- O Trilhas do Sabor desvenda o mundo das bebidas. Durante dois programas, Rusty Marcellini mostra curiosidades de drinks raros e famosos. Neste episódio, o apresentador conta alguns dos segredos do licor. Ele acompanha uma produtora durante suas compras no Mercado Central. No local, eles conferem qual é a melhor "matéria-prima" para a produção do licor. A bebida, que é feita de modo artesanal e possui vários sabores tradicionais, como jabuticaba e maracujá, também pode ser encontrada com sabores curiosos, como ovo, e kümmel que, em alemão, significa alcarávia ou cominho. O apresentador conta, ainda, curiosidades de uma bebida pouco conhecida: o hidromel, um fermentado à base de mel. Mais antiga do que a própria cerveja, o hidromel é uma bebida deliciosa!
Obs:Hidromel : semente de cipreste - escandinavo Dinamarca 18% alcool
- ?Flores de hibisco - Hidromel de maçã - Amora - gengibre - pitanga e nós moscada - - - Teor alcóolico : 15% Teor alcóolico 19% Teor Alcoólico - 22%
Literatura não há, em português
Origem: Egito Produção: Os nórdicos MELOMEL - quando é feito com frutas
Algumas dicas de como fazer hidromel
em casa! Fazer esta maravilhosa bebida é mais fácil e divertido do que
você imagina! Tente! - Inscrevan-se no meu canal para estarem atentos
aos novos vídeos! Saúde!
Email: pompeiahidromeis@rocketmail.com Blog: www.pompeiahidromeis.wordpress.com Forum: www.hidromelbrasil.forumeiros.comhttp://hidromelbrasil.forumeiros.com E
este é o endereço do FORUM sobre hidromeis que criei, assim podemos
conversar mais e mais sobre hidromel e outras bebidas artesanais.
Abraços e aguardo vocês!!
HIDROMEL CASEIRO
Vídeo-aula - 12m
Reidratar o fermento -8m
A saga do hidromel - 1 - 8m
Esterilização de garrafas - 2m
Lothlöryen - Walkyyries Mead
-Luis Felipe Moraes - Trásfegas e Clarificação -4m
Os favos são estruturas feitas de cera ou fibras vegetais
usadas por abelhas e vespas para construção de seus ninhos. Divididos em
células chamadas de alvéolos, os favos são usados para armazenar
alimento ou para o desenvolvimento da cria. A disposição dos favos nas
colônias e o formato dos alvéolos variam de acordo com a espécie de
abelha ou vespa. No caso das abelhas da espécie Apis mellifera os favos são construídos na posição vertical, com cera produzida pelas próprias operárias, e os alvéolos tem formato hexagonal.
Futurando!
Abelhas sem ferrão são alternativa para produção de mel em centros urbanos
Cientistas estão preocupados com a diminuição da população de abelhas e
buscam soluções ao problema. Estes insetos são peças fundamentais na
polinização de vegetais.
O Futurando mostrou a preocupação de cientistas com a redução
no número de abelhas e algumas iniciativas para a criação desses insetos
em espaços urbanos. Isso porque é preciso encontrar formas de assegurar
a fertilização das plantas, na qual as abelhas exercem um importante
papel.
A polinização é um processo fundamental para a produção de alimentos e
as abelhas são as grandes responsáveis por garantir a reprodução das
espécies que precisam de ajuda externa para mover o pólen das anteras
(gametas masculinos) para os estigmas (femininos).
Estima-se que existam entre 25 e 30 mil espécies de abelhas no mundo.
Elas contam com a ajuda de moscas, vespas, besouros, borboletas ou mesmo
de algumas espécies vertebradas para assegurar a reprodução de pelo
menos 80% dos vegetais. Os dados são apontados por um relatório em
inglês sobre as abelhas e seu papel na sustentabilidade das florestas,
publicado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e
Alimentação.
O documento relata ainda que nas florestas tropicais e outras coberturas
vegetais de clima quente, apesar de pouco reconhecido, o papel das
abelhas é fundamental. Muitas espécies de plantas e animais não
sobreviveriam sem o trabalho desses insetos, já que a produção de sementes, nozes, castanhas e frutas entraria em colapso.
Algumas plantas precisam da visita de várias abelhas para assegurar que o
processo de fertilização seja completo. O relatório aponta como
exemplos o morango – que precisa de pelo menos 20 grãos de pólen – e as
maçãs, que precisam de quatro ou cinco abelhas para completar seu ciclo.
Se a fertilização for inadequada por causa da falta de abelhas, nem
todas as sementes se desenvolverão. Adaptação
Como o programa mostrou, alguns apicultores têm investido na criação de
abelhas em áreas urbanas. Entre tantas espécies, algumas se adaptam
melhor ao propósito e podem até mesmo conviver pacificamente com pessoas
e animais domésticos. Entidades como a Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa) chamam a atenção para as facilidades na criação
de abelhas sem ferrão, especialmente da subfamília Meliponinae.
Embora essas abelhas produzam menos do que as tradicionais melíferas,
seu mel tem maior valor de mercado justamente por ser mais raro. Além
disso, pesquisas em laboratório apontaram outras vantagens: o mel das
meliponíneas é considerado medicinal.
Como demonstra Isabela Raposeiras no seu Coffee Lab (e em aula no 7º Paladar – Cozinha do Brasil), tomar café não é mais beber
aquele pó velho e queimado passado por uma máquina desregulada e suja. O
café é nuançado, sutil, exprime terroir, tem complexidade que varia
como as uvas. E precisa ser completamente diferente do que nossos
hábitos culturais fizeram dele: nem superquente nem superconcentrado.
