quinta-feira, 19 de novembro de 2015

OS BENEFÍCIOS DA PRÓPOLIS PARA O HOMEM - Própolis Verde na luta contra o câncer - Globo Rural



Própolis verde no Globo Rural - 14 min.
Denis kaiyumi 

Abelhas - Mais saúde - Mel - Própolis - Pólen  - 55 min.

https://youtu.be/3SoJ6IAd6z0

Dr. Paulo fala dos benefícios do própolis e mel de abelha -12 min.



Abelha-rainha
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Abelhas em sua colmeia.

Larvas de rainhas em células cheias de geleia-real.

Célula suspensa de uma abelha-rainha em uma secção de colmeia.
O termo abelha-rainha ou abelha-mestra, é comumente utilizado para se referir a uma abelha adulta e fértil, sendo ela, normalmente, mãe de todas as outras abelhas da colmeia.[1] As rainhas se desenvolvem a partir de larvas criadas em células especiais, construídas pelas operárias e preparadas especialmente para formar um indivíduo sexualmente maduro (as operárias são inférteis). Normalmente existe uma única rainha em cada colônia.

Desenvolvimento
Metamorfose da abelha-rainha
Ovo eclode no 3º dia
Larva (vários estágios) de 3 a 8,5 dias
Casulo aproximadamente 7,5 dias
Pupa de 8 dias até eclosão
Eclosão de 15,5 a 17 dias
Vôos nupciais de 20 a 24 dias
Produção de ovos a partir do dia 23

Quando as condições são favoráveis para uma divisão da colônia ou quando a atual rainha começa a envelhecer, as operárias iniciam o desenvolvimento de novas rainhas. A rainha se desenvolve a partir de um ovo (algumas vezes a partir de larvas extremamente jovens) idêntico aos que dão origem a novas operárias. O desenvolvimento se diferencia devido à alimentação exclusiva através da geleia real, rica em proteínas e hormônios, produzida a partir de glândulas presentes na cabeça das operárias. Todas as larvas são alimentadas com um pouco de geleia real, mas somente as futuras rainhas se alimentam exclusivamente dela. Em consequência da dieta diferenciada, a rainha se desenvolve em um adulto sexualmente maduro, ao contrário das operárias.

As abelhas-rainhas desenvolvem-se em células especiais, mais largas que as convencionais e construídas na vertical.

Como a larva da rainha se desenvolve pendurada de cabeça para baixo, as operárias tampam a célula com cera. Quando pronta para emergir, a nova rainha faz um corte circular ao redor da cobertura da célula. Células abertas ao lado indicam que a nova rainha foi, provavelmente, morta por uma rival.

Quando uma jovem rainha emerge, ela irá perseguir e tentar matar suas rivais. Ao contrário das outras abelhas, o ferrão da rainha não é ciliado. Ela pode picar o quanto quiser sem morrer por causa disto. Em certas circunstâncias, como durante a cisão de uma colônia, as operárias podem isolar as rainhas para impedir um confronto, permitindo a formação de uma nova colônia.


Célula de uma rainha aberto para visualização da pupa.

Reprodução
Quando restar apenas uma rainha jovem na colônia, ela realizará o seu voo nupcial, onde será fecundada por 12 a 15 zangões. Se as condições climáticas forem desfavoráveis, ela pode realizar outros voos até completar o ato nupcial. A rainha guarda o esperma dos zangões em sua espermateca. Ela liberará esse esperma aos poucos, pelos seus 2 a 7 anos restantes de vida.

A rainha jovem possui um tempo limitado para acasalar. Se ela ficar impossibilitada de voar por um longo período se tornará infértil, o que resulta, normalmente, no desaparecimento da colônia.

Atribuições da rainha
Apesar de o nome sugerir, uma rainha não exerce nenhuma forma de controle direto na colônia, sua única função é servir como reprodutora. Uma rainha adulta e saudável chega a produzir, aproximadamente, 2.000 ovos por dia, uma quantia diária que supera sua própria massa corporal. Ela é continuamente cercada de atendentes, que lhe provém alimento e cuidam de seus ovos, além de distribuir uma substância que contém um feromônio que inibe a construção de novas células de rainhas por parte das outras operárias.[2]

Durante o período de ovo-posição, a rainha decide quando produzir ovos fertilizados (gerando operárias) ou não fertilizados (gerando zangões) de acordo com as necessidades da colônia. Ela fertiliza os ovos a partir do esperma que guarda em sua epraea.

