segunda-feira, 5 de maio de 2014

PAU-ROSA - BOTÂNICA DO BRASIL




Introdução
As florestas de terra firme da região amazônica apresentam alta diversidade de espécies arbóreas (Rankin-de-Merona et al. 1992; Oliveira 2000), sendo parte delas de valor comercial (Clay et al. 1999). Estas espécies, a exemplo do pau-rosa, são as primeiras a serem atingidas com a exploração florestal. 

O pau-rosa vem sendo utilizado durante décadas para a extração do linalol, produto valorizado por ser excelente fixador de perfumes (Alencar & Fernandes 1978), fato este que levou a um declínio de suas populações (Vieira 1970; Costa et al. 1995). Por esta razão, o IBAMA, através da Portaria N. 37-N, de 3 de abril de 1.992, considerou a espécie ameaçada de extinção.

Apesar da importância econômica do pau-rosa, 
pouco se conhece sobre a auto-ecologia da planta,(Impa?) 
 o que dificulta a elaboração de planos de conservação 
e manejo da espécie. 


Outro fato agravante é que o pau-rosa apresenta padrão de frutificação irregular e, quando frutifica, os frutos sofrem grande pressão de Psitacídeos e de larvas de insetos (Magalhães & Alencar 1979). No entanto, não existem dados qualitativos de produtividade e perda de frutos. Um dos objetivos desta pesquisa foi, portanto, quantificar a pressão destes consumidores de frutos, utilizando uma população de plantio sob sombra parcial de floresta primária, e propor soluções para manejo da espécie.

Material e métodos
Distribuição e característica da espécie - O pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke var. amazonica Ducke, Lauraceae), sinônimo Aniba duckei Kostermans, apresenta ampla distribuição geográfica ocorrendo em grande parte da região amazônica (Ducke 1930; 1938; Kostermans 1938).

 No Brasil, 
as maiores populações 
encontram-se restritas à porção ocidental da Amazônia 
(Leite et al. 1999). 
É espécie característica de floresta pluvial
 em solos argilosos não inundável (Ducke 1938). 
As árvores atingem até 30m e todas as suas partes são aromáticas; casca pardo-amarelada, ritidoma desprende em placas grossas; folhas coriáceas; inflorescência lateral de 2,5cm de compr. multiflora, flores pequenas; cúpula do fruto espessa, ferrugínea; fruto do tipo baga, 26,5×19,5cm, cor vinho-escuro quando maduro (Fig. 1). A espécie apresenta sistema reprodutivo do tipo dicogamia sincrônica, onde existem duas classes de indivíduos com periodicidade floral (A e B), mecanismo que funciona como uma dioecia temporal (Kubitzki & Renner 1982; Kubitzki & Kurz 1984).


Área de estudo - As pesquisas foram desenvolvidas em um plantio de pau-rosa localizado na Reserva Florestal Ducke (100km2) ao norte de Manaus, no km 27 da rodovia AM 010 (2 37'S, 60 11'O). O relevo da área é ondulado com uma variação de 100m entre os platôs originais e as partes baixas. A vegetação é característica de Floresta Tropical Chuvosa de terra-firme cortada por pequenos cursos de água (Prance 1990).

A estrutura e florística dessa formação são definidas, principalmente, pelo tipo de solo e relevo (platô, vertente e baixio); nos platôs os solos são argilosos (latossolo amarelo-álico) e nas partes baixas, arenosos (podzóis e areias quartzosas) (Ribeiro et al. 1999). 

O clima é do tipo Afi, de acordo com a classificação climatológica de Köppen. A temperatura média anual (32 anos) variou de um mínimo de 25,3ºC a um máximo de 26,4ºC, enquanto a umidade relativa do ar de 84 a 91%. A precipitação média anual é de 2.400mm, com máxima de 300mm em abril, e mínima de 99mm em julho. Na região de Manaus ocorrem duas estações distintas: a chuvosa, estendendo-se de dezembro a maio, e a seca, de junho a novembro. Segundo o balanço hídrico de Thornthwaite, ocorre déficit hídrico no solo, de agosto a outubro (Ribeiro & Villa Nova 1979).

Produção e predação de frutos - O estudo foi desenvolvido em sistema de plantio de pau-rosa sob sombra parcial de floresta primária de terra firme; as árvores foram plantadas em 1967 dentro de uma parcela de 1ha, com espaçamento de 10×5m (Alencar & Fernandes 1978). A produtividade das árvores de pau-rosa foi quantificada utilizando coletores de frutos cobrindo toda a extensão da copa da árvore. Os coletores de frutos foram construídos utilizando telas de nylon (malha de 1,0mm; 1,5m larg.) costuradas em círculos, caracterizando um sistema similar a uma teia de aranha. Foram usadas 10 repetições, escolhidas ao acaso a partir de um conjunto de 75 árvores. 

A produção de frutos foi calculada com base no total de cúpulas caídas nos coletores e coletadas nas copas das árvores (utilizando um podão de vara). No final do experimento, o total de frutos (inteiros, predados e sementes) foi comparado com o total de cúpulas (caídas ou na copa das árvores), e a diferença considerada como dispersão (frutos e/ou sementes potencialmente removidos) (Spironello et al. 2003). A produção de frutos de outras 11 árvores também foi quantificada, mas o método utilizado foi o de contagem direta, ou seja, os frutos foram coletados próximos da maturação por meio de um podão de vara.

Os consumidores de frutos foram identificados através de observações in loco (censos e utilizando torre de observação) e através de marcas deixadas nos frutos. Os censos e a coleta de frutos foram realizados entre duas a cinco vezes por semanas.

 Os frutos foram divididos em quatro categorias: 
1) abortos, 
2) imaturos, 
3) maduros e
 4) secos.

 Posteriormente, eles foram separados em cada classe de consumidor e categorizados como: viáveis, predados por vertebrados, infestados por larvas de insetos e inviáveis devido ao ataque de insetos. A taxa de viabilidade em frutos infestados por larvas de insetos foi testada em condições de laboratório; as sementes foram acondicionadas em pequenas caixas de plástico e mantidas com umidade controlada até o início de sua germinação. 

As larvas de insetos foram identificadas in loco ou através das características físicas de seus dejetos (identificados a priori). Paralelamente, testouse o nível de ataque por larvas de insetos em frutos descartados (retirados da cúpula e rejeitados) e consumidos (ingeridos) por frugívoros.

Análises estatísticas - Análise de correlação de Pearson foi utilizada para verificar associação entre variáveis (esforço reprodutivo, aborto, tamanho da árvore com base no Diâmetro a Altura do Peito (DAP) e infestação de frutos por insetos); análises não paramétricas foram usadas quando os dados não apresentaram distribuição normal. Um teste G foi empregado para especular se os consumidores de frutos maduros (polpa) selecionam frutos não atacados por larvas de insetos. As análises estatísticas foram definidas com base em Sokal & Rohlf (1995) e rodadas com o programa BIOESTAT 2.0 (Ayres et al. 2000).

Resultados
Esforço reprodutivo - A intensidade de aborto de frutos de pau-rosa variou de 10-75,5% entre as árvores amostradas, totalizando 39,5% (n = 10 árvores, 11.190 frutos). O número de abortos não foi correlacionado com a produtividade da árvore (r = 0,44; n = 10; P > 0,19). Excluindo os abortos, os resultados também mostraram grande variabilidade em relação ao número de frutos produzidos por árvore, entre 40 e 1.600 frutos, com uma média de 408 ± 406 frutos (18-31cm de DAP, n = 21). Os dados de produtividade individual mostraram baixa correlação com o tamanho dos indivíduos (r = 0,36; n = 21; P > 0,1). Considerando que nem todas as árvores do plantio produziram frutos anualmente no período de três anos, entre 87 a 96% dos indivíduos reprodutivos (n = 75 árvores), estima-se uma produção anual entre 23.000 (130kg) a 29.000 frutos (160kg). O tempo médio de maturação dos frutos foi de 419 (DP ± 39) dias, variando entre 12 e 15 meses (dados de fenologia de 2001-02).

 O período de frutificação da população foi de seis meses, com tempo médio de frutificação individual de 140 ± 22 dias (n = 12 árvores).
Pressão de consumidores e de predadores de frutos - O nível de infestação de larvas de insetos em abortos foi bastante elevado para a maioria das árvores, com o mínimo de 38,5% e o máximo de 86,5% (10 árvores). Embora estudos controlados não tenham sido desenvolvidos para testar se os insetos induzem o aborto dos frutos, a freqüência de larvas de insetos foi menor em frutos imaturos coletados de outras árvores, variando entre 3-19,5% (484 frutos, n = seis árvores).