Em minha temporada atual,
entre Berlim, Paris e Copenhague, andei visitando as neocafeterias,
onde reina a marca japonesa Hario, com seu famoso filtro V-60 (com algum
Chemex aparecendo aqui e ali). O ambiente é parecido em todas as
cidades: quase não há o que comer e o café é o centro, para ser sorvido
com lentidão.
Tempo vagaroso que se repete no caso de fazê-lo em casa:
o slowffee, ritual do café devagar, que precisa de tempo disponível,
atenção, lentidão. A moagem não é de pó fininho: tem de ser meio
arenoso, moído grosso, tátil, algo que se sente com os dedos. Os grãos
são mais para o claro e mostram toque amendoado, de semente, recuperando
o lado “natureza” do café.
O coador de papel precisa ser umedecido antes. A temperatura não pode ser alta (aqui em Berlim
minha cafeteira mostra a temperatura da água – paro nos 95°C, antes que
ferva). Muita frescurite, afetação até, mas compensa, porque grãos
caros e raros, como os grand crus da Etiópia, têm bouquet e sabores que
não se acham nos cafés corriqueiros.
Os lugares de café
ritmado ficam em bairros boêmios-chiques: Brooklin em Nova York, East
End em Londres, Marais em Paris, Prenzlauer Berg em Berlim e Norrebro em
Copenhague. Os baristas têm barba, óculos de armações enormes, camisas
de flanela, são indies, com pé no hipster. E são muito blasés – ai de
você se pedir um prosaico café com leite, sem maiores qualificativos…
Não há música, mas Wi-Fi é imprescindível. O The Barn em Berlim proíbe
celulares e desaconselha a presença de crianças. As tortas são
monásticas, finas, ácidas, quase só fruta. O Coffee Collective, em
Copenhague, nem tem algo para comer.
Meio obsessivo e chato? O
café justifica. Grãos do mundo todo tratados com rigor. Torrefação
experimental de cada microlote. A chamada cupping, prova maciça uma vez
por semana. Dessa grande tostagem e degustação saem os produtos vendidos
por curto tempo. Normalmente há uns três tipos à venda por semana. E o
atendente é um psicanalista da cafeína: quer mais frutado? Buzira, do
Burundi. Mais ácido com toque de caramelo no aroma? Yukro, da Etiópia.
Robusto no corpo, mas sutil no sabor? Palma Real, de El Salvador.
Não
é a variedade que domina (mesmo que a La Caféotheque de Paris ofereça
mais de 20 tipos de grãos), mas o modo de tratar a matéria-prima. Sempre
há cafés do Brasil, mencionados com respeito. Pena que tão poucos
brasileiros saibam do real sabor e valor dos cafés do País. Sim, o café
brasileiro é dos melhores do mundo, só precisa ser manuseado como tal.
De
todos os slowffees visitados, os que mais impressionaram foram o Coffee
Collective, espécie de Vaticano para os cafezistas, em uma rua estreita
de Copenhague; em Berlim, o The Barn, pelo rigor enorme, calvinista,
com que a bebida é tratada; e o Five Elephant, pela qualidade da
matéria-prima. Mas a cada dia aparecem novos e bons: só para citar, o
Bonanza Coffee Heroes, o No Fire No Glory, berlinenses; e o KBCafé South
Pigalle, em Paris.
Um café tomado enquanto escrevo este artigo
(como escrevê-lo sem o empurrão da cafeína?), feito em casa com grãos de
El Desarollo, da Colômbia, tem a cor translúcida e havana-clara de chá,
coado com o filtro Hario V-60 do No Fire, No Glory. É suntuoso,
almiscarado, tem acidez fantástica, deve ser bebido morno, e está
inacreditavelmente complexo, cada golada revela um sabor. Uma xícara de
125 ml me tomou mais de meia hora para beber, aproveitando as mutações
com a temperatura e a exposição ao oxigênio. Vinho? Parece, no modo de
abordá-lo e aproveitá-lo.
O novo café não tem volta. Depois de
algo assim, todos os expressos ficam iguais, amargos, desequilibrados e
sem gosto, caldo preto queimado. Puá!…
No Fire, No Glory. Rykerstrasse 45, Berlim.
Uma das novidades promissoras na capital alemã
Coffee Collective.
Jaegerborgadde 10, Copenhague.
Nesta espécie de Vaticano para os
cafezistas, a atenção está voltada para o café;
não há nem mesmo algo
para comer.
Five Elephant. Reichenbergerstrasse 101, Berlim.
Impressiona pelo rigor no preparo e qualidade da matéria-prima.
— The Amsterdam Baroque Orchestra & Choir
Conductor - Ton Koopman
The Amsterdam Baroque Orchestra & Choir Conductor - Ton Koopman Soprano - Anne Grimm Tenor - Lothar Odinius Bass - Klaus Mertens Schweigt stille, plaudert nicht (Be still, stop chattering) (aka The Coffee Cantata) (BWV 211): 1. Schweigt stille, plaudert nicht 2. Hat man nicht mit seinen Kindern 3. Du böses Kind, du loses Mädchen 4. Ei! wie schmeckt der Coffee süße 5. Wenn du mir nicht den Coffee lässt 6. Mädchen, die von harten Sinnen 7. Nun folge, was dein Vater spricht 8. Heute noch, lieber Vater, tut es doch 9. Nun geht und sucht der alte Schlendrian 10. Die Katze lässt das Mausen nicht