Substituição
Substituição é o processo pelo qual uma rainha, normalmente muito velha ou doente, é substituída por outra. Com o avanço da idade, a rainha para de produzir seu feromônio inibidor.

A substituição pode ser forçada por uma operária. Ela pode, por exemplo, cortar uma das patas dianteiras ou do meio da rainha, que não consegue mais se apoiar corretamente e para de colocar os ovos na posição correta. Tal fato é percebido pelas operárias, que iniciam imediatamente a produção de novas células de rainha. Quando uma nova rainha já está madura e fértil as operárias matam a anterior por sufocamento, se sobrepondo umas as outras sobre a rainha, até que ela morra por excesso de temperatura (método também utilizado para matar vespas predatórias).

Rainha jovem
Uma rainha jovem é aquela que ainda não foi fecundada. Elas possuem um tamanho intermediário entre uma operária e uma rainha madura. Elas são difíceis de ser identificadas, pois são muito ativas, varrendo toda a colônia a procura de rivais.

As rainhas jovens aparentam ter um pouco de feromônio de rainha, mas não o são assim reconhecidas pelas operárias, correndo o risco, inclusive, de ser confundida com uma estranha e ser morta pelas outras abelhas.

Rainhas jovem irão procurar e matar a ferroadas qualquer outra que emergiu recentemente e até mesmo as que ainda se encontram no interior de suas células.

Quando uma colônia está se preparando para uma divisão, as operárias previnem os duelos até que a nova colônia esteja pronta. Uma vez no novo habitat, as rainhas ali remanescentes irão lutar até que reste somente uma em cada ambiente.

Identificação
Cor Anos terminados em
branco 1 ou 6
amarelo 2 ou 7
vermelho 3 ou 8
verde 4 ou 9
azul 5 ou 0

Rainha marcada.
O abdome da rainha é muito maior que o das operárias ao seu redor. No entanto, em uma colmeia com 60.000 a 80.000 abelhas é muito difícil localizar a rainha rapidamente; por esse motivo, muitas rainhas são marcadas com um ponto luminoso na parte de cima de seu tórax. A tinta utilizada não é prejudicial e torna mais fácil a identificação da rainha.

Embora algumas vezes a cor utilizada seja aleatória, apicultores profissionais costumam utilizar um padrão de cores para indicar o ano no qual a rainha eclodiu. Isso ajuda a identificar a idade da rainha e as ações necessária para manter a colmeia sempre com alta produtividade. Algumas vezes são utilizadas, também, numerações para indicar rainhas que eclodiram em um mesmo ano.
Como é a vida da abelha rainha na colmeia?
 05:11  Karlla Patrícia - Bióloga
1978

Sem nenhuma dúvida, a rainha é a peça mais importante e o centro das atenções dentro de uma colmeia. Ela é a “manda-chuva” que coordena a harmonia dos trabalhos da colônia e também a reprodução da espécie. É fácil diferenciá-la numa colmeia, pois ela é quase o dobro do tamanho das operárias, mas é difícil conseguir vê-la, até porque cada colmeia com milhares de abelhas só uma única rainha.


As rainhas vivem cerca de 5 anos e é a única fêmea ativa para reprodução.  Além disso, ela é responsável pela “boa convivência” na colmeia. Através de hormônios produzidos – os feromônios – ela coordena o funcionamento na colmeia. É como se ela transmitisse ordens para suas operárias através de um sinal químico. Esse hormônio também evita que as operárias amadureçam sexualmente e se tornem rainha. É por isso que na colmeia só existe uma única rainha. Na verdade, ela é uma operária que pode se reproduzir e não deixa nenhuma outra ser como ela.