Cerca de 42,5% dos frutos produzidos em sistema de plantio foram removidos por tucanos (n = 10 árvores, n = 6.770 frutos) (Spironello et al. 2003). Dos frutos não removidos (n = 3.910), somente 0,5% foram predados, ainda na fase imatura, por vertebrados (papagaios e ratos); 81,5% continham ataque de larvas de insetos (5% inviáveis) e 18% não apresentaram sinais de ataque (4% secaram na árvore). Informações individuais sobre o tamanho de DAP das árvores, produtividade, abortos, frutos maduros, frutos não removidos pelos frugívoros e nível de ataque de larvas de insetos em frutos de pau-rosa também são mostrados na Tabela 1.


Considerando que cerca de 35% das sementes infestadas com larvas de insetos germinaram (n = 1.150 sementes testadas) e, que parte delas perde a viabilidade ainda na árvore, pode-se estimar perda de 59,5% dos frutos (54,7% por insetos) disponíveis para coleta. Três espécies de insetos foram verificadas atacando os frutos de pau-rosa. Um Coleoptera não identificado (Curculionidae) ataca os frutos durante a fase intermediária de desenvolvimento, enquanto outra espécie do gênero Heilipus sp. (77,5% dos frutos atacados) e um Lepidoptera não identificado (20%) atacam os frutos a partir da fase final de desenvolvimento (Fig. 2).

 O nível de infestação em frutos maduros não removidos pelos tucanos não foi associado com a produtividade da árvore (113-922 frutos, 29-96,5%, rs = 0,284; n = 10; P > 0,4). Nesta análise não foram considerados os frutos removidos por frugívoros, cerca de 40%. Os resultados indicam que os tucanos tendem a selecionar frutos não infestados ou sem ataque aparente de larvas de insetos; o índice de infestação em frutos cuja polpa foi totalmente consumida por tucanos foi menor (76%, n = 77 sementes) do que o esperado encontrar em frutos descartados (95%, n = 180 sementes) (G = 19,2 d.f. = 1; P < 0,001).


Discussão
Em sistema de plantio ocorreu grande perda de frutos em decorrência de abortos. Stephenson (1980) postulou que as plantas geralmente abortam frutos na fase inicial de desenvolvimento, como uma resposta à limitação de recursos. No entanto, em sistema de plantio, muitos frutos de pau-rosa abortaram durante a fase intermediária de desenvolvimento, fato que pode estar relacionado à baixa diversidade genética da população e/ou devido à ocorrência de autofecundação. Segundo Lee (1988), a origem do pólen interfere no sucesso de maturação dos frutos; aqueles oriundos de autofecundação apresentam maiores níveis de abortos do que os de fecundação cruzada.

Por outro lado, a maioria dos frutos de pau-rosa abortados apresentou algum nível de infestação por larva de insetos. Apesar da tendência de que frutos jovens coletados diretamente das árvores apresentaram menor ataque de larvas de insetos, não foi possível testar se elas induzem o aborto. No entanto, considerando que as larvas de curculionídeos destroem todo o endosperma do fruto em desenvolvimento (Fig. 2A), é possível especular que o aborto seja uma estratégia da árvore para evitar gastos de energia. Algumas sugestões também poderiam ser consideradas em relação às causas de aborto em frutos, como verificando as influências de limitação nutricionais do solo, de intensidade de polinização, da fonte de pólen, do número de doadores de pólen e dos danos causados por insetos (Lee 1988). 

Todos estes fatores, além da maior exposição à radiação solar (Spironello et al. 2003), provavelmente afetaram os resultados das análises testando associação entre produtividade e tamanho das árvores de pau-rosa em sistema de plantio.

Dos frutos que atingiram a maturação, a taxa de infestação por larvas de Coleoptera e de Lepidoptera foi acima de 75% para a maioria das árvores estudadas. No geral, cerca da metade dos frutos atacados por insetos perderam a viabilidade. Vale salientar que 35% dos frutos de pau-rosa infestados por larvas de insetos ainda germinam, quando o embrião não é destruído. Mas, será que a perda parcial do endosperma não comprometeria o desenvolvimento da plântula? No caso de sementes de carvalho, houve maior mortalidade de plântulas quando os insetos destruíram grande parte do endosperma da semente (Fukumoto & Kajimura 2000; Branco et al. 2002).

Outros fatores talvez contribuíram para a grande infestação de frutos por larvas de insetos em plantios, como o adensamento de árvores, fato que pode ter interferido na análise testando associação entre quantidade de frutos e nível de ataque por insetos. Infelizmente não existem dados comparativos na literatura sobre efeito de adensamento de espécies nativas e a relação ao ataque de insetos, entretanto há evidências de que em populações nativas ocorra grande perda de frutos de pau-rosa devido ao ataque de predadores de sementes, mas não existem dados qualitativos a respeito (Alencar & Fernandes 1978). 

De qualquer maneira é possível especular que também haja perda significativa de frutos por ataque de insetos em árvores nativas. Estudos sobre espécies florestais arbóreas têm demonstrado que as sementes da maioria destas espécies são, em muito das vezes, severamente danificadas por vários grupos de insetos, principalmente das Ordens Coleoptera (Bruchidae, Curculionidae, Anthribidae e Cerambycidae), Lepidoptera (Pyralidae) e Diptera (Tephritidae) (Santos et al. 1996). De fato, na região do estudo constatou-se alta infestação de larvas de insetos em sementes de frutos de Sapotaceae (Spironello 2004). Por exemplo, uma espécie não identificada de coleóptero (Curculionidae) causou perda de 12% do total de sementes produzidas em Micropholis guyanensis (A. DC.) Pierre spp. duckeana (Baehni) (entre 2-17%, n = cinco árvores) e de 14% em Pouteria rostrata (Huber) Baehni (entre 7-40%, n = cinco árvores).

Independentemente dos níveis de ataque, seja em populações naturais ou artificiais, é provável que existam diferenças interespecíficas quanto às defesas químicas da planta contra predadores. Por exemplo, o ataque de insetos foi muito baixo em apenas uma árvore estudada. Se esta resistência for comprovada, seria de extrema importância quantificar o ataque de insetos em árvores nativas para seleção de matrizes.

 Desta forma seria possível melhorar a eficiência da coleta de sementes no campo, assim como produzir mudas por propagação assexuada dessas matrizes, utilizando o método de estaquia (Sampaio et al. 2003). Por outro lado, ainda existem métodos alternativos para aumentar a viabilidade de sementes atacadas por larvas de insetos, como a retirada do tegumento da semente para acelerar a germinação (Ferraz 1993; Sampaio et al. 2003) e maturação artificial de frutos coletados próximos da maturação visual (dados não publicados).

Excluindo os insetos, a taxa de predação de frutos de pau-rosa por vertebrados foi baixa. No entanto, há evidência de que aves da família dos Psitacídeos (Alencar & Fernandes 1978; Magalhães & Alencar 1979) promovem grande destruição de frutos de pau-rosa em populações nativas. De fato os Psitacídeos causam grandes perdas de frutos para muitas espécies de árvores neotropicais (Janzen 1972; Roth 1984; Forshaw 1989; Galetti & Rodrigues 1992; Galetti 1993; Spironello 2004). Sendo assim, é possível que eles utilizem mais ou menos intensivamente alguns recursos, a exemplo do pau-rosa, em decorrência da maior ou menor disponibilidade de outros alimentos na floresta.

Em relação aos tucanos, houve poucos registros de sementes danificadas durante o forrageio e isto se deve ao fato de que estas aves consomem preferencialmente a polpa de frutos maduros e, quando ingerem os frutos, regurgitam as sementes (após 15-25min.) intactas, ou seja, sem ter alterado a viabilidade das mesmas.

Finalizando, as larvas de coleópteros e lepidópteros, por atacarem as sementes, assim como os consumidores de polpa, como tucanos, por remoção, promovem grande perda de frutos de pau-rosa em sistema de plantio sob floresta primária.

 É provável que este padrão de consumo de frutos ocorra em populações naturais, porque tanto a estrutura vegetal quanto a comunidade animal permanecem pouco modificadas na área do plantio (Ribeiro et al. 1999).

