com a água, e deixe fermentar naturalmente. Este recipiente deve ser hermeticamente fechado, pois caso houver alguma entrada de ar, o oxigênio interromperá o processo anaeróbico envolvido na produção deste fertilizante. No processo de fermentação, se formará gás metano. Para proteger o meio ambiente, este gás pode ser eventualmente queimado.

Após 30 dias, o biofertilizante estará pronto para uso. Se a opção for pulverizar as plantas, o produto deverá ser coado, evitando assim o entupimento do bico do pulverizador. As pulverizações deverão ser feitas a cada 8 ou 10 dias, dependendo da necessidade das plantas.

O aspecto do Biofertilizante pronto
O aspecto do Biofertilizante pronto
O biofertilizante poderá também ser usado na irrigação das plantas. Os intervalos são os mesmos, ou seja, a cada 8 a 10 dias. A concentração ideal é de 25 a 30% de biofertilizante para 70 a 75% de água. Então, para cada 10 litros de água, use 2,5 a 3 litros do biofertilizante. 
Também pode ser utilizado puro, sem diluir, na terra dos vasos por exemplo. Fazendo assim e deixando de 4 a 5 dias descansando antes de plantar, o biofertilizante elimina as bactérias e fungos nocivos que por ventura possam estar contaminando o substrato, além é claro, de enriquecê-lo com nutrientes para as plantas.

Apesar de todas estas vantagens, o uso do biofertilizante não dispensa as adubações normais necessárias às plantas. Ele é um importante coadjuvante na promoção e na manutenção da saúde das plantas, mas para resultados excelentes, ele deve ser utilizado juntamente com boas práticas de manejo, como uma boa irrigação, iluminação, fertilização, e todos os cuidados de que necessitam as plantas.

Espero que você também tenha sucessos com o uso desta antiga, mas magnífica técnica.

 http://www.jardineiro.net/como-fazer-seu-proprio-biofertilizante.html
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