Para nascer uma rainha, a rainha mãe (já velha e cansada) põe o ovo numa célula especial, construída pelas operárias, chamada de célula da rainha (veja foto). O local é considerado especial, a rainha que está sendo criada, enquanto larva recebe atenção especial sendo alimentada pelas operárias com a geleia real – riquíssimo em proteínas, vitaminas e hormônios sexuais. Esta “superalimentação” fará com que ela se torne diferenciada das operárias. A geleia é o único e exclusivo alimento da abelha rainha, durante toda sua vida (chique, não???).

A nova rainha leva pelo menos 15 dias para nascer e, assim que nasce, é acompanhada de “paparicos” por várias operárias, que garantem sua alimentação e seu bem-estar. Logo que se sente forte, ela começa a fazer vôos de reconhecimento em torno da colmeia, se preparando para o tão importante voo nupcial quando será fecundada pelos zangões. Os zangões são os únicos machos da colmeia, sua função é somente fecundar a rainha.


Aqui  um casulo real e provavelmente com uma rainha sendo criada. A nova rainha leva pelo menos 15 dias para nascer e, assim que nasce, é acompanhada de “paparicos” por várias operárias, que garantem sua alimentação e seu bem-estar.

No grande dia, geralmente um dia quente e ensolarado, a rainha escolhe dias quentes e ensolarados, sem ventos fortes, para realizar o voo nupcial. Assim que inicia o voo, a rainha virgem libera hormônios que deixarão os zangões loucos. Somente os zangões mais fortes e velozes conseguem alcançá-la para a cópula. Geralmente cerca de 10 zangões conseguem consumar o ato, mas certamente morrem, pois seus órgãos genitais ficarão presos no corpo da rainha e esta continuará a copular com quantos zangões forem necessários para encher de esperma a sua bolsa especial chamada espermateca.

Esse é o único voo que a rainha faz em toda sua vida. Ela só sairá da colmeia se o enxame se mudar e ela precisar fazer postura de um ovo para uma nova rainha em outro local. Ela nunca mais fará cópula. Todo esperma coletado neste dia, servirá para fecundá-la durante toda sua vida. Ao voltar para a colmeia, é alimentada e cuidada de muita atenção pelas operárias. Se neste trajeto de volta para casa ela morrer, por alguma razão, a colmeia inteira está condenada ao fim. Após o voo nupcial, a vida da rainha se resume a colocar ovos para formação de novas operárias e liberar hormônios para a coordenação e orientação da colmeia.
A rainha (centro) sendo paparicada por várias operárias.


                                                                     
OS BENEFÍCIOS DA PRÓPOLIS PARA O HOMEM
02/05/2013 - Hebert 

Olá queridos amigos leitores, em nosso segundo post falaremos sobre o Própolis ou a Própolis (as duas denominações são válidas) e os benefícios que esse outro derivado das abelhas pode trazer ao ser humano. Acompanharemos basicamente o mesmo modelo de dissertação do artigo sobre o Mel, tentando abordar de forma simples e clara os pontos chaves e mais importantes sobre o assunto.

Definição
 - A Própolis é uma substância resinosa produzida pelas abelhas através da mistura de sua saliva e de resina, coletada nas gemas das plantas.  A Própolis é encontrada na colmeia, geralmente em estado sólido ou viscoso, tampando pequenos furos, gretas e espaços abertos que possam ser utilizados por fungos, bactérias ou outros insetos para invasão. Sua principal função portanto é a de defesa da colmeia, funcionando como uma vedação contra seus inimigos naturais. Possui na maioria das vezes cor escura podendo variar de acordo com a origem da resina coletada pelas abelhas e utilizada em sua formação.

Própolis extraída in natura.
Como a própolis é produzida pelas abelhas- As abelhas coletam a resina das plantas principalmente nas regiões chamadas de gemas, que nada mais são que as regiões de brotos e ponteiros.  Com a mandíbula e língua realizam a mistura da resina com sua saliva e a estocam momentaneamente na parte de cima das patas posteriores, chamada de corbícula. Após armazenarem a quantidade suficiente de resina, voltam e depositam-na na colmeia, onde outras abelhas adicionam substâncias como cera e pólen formando assim a Própolis e a aplicam nas regiões específicas.