 Ainda, somando-se ao fato de que as árvores nativas apresentam padrão de frutificação irregular (Magalhães & Alencar 1979; Spironello et al. 2003) é possível compreender a razão das dificuldades de se obter sementes no campo. Fica evidente, portanto, a necessidade de se empregar práticas de manejo para aumentar a disponibilidade de sementes de pau-rosa no mercado, entre elas: 1) coleta de frutos próximos do estádio maduro para maturação e germinação de sementes em laboratório; 2) controle de insetos adultos em sistema de plantio e de controle de larvas de insetos em frutos sob condições de laboratório; e 3) plantios ex situ a partir de sementes com maior resistência natural a pragas e doenças.

Agradecimentos
Os autores agradecem aos fomentadores desta pesquisa, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Fundação Ministério do Meio Ambiente (FMMA) ao Projeto JICA (Japan International Cooperation Agency); aos assistentes de campo Ana Paula, José Edmilson da Costa e Lucas da Silva Mergulhão, pela excelente colaboração durante as atividades de campo e laboratório; aos anônimos revisores, pelas sugestões e correções do manuscrito; ao Dr. Sérgio Vanin (USP), pela identificação de Heilipus (Coleoptera: Curculionidae); à Coordenação de Pesquisas em Silvicultura Tropical (CPST/INPA), pelo incentivo e apoio logístico durante o desenvolvimento da pesquisa.

Referências bibliográficas
Alencar, J.C. & Fernandes, N.P. 1978. Desenvolvimento de árvores nativas em ensaios de espécies, Pau-rosa (Aniba duckei, Kostermans). Acta Amazonica 8(4): 523-541.        [ Links ]

Ayres, M.; Ayres Jr., M.; Ayres, D.L. & Santos, A.S. 2000. BioEstat 2.0: Aplicações Estatísticas nas Áreas das Ciências Biológicas e Médicas. Sociedade Civil Mamirauá e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).        [ Links ]

Branco, M.; Branco, C.; Merouani, H. & Almeida, M.H. 2002. Germination success, survival and seedling vigour of Quercus suber acorns in relation to insect damage. Forest Ecology and Management 166: 159-164.        [ Links ]

Clay, J.W.; Sampaio, P.T.B. & Clement, C.R. 1999. Biodiversidade Amazônica: Exemplos e Estratégias de Utilização. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas do Amazonas (SEBRAE), Amazonas.        [ Links ]

Costa, L.G.S.; Ohashi, S.T. & Daniel, O. 1995. O Pau-rosa - Aniba rosaeodora, Ducke. Pp. 1-15. In: Ministério da Educação e do Desporto (ed.). Serviço de Documentação e Informação, Faculdade de Ciências Agrárias do Pará, Belém.        [ Links ]

Ducke, A. 1930. Relatórios das comissões desempenhadas pelo Chefe da Secção de Botânica, Adolpho Ducke, na região amazônica durante os anos de 1919 a 1928. Archivos do Jardim Botânico 5(3): 1-184.        [ Links ]

Ducke, A. 1938. Lauráceas aromáticas da Amazônia brasileira Pp. 55-65. In: Anais da Reunião Sul-Americana de Botânica, Rio de Janeiro 1938. Jardim Botânico Ed., Rio de Janeiro.        [ Links ]

Ferraz, I.D.K. 1993. Seed germination and seed storage of the species: Aniba rosaeodora Ducke. Pp. 10-15. In: Extractivism in Central Amazon, 1993. Report UNESCO.        [ Links ]

Forshaw, J.M. 1989. Parrots of the Word. Lansdowe Press, Willoughby.        [ Links ]

Fukumoto, H. & Kajimura, H. 2000. Effects of insect predation on hypocotyl survival and germination success of mature Quercus variabilis acorns. Journal of Forest Research 5: 31-34.        [ Links ]

Galetti, M. 1993. Diet of the scaly-headed parrot (Pionus maximiliani) in a semideciduous forest in Southeastern Brazil. Biotropica 25: 419-425.        [ Links ]

Galetti, M. & Rodrigues, M. 1992. Comparative seed predation on pods by parrots in Brazil. Biotropica 24: 222-224.        [ Links ]

Janzen, D.H. 1972. Escape in space by Sterculia apetala seeds from the bug Dysdercus fasciatus in a Costa Rican deciduous forest. Ecology 53: 350-361.        [ Links ]

Kostermans, A.J.G.H. 1938. Revision of the Lauraceae V: A monograph of the genera: Anaueria, Beilschmiedia (American species) and Aniba. Extrait dú Recueil des Travaux Botaniques Néerlandais 35: 834-930.        [ Links ]

Kubitzki, K. & Renner, S. 1982. Lauraceae (Aniba). In: Flora Neotropica, Monograph 31. New York Botanic Garden, New York.        [ Links ]

Kubitzki, K. & Kurs, H. 1984. Synchronized dichogamy and diocy in neotropical Lauraceae. Plant Systematic and Evolution 147: 253-266.        [ Links ]

Lee, T.D. 1988. Patterns of fruit and seed production. Pp. 179201. In: J. Lovett & L.L. Doust (eds.). Plant Reproductive Ecology: Patterns and Strategies. Oxford University press, Oxford.        [ Links ]

Leite, A.M.C.; Sampaio, P.T.B.; Barbosa, A.P. & Quisen, R.C. 1999. Diretrizes para o resgate e conservação da variabilidade genética de espécies amazônicas I-pau-rosa. Embrapa Amazônia Ocidental, Documentos 6.        [ Links ]

Loureiro, A.A.; Silva, M.F. & Alencar, J.C. 1979. Essências madeireiras da Amazônia. INPA 2(18): 1-245.        [ Links ]

Magalhães, L.M.S. & Alencar, J.C. 1979. Fenologia de pau-rosa (Aniba duckei Kostermans), Lauraceae, em floresta primária na Amazônia Central. Acta Amazonica 9(2): 227-232.        [ Links ]

Oliveira, A.A. 2000. Inventários quantitativos de árvores em matas de terra-firme: histórico com enfoque na Amazônia Brasileira. Acta Amazonica 30(4): 543-567.        [ Links ]

Prance, G.T. 1990. The floristic composition of the forests of Central Amazonian Brazil. Pp.112-140. In: A.H. Gentry (ed.). Four Neotropical Rainforests. New Haven, Yale University Press.        [ Links ]

Rankin-de-Merona, J.M.; Prance, G.T.; Hutchings, R.W.; Silva, M.F.; Rodrigues, W.A. & Uehling, M.E. 1992. Preliminary results of a large-scale tree inventory of upland rain forest in the Central Amazon. Acta Amazonica 22(4): 493-534.        [ Links ]

Ribeiro, M.N.G. & Villa Nova, N.A. 1979. Estudos climatológicos da Reserva Florestal Ducke, Manaus, AM. III: Evapotranspiração. Acta Amazonica 9(2): 305-309.        [ Links ]

Ribeiro, J.E.L.S.; Hopkins, M.J.G.; Vicentini, A.; Sothers, C.A.; Costa, M.A.S.; Brito, J.M.; Souza, M.A.D.; Martins, L.H.P.; Lohmann, L.G.; Assunção, P.A.C.L.; Pereira, E.C.; Silva, C.F.; Mesquita, M.R. & Procópio, L.C. 1999. Flora da Reserva Ducke. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Department for International Development (DFID), Manaus, Amazonas.        [ Links ]

Roth, P. 1984. Repartição do hábitat entre Psitacídeos simpátricos na Amazônia. Acta Amazonica 14: 175-221.        [ Links ]

Sampaio, P.T.B.; Barbosa, A.P.; Vieira, G.; Spironello, W.R.; Ferraz, I.D.K.; Camargo, J.L.C. & Quisen, R.C. 2003. Silvicultura do Pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke). Pp. 179-189. In: N. Higuchi; J.A. Santos; P.T.B. Sampaio; R.A. Marenco; J. Ferraz.; P.C. Sales; M. Saito & S. Matsumoto (eds.). Projeto Jacaranda Fase II: Pesquisas Florestais na Amazônica Central. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Manaus, Amazonas.        [ Links ]

Santos, G.P.; Zanuncio, T.V.; Léo, E.A.; Duarte, N.F. 1996. Notas preliminares sobre danos causados por Hexachaeta sp. (Diptera: Tephritidae) em sementes de papagaio Aegiphila sellowiana Cham., 1832 (Verbenaceae). Cerne 2(2): 152-160.        [ Links ]
Sokal, R.R. & Rohlf, F.J. 1995. Biometry: the Principles and Practice of Statistics in Biological Research. W.H. Freeman and Company, New York.        [ Links ]
Spironello, W.R. 2004. The Sapotaceae community ecology in a Central Amazonian Forest: effects of seed dispersal and seed predation. Pp. 67-68. In: Resumos de Teses e Dissertações do Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e Smithsonian Tropical Research Institute, Manaus, AM.        [ Links ]
Spironello, W.R.; Sampaio, P.T.B.; Vieira, G. & Barbosa, A.P. 2003. Ecologia reprodutiva do pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke, Lauraceae) em uma mata de terra-firme na Amazônia Central. Pp. 69-87. In: N. Higuchi; J.A. Santos; P.T.B. Sampaio; R.A. Marenco; J. Ferraz.; P.C. Sales; M. Saito & S. Matsumoto (eds.). Projeto Jacaranda Fase II: Pesquisas Florestais na Amazônica Central. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Manaus, Amazonas.        [ Links ]
Stephenson, A.G. 1980. Fruit set, herbivory, fruit reduction, and the fruiting strategy of Catalpa speciosa (Bignoniaceae). Ecology 61(1): 57-64.        [ Links ]
Vieira, A.N. 1970. Aspectos silviculturais do "Pau-Rosa" (Aniba duckei Kostermans). I. Estudos preliminares sobre o incremento volumétrico. Boletim do INPA 14: 1-15.        [ Links ]


Recebido em 04/08/2003. Aceito em 20/04/2004


* Autor para correspondência:
Creative Commons License 
Todo o conteúdo deste periódico, 
exceto onde está identificado, está licenciado sob uma  
  Sociedade Botânica do Brasil
Acta Botânica Brasilica/UEFS
Av. Transnordestina s/n - Novo Horizonte
44036-900 - Feira de Santana - BA
Tel (55 75) 3226-1113

J S BACH : KAFFEE KANTATE - BWV 211 -25 min.


 
BWV 211  Coffee Cantata - 25min.
 
Ton Koopman Amsterdam Baroque Orchestra
Anne Grimm
Klaus Mertens
Lothar Odinius
Opname C-majeur 2000
Nowadays, Anne Grimm sings like:


Primeiro T Recitativo

 Fique em silêncio não continuo, bate-paposE ouvir o que os historiadores itzund:Aí vem o Sr. rotinaCom sua Lieschen filha,Ele vibra como um Zeidelbär sim;Ouça por si mesmos o que eles fizeram com ele!

Segundo Aria B 

Violino I / II, viola, continuo não faço os filhosCentenas de milhares de julgamentos e tribulações! O que eu digo a cada dia para minha filha Lieschen, passe sem frutos.

Terceiro B Recitativo S

 Baixo Contínuo Você menina má, você, garota-menos,Oh! quando vou receber meu:Faça-me um café longe!SopranoPai Senhor, não ser tão grave!Se eu não sou três vezes por diaNão pode beber minha taça de café,Então eu vou estar no meu tormentoComo um bode secou.

4 Aria S 

Flauto Traverso, continuo ovo! Como é doce o gosto do café,Mais encantadora do que mil beijos,Mais suave do que o vinho moscatel. Café, café, eu devo ter, e se alguém quiser refrescar-me, Oh dar, me um café!

5 B Recitativo S 

Se você não fizer isso continuo a lata de café,Tu não na festa de casamento,Além disso, não ir para uma caminhada.SopranoAh, sim!Apenas deixe meu café lá!BaixoPorque eu tenho o macaquinho!Eu não vou te dar uma saia barbatana de comprimento itzger.SopranoEu não consigo entender-me facilmente viver com isso.BaixoTu não vá para a janelaE as pessoas relógio passar!SopranoMesmo isso, mas são apenas pediuE me deixe meu café!BaixoTu não da minha mãoA fita de prata ou ouroReceba em seu castelo!Soprano Sim, sim! só eu o meu prazer!BaixoVocê solta Liesgen você,Então você vai junto com tudo isso?

6 Aria B

 Continuo menina que sofria de graves sentidosNão são facilmente vencido.Mas você encontrar o lugar certoOh! Um sol sai feliz.

7 B Recitativo S 

Baixo ContínuoAgora, siga o que seu pai!SopranoAo todo, não apenas o café.BaixoBem! então você tem-se confortável,Além disso, nunca, ter um marido.SopranoAh, sim! Pai, um marido!BaixoEu juro que não vai acontecer.SopranoAté que eu possa fazer o café?Agora! Restos de café, são apenas mais!Pai, escuta, eu não beber.BaixoAssim deverá você finalmente ter um!

8 Aria S

 Violino I / II, viola, cravo continuo Ainda hoje,Querido pai, fazê-lo ainda!Oh, homem!Verdadeiramente, essa sou eu! Se isso acontecer logo, que eu finalmente consegui na frente do café, antes que eu mesmo tenho que ir para a cama, um amor corajoso!

9 T Recitativo

 Continuo agora está olhando para a velha rotina,Como ele apresentou sua filha LieschenLogo, um marido;Mas, secretamente Liesgen strew de:Nenhum pretendente vir a mim na casa,Ele fez isso porque eu prometi a mim mesmoE também devolveu o contrato de casamento,Que eu possa ser de permitir,Para o café, se eu quiser cozinhar.

10 Coro (Terzetto) S T B 

Flauto Traverso, Violino I / II, viola, continuo O leopardo não pode mudar suas manchas,As irmãs solteironas ficar de café. A mãe ama o café quente, a avó bebeu também, que agora quer culpar as filhas!fita de vídeo digitalcantata todo: http://youtu.be/dQyk1BEVERk


Mozart,certamente
bebeu muitos acordes
- do Café de Bach

Uns três golinhos
de aroma idênticos
- Café inspira Mozart.


Enviado por em 28/06/2011
Licença padrão do YouTube

AMAZÔNIA SELVAGEM - Berço da Vida -NatGeo



 

National Geographic - Amazônia Selvagem - Berço da Vida (Documentário Completo & Dublado) 

 Apicultura

Uma
abelha operária vive em média 40 dias e em cada colmeia pode haver de
50 a 100 mil abelhas. Esta e outras informações você vê na reportagem
que mostra, ainda, que a alimentação é que vai determinar a qualidade do
enxame e do mel produzido pelas abelhas.
Publicado em 29/04/2013-Licença padrão do YouTube
Tecnologia :: Apicultura
Publicado em 15/03/2014 na seção tecnologia ::
Outros formatos: Texto e PDF

SUPORTES PARA TREPADEIRAS


 

Suportes para Trepadeiras

Publicado em 12 de agosto de 2013
Raquel Patro

Elas são as plantas mais versáteis em qualquer jardim. Parecem capazes de se moldar às nossas idéias criativas. As trepadeiras são assim, acrescentam charme e romantismo a diversos projetos. Integram ou separam os espaços no jardim com naturalidade ímpar, seja na forma de cercas, caminhos com arcos, caramanchões ou simples e delicadas treliças.

Apesar de tão úteis, é importante conhecer um pouco cada tipo de trepadeira e o modo com que se fixam. Assim podemos adequá-las melhor ao uso e ao tipo de suporte. O quadro abaixo, apresenta as principais características dos diferentes tipos de trepadeiras.

Tipos de Fixação de Trepadeiras:
GavinhasTrepadeiras com gavinhas Também conhecidas como sarmentosas, elas apresentam estruturas, que podem ser folhas ou ramos modificados, capazes de se enrolar no suporte, permitindo assim a fixação e ascendência da planta.
Ex: Maracujá, Amor-agarradinnho

VolúvelTrepadeiras volúveis Seus caules e ramos jovens são capazes de se enrolar na estrutura, durante o crescimennto da planta. Fixando-se em suportes mais estreitos, como fios de nylon ou arame, e até mesmo colunas.
Ex: Tumbérgia-azul, Madressilva, Sapatinho-de-judia

Raízes AdventíciasTrepadeiras de raízes adventícias Ótimas para revestir muros, este tipo de trepadeira emite diretamente do caule, raízes modificadas que penetram e grudam no suporte, com muita aderência.
Ex: Unha-de-gato, Falsa-vinha

Arbusto EscandenteArbustos Escandentes Apesar de não serem trepadeiras, podem ser conduzidas sobre diversos suportes, desde que bem tutoradas e amarradas. Durante o crescimento, seus ramos iniciam eretos e pendem após atingir certo comprimento.
Ex: Bounganvília, Alamanda

Agora que já conhecemos as maneiras com que as trepadeiras se fixam, vamos aos diversos tipos de suporte que podemos lhes oferecer. Utilize estas idéias para embelezar um cantinho ou corredor sem uso, ou mesmo para ser o ponto principal do seu jardim.