Ação da Própolis na Colmeia
 - Embora já tenhamos citado que a função da Própolis na colmeia é a defesa, cabe-nos explorar um pouco mais como ela age. Além de ser depositada pelas abelhas nas frestas e furos da colmeia com o objetivo de protegê-las da invasão de micro organismos e do frio, a própolis por possuir efeito desinfetante é sempre encontrada na entrada da colmeia, ou seja, por onde as abelhas passam quando entram na caixa. O objetivo da própolis na entrada da colmeia é de  desinfetar as abelhas que estavam no ambiente externo para que não levem para o interior de sua morada micro organismos indesejados, mantendo assim a higiene e a saúde da comunidade. 

Quando um inseto chega a invadir a colmeia, ele é atacado e morto pelas abelhas que o embalsamam em própolis para que não haja a decomposição do corpo, mantendo a colmeia imune de bactérias e micro organismos prejudiciais. Acredita-se que essa ação da própolis já era observada pelos antigos Egípcios  que utilizavam Mel e Própolis para embalsamar seus mortos.
Abelhas aplicando a própolis na colmeia

Tipos de Própolis
- Em um estudo desenvolvido pela UNICAMP classificou-se a Própolis brasileira em  13 (treze) tipos, dos quais 3 (três) tipos recebem maior destaque pelas pesquisas já realizadas e estudo de suas características.

Própolis Verde: 
A sua origem botânica é a vassourinha do campo ou alecrim brasileiro (Baccharis dracunculifolia), encontrado no nordeste do estado de São Paulo e principalmente no sul do estado de Minas Gerais. Muito valorizado no mercado internacional a própolis verde é exportada principalmente para a Ásia onde é utilizado na produção de medicamentos. O preço de venda para exportação da própolis verde, que só existe no Brasil, pode chegar a R$ 140,00 o quilograma atualmente, o que é considerado um bom valor de mercado. Várias linhas de pesquisa são desenvolvidas atualmente em cima da própolis verde tanto no Brasil como no exterior e muitos pesquisadores encontram-se entusiasmados principalmente com sua atuação na prevenção e tratamento do câncer.


Abelha coletando resina no alecrim brasileiro e a produção racional de própolis verde.

Própolis Vermelha: A sua origem botânica é o marmeleiro da praia (Dalbergia ecastophyllum), encontrado principalmente nos manguezais dos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Um das diferenças da própolis vermelha em relação às outras, além da cor, é a presença de uma substância chamada isoflavona, um produto natural com grande de aplicação na indústria de alimentos e farmacêutica.  Muitas pesquisas também estão sendo desenvolvidas com esse tipo de própolis, principalmente no que diz respeito as propriedades antirretrovirais (contra a AIDS), como já foi comprovado em Cuba, e anticancerígenas.

Abelha coletando resina no marmeleiro da praia e a produção racional de própolis vermelha  .

Própolis Preta: É o tipo mais comum de própolis encontrada no Brasil. Sua origem botânica são as plantas no geral, ou seja, em regiões onde não há nenhuma vegetação específica e expressiva, as abelhas coletam a resina de diferentes vegetais, produzindo assim a chamada própolis preta ou silvestre. Sua coloração é escura e geralmente ela é mais viscosa quando comprada a própolis verde, por exemplo. Possui pouco valor de mercado atualmente devido a sua abundância embora possua propriedades medicinais muito eficientes e ainda inexploradas.

Própolis Preta
Composição da Própolis - A composição da própolis varia dependendo da região onde se encontra o apiário. Fatores como clima, tipo de vegetação, excesso ou escassez de água podem provocar mudanças em sua composição, por isso, as quantidades dos compostos presentes são estabelecidas através da média encontrada analisando diferentes porções da própolis no Brasil.

Composição da Própolis - Quantidade - Composto - 45-55%
Resina extraída dos vegetais. - 25-35%
Cera que é adiciona pelas abelhas à Própolis.-10%
Óleos essenciais lubrificantes.- 5%
Pólen- 5%
Ácidos graxos, ácidos orgânicos, vitaminas e minerais.- 5%
Materiais orgânicos como madeira, plantas, etc.