Falsa-vinha
Foto: David Krieger
Revestimento de paredes: Quem nunca viu uma casa ou um muro verde e ficou encantado? Paredes revestidas com trepadeiras são muito charmosas e combinam com os jardins de estilo europeu, principalmente o inglês. Mas este tipo de utilização requer alguns cuidados, começando pelo tipo de trepadeira escolhida.

Neste caso, somente as trepadeiras com raízes adventícias podem ser utilizadas. Entre estas as mais utilizadas são a unha-de-gato e a falsa-vinha. A primeira exige podas freqüentes, mas permanece verde o ano todo. Já a falsa-vinha muda a cada estação: é verde na primavera e verão, fica vermelha no outono e perde totalmente as folhas no inverno, mas tem baixa manutenção, não exigindo podas.
Quanto mais áspera a parede ou muro, melhor para estas trepadeiras subirem. Ambas só podem ser cultivadas com sol pleno ou meia-sombra e preferem que a construção não tenha acabamento, sendo apenas chapiscada com concreto. A falsa-vinha, no entanto, adere também em paredes com pintura ou com tijolo à vista.

Caramanchão
Foto: Jason Meredith
Caramanchões: Os caramanchões são as maiores e mais caras estruturas para as trepadeiras. Construídos com fortes colunas e réguas, eles são adequados para grandes e médios jardins. De madeira maciça, metal ou concreto, os caramanchões são feitos para durar. Por isso suas colunas devem ser chumbadas ao terreno com concreto, protegendo-se assim sua estrutura dos tombamentos e da umidade.

Os caramanchões são espaços de descanso e lazer, que podem ser utilizados isolados ou para integrar áreas ao jardim. Com móveis próprios para exteriores eles se tornam verdadeiras salas de estar ao ao livre. Democráticos, eles podem combinar com diferentes estilos paisagísticos. Madeiras rústicas e com pouco acabamento combinam com jardins tropicais, enquanto que as estruturas de alvenaria, metal e madeira lisa vão bem com jardins mais clássicos e contemporâneos.

A altura dos caramanchões deve ser de no mínimo 2,5 metros, para que as pessoas mais altas possam usufruir do espaço com conforto. Por serem estruturas mais altas, próprias para serem admiradas de baixo também, os caramanchões podem ser revestidos com trepadeiras de flores pendentes, como a sapatinho-de-judia e a trepadeira-jade por exemplo. As frutíferas também são excelentes para este tipo de estrutura, como a videira, o kiwizeiro e o maracujazeiro. Caramanchões utilizados como garagem exigem trepadeiras que não larguem flores ou frutos capazes de manchar os automóveis.

Pergolado
Foto: Brian Barker
Pergolados: São suportes mais leves que caramanchões e podem ocupar espaços menores. As pérgolas são formadas por uma ou duas séries de colunas paralelas. Elas podem ser de madeira, metal, concreto ou bambú e servem para proteger e criar espaços de lazer e interação com a natureza. Podem ser colocadas em varandas, garagens, jardins internos, sobre bancos ou simplesmente para proteger outras plantas, como um pequeno orquidário por exemplo.
A própria estrutura da pérgola é capaz de sombrear parcialmente os ambientes, mas é com as trepadeiras que elas ficam completas. Dependendo da sua necessidade e desejo, pode-se escolher trepadeiras vigorosas que sombreiem bem a área, como a tumbérgia-azul, ou mesmo trepadeiras leves e anuais, que acrescentam graça ao local sem pesar no visual, como a clemátis e a amarelinha.
Neste tipo de estrutura qualquer trepadeira vai bem, basta respeitar as particularidades de cada espécie e adequá-la ao material utilizado no pergolado. Trepadeiras lenhosas e pesadas exigem uma estrutura mais reforçada, enquanto que as herbáceas e mais delicadas vão bem em qualquer tipo de material.

Cerca com trepadeira
Foto: Randy
Cercas: Cercas ou alambrados de arame são tão feinhas quando solitárias. Com trepadeiras, elas podem ser transformar em floridas cercas-vivas. Mesmo as cerquinhas de madeira, mais simpáticas, ficam graciosas com trepadeiras delicadas. Para este tipo de suporte, as trepadeiras mais indicadas são as floríferas, de crescimento rápido, principalmente as volúveis e com gavinhas.

As cercas e portões com trepadeiras, podem ser muito úteis, escondendo estruturas feias, e protegendo a residência da poluição, seja ela provocada pelo pó ou pelo som. Além disso, elas resguardam a casa e o jardim de olhares curiosos, garantindo a privacidade dos moradores.

Para que a cerca feche bem rápido, plante mudas sadias, de um metro altura, a cada 2 metros lineares da cerca. Quando bem conduzidas, adubadas e podadas, as cercas de trepadeiras ganham corpo e muitas flores, alterando a paisagem. Algumas espécies indicadas para este uso são a tumbérgia-azul, o lençol-branco, a ipoméia e o amor-agarradinho.

Árvore com hera
Foto: Jackie
Colunas e Árvores: Quer ter trepadeiras no jardim, mas sem aumentar a área de sombra? Uma das soluções é dar suportes verticais para as trepadeiras. As colunas cumprem bem este papel, assim como as árvores. Trepadeiras floridas, como bounganvílias, glicínias, viuvinhas, ocupam graciosamente a copa perdida daquela árvore que morreu e as volúveis são perfeitas para se enroscar sobre as colunas.
Outro objetivo também bastante comum é fazer com que o jardim tenha um aspecto de antigo,
tornando-se mais aconchegante. As trepadeiras de meia-sombra, folhagem ornamental e com raízes adventícias, como as heras, monsteras e jibóias, sobre as árvores, prestam-se muito bem para esta função. Além disso a área falhada do gramado, que geralmente fica sob a copa, é tomada pela trepadeira, afinal elas também fazem às vezes de forração. Deve-se ter o cuidado no entanto, para que as trepadeiras não sufoquem suas árvores suportes, com podas periódicas.

Arbustos e árvores também podem receber eventualmente trepadeiras anuais. Controladas e removidas após seu ciclo, elas não oferecem risco à saúde das plantas. O cuidado aqui, é para que a trepadeira invada apenas parte da copa da planta, reduzindo apenas um pouco da insolação.

Coroamento de muro com Tumbérgia
Foto: Bradleyolin
Coroamento de muros: Os muros geralmente são sisudos, chegando até a ser antipáticos aos pedestres que passam pela calçada. Com uma trepadeira bem conduzida, os muros podem ganhar graciosidade e beleza, pois os contornos naturais e curvilíneos da planta suavizam as linhas rígidas da construção. Além disso, o muro sempre ganha pelos menos alguns centímetros em altura, favorecendo desta forma a privacidade e a proteção contra a poluição.

Neste caso podem ser usadas tanto trepadeiras volúveis e sarmentosas como arbustos escandentes. Só o manejo e o tutoramento serão diferentes. As trepadeiras necessitarão de suportes que as levem até o topo dos muros, indicando o caminho. Estes suportes podem ser fixos ou temporários, disso vai depender a espécie escolhida e suas características. Trepadeiras lenhosas que engrossam o caule com o passar dos anos, dispensarão os tutores depois de bem estabelecidas. Este tipo de trepadeira é o que dá mais altura e corpo ao coroamento dos muros, como as bouganvílias. Coroamentos mais suaves podem ser feitos com ipoméias por exemplo.

Este tipo de utilização deve atentar para o bem estar dos pedestres também. Galhos espinhosos e compridos, pendendo sobre o caminho, podem ferir as pessoas e render sérios incomodos. Melhor cuidar para que a trepadeira traga somente alegrias e flores, com amarrações e podas periódicas.

Arco com roseira
Foto: Carolyn Jewel
Arcos: Os arcos são suportes simples, leves, geralmente metálicos ou plásticos e que remetem a um jardim romântico. Eles são suportes ideais às trepadeiras que necessitam ter seus ramos arqueados para florescer em abundância, como as roseiras trepadeiras.
Eles possuem a vantagem e a facilidade de se encaixar em diversos espaços. Um jardim pequeno, pode usufruir de um cantinho agradável com um arquinho sobre um banco ou uma cadeira de balanço. Portões pequenos ou grandes, transformam-se em pórticos quando emoldurados por arcos. A sensação que se tem é que estamos deixando o mundo lá fora e adentrando um mundo mágico, como um jardim secreto.
Arquinhos podem compôr outras idéias lúdicas no jardim, como caminhos. Para isto, basta enfileirar uma série de arquinhos que conduzem para um ponto de atração, como um portão, um espelho ou uma fonte. A criatividade é que manda. Os arquinhos portáteis, por serem estruturas mais leves, pedem trepadeiras mais delicadas. Uma boa sugestão para estes são as trepadeiras anuais, como a ipoméia, a amarelinha, a clemátis, a gloriosa, a trepadeira-mexicana, etc. Já os arcos mais resistentes, de portões de casas de campo por exemplo, podem ser cobertos com trepadeiras mais vigorosas.

Treliça
Foto: Buck
Treliças: As treliças são suportes charmosos e práticos. De variados tamanhos, elas podem ser de madeira, metal, bambú ou plástico. Sua forma básica é feita pelo cruzamento ou entrelaçamento de ripas em “X”. Com uma ampla gama de modelos prontos ou feitos sob medida, elas se encaixam em diversas utilizações e estilos de jardim. Sua integração com o ambiente vai depender da habilidade do paisagista em combinar os materiais e acabamentos com os diferentes tipos de arquitetura e estilo.
A união de treliças com outras estruturas também pode ser harmoniosa. Assim pode-se ter um caramanchão ou pérgola com paredes treliçadas, ou até mesmo cercas treliçadas, tudo para oferecer suportes mais charmosos e apropriados para a ascensão das trepadeiras. Biombos treliçados por exemplo, são excelentes para dividir ambientes no jardim e dar mais privacidade e conforto a varandas e fachadas.
Mas as treliças mais democráticas são as pequenas e móveis, que podem ser colocadas em vasos e jardineiras, dando suporte a delicadas trepadeiras anuais, como as gloriosas. Estas podem ir até para interiores, suportando trepadeiras de meia-sombra, como filodendros. As idéias são muitas, basta escolher a treliça que melhor se encaixa com seus desejos.

Glicínia na Janela
Foto: Emi Yañez

Telhados, fachadas, varandas e sacadas: Arcos, pergolados e suportes treliçados podem ser utilizados para conduzir trepadeiras em fachadas e varandas. As colunas podem levar uma bela bounganvília para se deitar sobre o telhado, garantindo sombra o ano todo e muitas flores na primavera. Arames e fios de nylon também podem ser utilizados para tutorar diversos tipos de trepadeiras, inclusive arbustos escandentes. Nas sacadas, as trepadeiras plantadas em jardineiras, ficam esplendorosas, dando privacidade em treliças e cerquinhas e derramando seus ramos e flores como uma cascata.

Texto: Raquel Patro



Fonte:
http://www.jardineiro.net/suportes-para-trepadeiras.html

segunda-feira, 28 de abril de 2014

SAGRADO FEMININO - AS ABELHAS E O MEL



Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel…

Posted by on April 28, 2014
 
Porque as abelhas são tão importantes:

As plantas que dão flores exigem insetos para a polinização. O mais eficaz de todos é a abelha, que poliniza mais de 90 culturas comerciais em todo o mundo, largamente consumidas pela civilização atual. 

Assim como a maioria das frutas e legumes – maçãs, peras, laranjas e demais cítricos, morangos, cebolas e cenouras –  elas polinizam o amendoim, girassol, colza, café, soja, arroz, trevos – como a alfafa, que é usado para alimentar o gado – e até mesmo o algodão,  são todos dependentes de polinização das abelhas para aumentar a sua produção …


 Somente nos países do Reino Unido, a polinização efetuada pelas abelhas e a respectiva produção de alimentos é avaliado em um negócio anual na casa dos £$ 200 milhões (cerca de R$ 650 milhões). A humanidade tem gerenciado e transportado as colmeias de abelhas para polinização de culturas durante séculos para a produção de alimento e mel, edulcorante natural da natureza e um poderoso anti-séptico natural.

A extinção das abelhas significaria não apenas uma dieta sem cereais, arroz e sem roupas de algodão, mas uma paisagem sem pomares, hortas e prados de flores silvestres - e o colapso da cadeia alimentar que sustenta as aves e animais selvagens, assim como de nossa própria civilização. 


“DAT ROSA MEL APIBUS” (A ROSA dá o Mel às Abelhas) é um conhecido símbolo ROSAcruz e que contém uma grande verdade velada aos inconscientes e NÉSCIOS, que ainda não conhecem sequer a “ROSA”.
Incontáveis, organizadas, laboriosas, disciplinadas, infatigáveis, as abelhas não se diferenciam das formigas, como elas também símbolos das massas submetidas à inexorabilidade do destino (homem ou deus) que as acorrenta, se, além disso, não tivessem asas e canto, e não sublimassem em mel  imortal o frágil perfume das flores. 

É quanto basta para conferir elevado alcance espiritual ao seu simbolismo, paralelamente ao seu valor temporal implícito na produção de alimentos para a humanidade. Operárias da colmeia, comandadas por UMA RAINHA, que se pode comparar com maior propriedade a um alegre ateliê do que a uma sombria usina, as abelhas asseguram a perenidade da espécie.

Mas, quando consideradas individualmente, na qualidade de animadoras do universo entre a terra e o céu, podem também simbolizar o seu princípio vital, a materialização da alma. Nesse duplo aspecto e sentido – coletivo e individual, temporal e espiritual – é que consiste a riqueza de seu complexo simbólico por toda  parte em que ele é testemunhado. 

Ao comentar Provérbios 6:8 –
 Vá observar a abelha e aprenda como ela é “laboriosa”,” São Clemente de Alexandria acrescenta: “Pois a abelha se serve das flores de um prado inteiro, para com elas fabricar um só mel. Imitai a prudência das abelhas“, recomenda Teolepto de Filadélfia, citando-as como exemplo na vida espiritual das comunidades monásticas.



DAT ROSA MEL APIBUS” (A ROSA dá o Mel às Abelhas) é um conhecido símbolo ROSAcruz
Para os nosairitas, heresiarcas muçulmanos da Síria, ALI, O Leão de Aláh, é o príncipe das abelhas, as quais, de acordo com certas versões, seriam os anjos, e, segundo outras, os crentes: os verdadeiros crentes (em Deus) se assemelham às abelhas, que escolhem para si as melhores flores.
Na linguagem metafórica dos dervixes Bektachi, a abelha representa o dervixe e o mel é a divina realidade (o Hak) por aquele buscada. Da mesma maneira, em certos textos da Índia, a abelha representa o espírito que se embriaga com o pólen do conhecimento.

Personagem de fábula para os sudaneses e para os habitantes situados dentro da curva do rio Níger, ela já é símbolo da realeza na Caldéia, muito antes de ser glorificada pelo Primeiro Império francês através do manto de Napoleão. Esse simbolismo da realeza ou do império é solar, tal como atesta o antigo Egito, por um lado associando-o ao raio e, por outro, declarando que a abelha teria nascido das lágrimas de , o deus do Sol, ao caírem sobre a Terra.

Símbolo da alma humana, a abelha é por vezes identificada com Deméter na religião grega, em que pode simbolizar a alma descida aos infernos; ou então, ao contrário, materializar a alma saindo do corpo. Pode-se reencontrá-la como símbolo na Caxemira e em Bengala, em numerosas tradições indígenas da América do Sul, como também na Ásia Central e na Sibéria. 

Finalmente, Platão afirma que as almas dos homens austeros reencarnam-se sob a forma de abelha. Figuração da alma e do verbo – em hebraico, o nome da abelha, Dbure, vem da raiz Dbr, palavra -, é normal que a abelha desempenhe também um papel iniciático e litúrgico em culturas antigas. Na Grécia antiga, nos ritos de Elêusis e Éfeso, as sacerdotisas são chamadas de abelhas. Virgílio ressaltou suas virtudes. 