Uma análise mais específica da própolis leva ao reconhecimento de mais de 150 substâncias diferentes que a compõe, cada qual com seu grau de benefício ao ser humano.

Os benefícios da Própolis para o homem 
- A própolis é muito conhecida como antibiótico natural. Toda essa fama não lhe é descabida, na verdade vai corretamente de encontro às suas propriedades terapêuticas já estudadas e comprovadas. A cada dia, no entanto, surgem novas descobertas sobre a própolis e novas indicações para tratamento de diversos males. Vamos conhecer algumas das suas propriedades medicinais e as doenças que ela combate.

Antibacteriana: A própolis é eficiente na destruição de uma vasta gama de bactérias nocivas ao ser humano. Sua eficácia foi comprovada em bactérias Gram positivas (Bacillus brevis, B.polymyxa, B.pumilus, B. sphaericus, B. subtilis, Cellulomonas fimi, Nocardia globerula, Leuconostoc mesenteroides, Leuconostoc mesenteroides, Staphylococcus aureus e streptococcus faecalis) e Gram negativas (Aerobacter aerogenes, Alcaligenes sp., Bordetella bronchiseptica, Escherichia coli, Proteus vulgaris, Pseudomonas aeruginosa e Serratia marcescens) além de  Staphylococcus aureus e Sptreptococcus mutans. As bactérias sucumbem a ação da própolis que com seu conjunto de componentes forma um antibiótico muito eficiente. Possui como vantagem em relação a antibióticos sintetizados em laboratório o fato de as bactérias não desenvolverem resistência à própolis. Por essa sua propriedade é muito indicada no tratamento de doenças como Anginas, amidalites, faringite, laringite, gengivite, estomatites, abcesso dentário, attas, sinusites, bronquites, pneumonias, gripes, rinites, entre outras.

Antiviral: A ação antiviral da própolis é conhecida principalmente pelo seu ótimo efeito contra alguns vírus, tais como: herpes, adenovírus, coronavírus, rotavírus, etc. Por isso sua utilização também é indicada contra doenças como herpes, gripes, resfriados, conjuntivite e dores de garganta.

Antifúngica: A própolis também possui ação antifúngica comprovada sobre dermatófitos, fungos M. canis, T. rubrum, T. mentagrophytes e Scopulariopsis, além de Aspergillus flavus entre outros. Sua ação antifúngica a torna capacitada para o tratamento de problemas de couro cabeludo, micoses em geral, frieiras, a doença popularmente conhecida como pé de atleta, etc.

Anti-inflamatória: A ação anti-inflamatória da própolis foi verificada com eficácia principalmente no tratamento de artrites, artroses e reumatoides  Pesquisas em laboratório chegaram a comparar a ação e eficiência da própolis à ação da substância conhecida  como Diclofenaco que é utilizada no combate a diversos processos inflamatórios.
Antioxidante: A atividade antioxidante da própolis combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento do corpo humano e da mutação do material genético. A presença de compostos fenólicos em sua composição química aponta para sua eficácia como antioxidante. Muitas pesquisas ainda estão sendo realizadas nesse sentido, no entanto, sua ação preventiva  ao envelhecimento celular já foi comprovada.

Anticancerígena: Alguns trabalhos desenvolvidos pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA apontam para atividade anticancerígena importante em alguns tipos de própolis. Os resultados obtidos na pesquisa foram entusiasmadores, quando verificaram que  a própolis foi capaz não só de inibir o crescimento de células cancerígenas quanto de destruir parcialmente as células já existentes. Estudos aprofundados estão sendo realizados nessa linha e as esperanças são muitas quanto a ação anticancerígena da própolis.

Cicatrizante e Regeneradora de Tecidos: A própolis é muito eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras e queimaduras devido a presença de flavonoides e aminoácidos em sua composição.

Anestésica: A ação anestésica da própolis a torna eficiente no combate a dores de garganta, amidalites, dores de dentes, etc. Estudos realizados com extratos etanólicos de própolis levaram a conclusão de que a sua ação anestésica é de 3 a 5 vezes superior que a da cocaína usada como anestésico na prática dental na antiga União Soviética.