Encontramo-las representadas nos túmulos das culturas antigas como sinais de sobrevivência além-morte, pois a abelha torna-se símbolo de ressurreição. O inverno (três meses), durante o qual parece desaparecer, pois não sai de sua colmeia  é comparado ao período (três dias) durante o qual o corpo de Cristo fica invisível, após sua morte, antes de reaparecer ressuscitado.


Notar a estrutura hexagonal de uma colmeia, a forma geométrica perfeita para a função da mesma. Essa forma é parte da Geometria Sagrada e tem estreita relação com o quarto Chakra, o Cardíaco, o Anahata (figura mais abaixo).
A abelha simboliza, ainda, a eloqüência, a poesia e a inteligência. A lenda sobre Píndaro e Platão (abelhas teriam pousado sobre os lábios de ambos, quando ainda crianças de berço) é repetida com relação a Ambrósio de Milão: as abelhas roçam-lhe os lábios e penetram em sua boca. O conceito de Virgílio, segundo o qual as abelhas encerram uma parcela da divina Inteligência, permanecia vivo para os cristãos da Idade Média. Reencontra-se então o valor simbólico do zumbido, verdadeiro canto da abelha.


Um sacramentário gelasiano (do papa Gelásio I, 410-496) faz alusão às extraordinárias qualidades das abelhas que extraem o pólen das flores roçando-as apenas, sem tirar-lhes o viço. Elas não dão à luz; mas graças ao trabalho de seus “lábios” tornam-se mães; assim também o Cristo emana da boca do Pai e da Mãe Divinos.
Por causa de seu mel e de seu ferrão a abelha é considerada o emblema do Cristo: por um lado, Sua doçura e Sua misericórdia, e por outro, o exercício de Sua justiça na qualidade de Cristo-juiz. Muitas vezes essa figura é evocada pelos autores da Idade Média; para Bernard de Clairvaux (SÃO BERNARDO), simboliza o Espírito Santo. 
Os celtas revigoravam-se com um vinho adoçado pelo mel, e com o hidromel. A abelha, cujo mel era utilizado na preparação do hidromel ou licor da imortalidade, era objeto na Irlanda de estrita vigilância legal. Um texto jurídico gaélico da Idade Média declara que a nobreza das abelhas vem do paraíso, e foi por causa do pecado do homem que as abelhas teriam saído de lá; Deus derramou sua graça sobre elas, e é por esse motivo que não se pode celebrar a missa sem a cera.



Embora seja este um texto tardio e de inspiração cristã, ele confirma uma tradição muito antiga, pois seu vocabulário ainda apresenta vestígios dessa tradição (a palavra galega cwyraiid, de cwyr, cera, significa perfeito, consumado, e o irlandês moderno céir-bheach, literalmente cera de abelha, designa também a perfeição).
O simbolismo da abelha evoca, portanto, entre os celtas como também em outros lugares, os conceitos de sabedoria e da imortalidade da alma.

O conjunto de características recolhidas em todas as tradições culturais denota que por toda parte a abelha surge, essencialmente, como que dotada de uma natureza ígnea, como um ser feito de fogo. Representa as sacerdotisas do templo, as pitonisas, as almas puras dos iniciados, o Espírito, a Palavra ; purifica pelo fogo e nutre com o mel ; queima com seu ferrão e ilumina com seu brilho. No plano social simboliza o senhor da ordem e da prosperidade, rei ou imperador e, igualmente, o ardor guerreiro e a coragem. Aparenta-se aos heróis civilizadores que estabelecem a harmonia por força do saber e do gládio. 


A ENERGIA de uma colmeia é essencialmente FEMININA, na figura da Rainha que comanda as abelhas com a sabedoria da geometria sagrada. O simbolismo da abelha representa as sacerdotisas dos templos, as pitonisas, as almas puras dos iniciados(as), o Espírito, a Palavra; purifica pelo fogo e nutre com o mel ; queima com seu ferrão e ilumina com seu brilho.
Um símbolo maçônico antigo que é raramente usado hoje, mas era muito popular no século 19 é o símbolo da abelha e da colmeia. A abelha sempre simbolizou indústria, trabalho, sabedoria, regeneração e obediência desde o início da era cristã e na verdade foi simbólica das mesmas virtudes para os antigos caldeus, egípcios e romanos e outras civilizações antigas. A colmeia é, naturalmente, uma estrutura construída (usando a Geometria Sagrada) com muito lógica e harmonia.
A  colmeia é um milagre de engenharia natural – e tem, portanto, um significado especial para os maçons que estudam a construção de personagens e estruturas. A grande perda para os maçons foi não entender que uma colmeia e suas abelhas é uma estrutura essencialmente ordenada, construída, mantida e regida PELA ENERGIA FEMININA DA RAINHA da colmeia e que portanto a característica fundamental é a energia feminina da deusa. 
Na tradição Cristã é o emblema de Cristo, de sua clemência (pela analogia do doce de seu mel), com sua justiça (por seu ferrão), e as virtudes Cristãs (por causa do modo exemplar e obediente que a abelha operária se comporta diante da abelha rainha).
Grãos de pólen 
O Pólen é “Bom para combater o câncer e manter a beleza”.  “Nos grãos de pólen, há grande abundancia de componentes nutritivos que servem para as abelhas prepararem o tão delicioso mel. Quem usa grãos de pólen durante meses na sua alimentação diária melhora bastante sua condição física, embelezando e rejuvenescendo a pele. Dizem até que melhora a memória.

O Dr. Morishida, biólogo japonês, disse que usou grãos de pólen nos enfermos de doenças crônicas e que a maioria aumentou os glóbulos sanguíneos, normalizando a sua saúde. Disse também que o aumento da capacidade de circulação ocorre devido à abundância dos minerais contidos nos polens.

A Composição do pólen: O pólen contém basicamente 30% de água, 10 a 36% de proteínas, 20 a 40% de glucídeos, 1 a 20% de lipídios (gorduras, mas usualmente não mais que 5%), 1 a 7% de matérias minerais (apresenta cálcio, cloro, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, silício, enxofre, alumínio, ferro, manganês, níquel, titânio e zinco), além de resinas, matérias corantes, vitaminas A, B, C, D, E, enzimas e coenzimas.

Os principais aminoácidos encontrados em sua composição são principalmente: arginina, histidina, isoleucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e prolina (o mais abundante). São observados também carboidratos (cerca de 29%) que são formados por açúcares reduzidos e quantidades insignificantes de glicose, frutose, rafinose e amido.


 
Vejam a bolota de pólen coletado grudado na pequena perna traseira da abelha.

Como o valor alimentar do pólen de diferentes fontes, varia grandemente (de 7,02% nos Pínus a 35,5% nas Palmáceas), uma mistura de diferentes fontes botânicas é necessária para propiciar uma dieta balanceada e é isso que a abelha costuma fazer de modo que, em média o pólen coletado por abelhas compara-se em conteúdo proteico com o dos feijões, ervilhas e lentilhas.

O pólen apresenta uma composição química altamente complexa e provavelmente até agora não totalmente elucidada, tendo condições de fornecer praticamente todas as substâncias indispensáveis ao bom funcionamento do organismo humano. A utilização do pólen como complemento alimentar para o organismo humano exerce uma ação tripla sobre o mesmo, pois além de atuar sobre o crescimento, regula as funções intestinais e o sistema nervoso, e finalmente fortifica o organismo de uma maneira geral.
O alimento oferecido pelas abelhas para a humanidade é como uma oferta do amor de Deus(a), obtido através da captação da energia da beleza das flores, coletadas pelas abelhas e transformada em pólen, mel, cera, própolis, …

O SELO-SIGNO DE VISHNU a origem do SELO DE DAVI/SALOMÃO e sua conexão com as abelhas 

O selo de Salomão, que no judaísmo é conhecido como Maguen David (Escudo de David, em hebraico) é composto por dois triângulos: Um com seu vértice para cima (Deus masculino), e o outro com o vértice para baixo (Deus feminino). Sua origem - e isso quase ninguém sabe - remonta à Índia, onde tem o nome de Signo/Selo de Vishnu, que é o Deus mantenedor da criação na trindade Hindu.



O Selo de VISHNU, simbolismo tomado da ÍNDIA pelos judeus através de ROTHSCHILD e colocado na bandeira de Israel (como a sagrada Suástica tomada também da ÍNDIA por Hitler). Observar a figura hexagonal no centro resultante da união dos dois triângulos, idêntica à colmeia das abelhas.

Era utilizado como amuleto contra o mal, e esse significado se perpetuou como atestam os nomes “selo” e “escudo” do Hebraico. Na Kabbalah vemos que os dois triângulos representam as dicotomias inerentes ao homem: o bem e o mal, o espiritual e o físico. É mais um aspecto do positivo/negativo que se unem, masculino e feminino, como no símbolo do Yin/Yang.

O importante aqui é observar a figura geométrica central resultando da união dos dois triângulos equilateros que é de um HEXÁGONO, exatamente como se pode perceber na estrutura chave de uma colméia e do Chakra cardíaco em seu centro.

É chamado de Signo de VISHNU na Índia em função de representar o quarto Chakra (ANAHATA), o Chakra cardíaco (próxima figura) cuja cor é o verde (mescla do azul [Poder] do chakra posterior, o quinto, com o amarelo [sabedoria, conhecimento], o terceiro chakra) dentro de um lótus de doze pétalas, sendo a sede da alma HUMANA (onde esta o INDIVÍDUO REAL, a CHAMA TRINA) no corpo físico do ser humano. 


O Anahata, o quarto Chacra, o cardíaco COM O SELO DE VISHNU em seu centro, símbolo sagrado que foi apropriado pelos Rothschild na bandeira do estado de Israel. 
O CORAÇÃO É o caminho do meio, o Chackra central que deve ser aberto de acordo com Buddhae é a porta estreita que deve ser aberta  conforme  Jesus  Cristo disse.       Em ambos os casos, expressando amor incondicional a toda criação divina em todos os reinos. 

Para que isso seja possível é necessária a elevação da energia serpentina (Feminina) da kundalini situada no primeiro chakra, o Muladhara até que a mesma atinja o quarto chakra, abrindo-o e então o indivíduo passará a sentir amor incondicional em relação a tudo e todos, pois se transformará assim em um ser humano iluminado.


A Chama Trina, composta pelas cores Azul a cor do Deus Pai, Rosa cor da Deusa Mãe e Amarelo Dourado cor de Deus Filho (Cristo/Krishna, a suprema personalidade divina) alojada em uma das SETE câmaras (a mais central) internas do órgão físico do coração humano, que é o local onde reside a Alma, o INDIVÍDUO REAL, a energia Divina animando com sua energia o corpo e a sua personalidade humana temporária.
Representação da Chama Trina
 Todos os templos sagrados dedicados a divindade de todas as civilizações antigas possuíam no mais interior de seus templos (O Sanctun Santorum, ou Santo dos Santos) um local sagrado e secreto que só o principal sacerdote do templo tinha acesso durante datas específicas do ano (Solstícios e Equinócios, momento em que um raio do sol penetrava diretamente nessa câmara secreta…). Esse local reproduzia no interior do templo a câmara onde está alojada a Alma, o indivíduo real humano, dentro do coração físico.
O Sistema de Chakras (Centros de energia-consciência) do corpo humano.


Um pouco de história e o simbolismo das abelhas:
Childeric I (◊ c. 436 † c. 482), foi rei Merovíngio, possuidor das honras de um general romano, chefe civil e militar da província romana da Gallia Belgica II durante o século V, foi o rei merovíngio dos francos salianos de 457 até sua morte e sucedeu ao seu pai o Rei MEROVEU, criador da dinastia Merovíngia

A tumba de Childeric I  foi descoberta em 1653 por um pedreiro que fazia reparos na igreja de Saint-Brice em Tournai onde numerosos objetos preciosos foram encontrados, incluindo uma espada esplendidamente ornamentada, um bracelete, jóias de ouro com granadas encrustadas, moedas de ouro, uma cabeça de touro de ouro e um anel com a inscrição CHILDERICI REGIS (“de Childeric o rei”), o que identificou a tumba. Cerca de 300 abelhas douradas também foram encontradas.  

Napoleão ficou impressionado com as abelhas de Childeric I quando ele estava procurando por um símbolo heráldico para substituir a flor-de-lis dos Bourbons. Ele estabeleceu as abelhas de Childeric I como símbolos do Primeiro Império Francês.

As Abelhas no antigo EGITO:
O Egito era uma federação (uma federação é a união de vários estados). Os principais estados da federação egípcia eram o Alto (capital Tebas, hoje Luxor) e Baixo Egito (capital Memphis, no hoje Cairo). Cada um dos dois estados tinha uma coroa: Branca era a coroa do Baixo Egito, e vermelha era a coroa do Alto Egito. O rei (O Faraó) da federação utilizava uma coroa combinada.
O título dado ao rei era NyswBit, onde Sw significa Alto Egito, e Bit significa Baixo Egito. O nome Sw significa papiro, o principal produto do Alto Egito; o nome Bit significava Abelha, símbolo do Baixo Egito. Ny é um adjetivo que significa “estar por cima, sobre a alguma coisa”. 
Em 350 a.C. o desenho da abelha foi consagrado como símbolo do rei Faraó. A imaginação de um Rei da comunidade das abelhas (na verdade uma Rainha, pois Ísis dava ao Faraó o seu Poder para governar o Egito, que era a colmeia). O vestígio que comprova a criação de abelhas e produção do mel e seus derivados em colmeias no antigo Egito  é encontrado nos templos da 5º dinastia da era dos Faraós (2.500 a.C.). 

Era um símbolo da realeza no Antigo Egito e dizia-se que esse inseto havia sido gerado a partir das lágrimas de Rá, o deus-sol egípcio. Sua imagem mais difundida é a de símbolo da alma Divina humana. Os opostos bem/mal, também se encontram simbolizados nela. O mal encontra-se simbolizado pelo ferrão e o bem pelo mel e seus derivados. 

Pela sua importância na alimentação, na cura de doenças e outros usos, as colméias serviram de modelo para vários templos da antiguidade; o templo egípcio da deusa Neith era conhecido como “a casa das abelhas”, o mel servindo como símbolo de proteção e usado na consagração das fundações e no embalsamento dos faraós. Uma imagem da Deusa Maat a representa como abelha com grandes asas e segurando um pote com mel, augúrio do renascimento. 

A cor do mel é o amarelo, uma das três cores da chama trina, que representa o Cristo, é símbolo da paz e DA SABEDORIA espiritual. Está associado ao ouro, à luz do sol, ao intelecto ILUMINADO pelo amor incondicional do coração, à fé e bondade, vigor, serviço, força e entusiasmo. É um símbolo da eternidade, da criação, da transfiguração e da meta a ser alcançada na busca espiritual. É a cor da maturidade que emerge da escuridão. 

Na alquimia encontra-se ligado ao ouro alquímico da transmutação. É considerada a cor da terra fértil e da harmonia entre os princípios opostos e complementares masculino e feminino, obtida através do conhecimento, sabedoria (SOPHIA). No islã, o amarelo ouro é a cor dos homens sábios e na China é a cor do imperador



CONCLUSÃO:
Como podemos observar as ABELHAS E SUAS COLMÉIAS sempre foram consideradas sagradas em todas as culturas antigas de todas as civilizações de todos os tempos. Parece que somente nos dias atuais a sua existência esta sendo posta em risco pelo homem moderno assim como a produção de tudo QUE É BOM (Alimentos), BELO (Flores) E VERDADEIRO (O trabalho), proveniente da obra desses minúsculos seres que são comandados por UMA RAINHA (A Energia Feminina criadora da Deusa), que executam sua missão enquanto estão sofrendo um processo de extinção pelo ataque da loucura do homem e sua “moderna civilização”

Esse fato por si só deve ser considerado como um CLARO SINAL do FIM dos tempos em que vivemos, em que a destruição de tudo QUE É BOM, BELO E VERDADEIRO é a consequência dos atos insanos de uma estúpida civilização que vive à beira do abismo inconsciente do seu fim próximo. 

Sobre o feminino sagrado e o BRASIL ver mais em



  1. http://thoth3126.com.br/12-de-outubro-n-sra-aparecida-isis-e-o-brasil/

Sobre as abelhas, veja mais em:

  1. http://thoth3126.com.br/abelhas-em-perigo-de-extincao/
  2. http://thoth3126.com.br/mel-elimina-superbacterias/

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original
 e sem qualquer tipo de alteração, principalmente em relação às fontes.