Imunoestimulante: A própolis também possui efeito imunoestimulante, ou seja, estimula a produção de células produtoras de anticorpos, fortalecendo assim o sistema imunológico e aumentando a resistência a doenças e infecções.
Modo de usar a Própolis

A própolis é comumente utilizada em solução alcoólica, ou seja, diluída em álcool de cereais, no entanto, existem muitas outras formas de utilizá-la. Hoje em dia, qualquer laboratório ou farmácia de manipulação é capaz de formular e produzir sabonetes, xampus e loções à base de própolis, assim como, própolis em spray, cápsulas, etc.

Obviamente que toda e qualquer utilização de substância, mesmo tratando-se de um fitoterápico, deve ser receitada e acompanhada por um responsável habilitado, no caso um médico ou apiterapêuta, porém, nossa experiência de anos na produção, manejo e utilização da própolis, nos credencia a pelo menos publicar as formas mais utilizadas da própolis em solução alcoólica.

Para crianças: três a cinco gotas três vezes ao dia, diluídas em uma colher de sopa com água sem cloro e sem gás.

Para adultos: vinte a trinta gotas duas a três vezes ao dia, diluídas em uma colher de sopa com água sem cloro e sem gás.

A própolis pode ser misturada ao mel, 
o que ameniza o sabor e a torna quase imperceptível,
 além de proporcionar a potencialização de algumas de suas propriedades terapêuticas.

Para o tratamento de feridas e cortes o ideal é umedecer um algodão no extrato de própolis e passar levemente no local. Um pequeno ardor pode ocorrer devido principalmente ao álcool de cereais. O procedimento deve ser repetido duas ou mais vezes ao dia, deixando o ferimento tampado com gaze.
Para o tratamento de micoses deve-se pingar de 2 a 3 gotas sobre a região adoecida  pelo menos 2 vezes ao dia.

Conclusão
A própolis é uma substância natural, produzida pelas abelhas, que possui várias propriedades terapêuticas, algumas já comprovadas e outras ainda sendo descobertas. No geral utilizamos muito pouco a própolis em nosso dia a dia, principalmente pela falta de conhecimento dos benefícios que ela traz ao ser humano. Muitas de nossas doenças, como as já citadas nesse artigo poderiam ser tratadas apenas com a própolis, proporcionando economia, pois, o seu custo x benefício é muito maior, assim como, evitando os possíveis efeitos colaterais muitas vezes apresentados pelos medicamentos sintetizados em laboratório.


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O acasalamento das Abelhas



O acasalamento das Abelhas

Voo nupcial da rainha
No período de abril a junho, uma semana após a formação completa das asas, a rainha está pronto para acasalar. Então, inicia-se o preparativo para voo nupcial. A abelha rainha muda a alimentação de geleia real para o mel e diminui seu peso corporal. Escolhe um dia quente e ensolarado e após a andança dentro do ninho, sai voando. Em um determinado ponto no céu, os zangões (machos) dos outros enxames ficam revoando à espera da rainha. É notável que tanto a abelha rainha como zangões em cio, não demonstram qualquer interesse dentro do ninho. Após a saída do ninho, durante a revoada é que acontece o acasalamento.


Os zangões morrem depois de cumprir a tarefa.

Geralmente os zangões ficam circulando dentro do ninho sem fazer qualquer atividade e se alimentam pouco, mas no dia do acasalamento, ele se alimenta bastante de mel e sai do ninho à procura da abelha rainha. O acasalamento acontece na forma de o zangão montar na costa da abelha rainha e acontece a cópula. No entanto, os zangões que conseguem a façanha terão morte certa e rápida, pois seus órgãos genitais ficarão presos no corpo da rainha.

A cópula da rainha não é somente uma vez.
A rainha continuará a copular com quantos zangões forem necessários para diminuir a consanguinidade entre zangões do mesmo enxame. Quando não consegue obter espermatozoide suficiente, a rainha repete a revoada nupcial.

A rainha produz os ovos na sua vida inteira
Ao regressar de seu voo nupcial, a rainha começa a a colocar os ovos. Este processo se dá no compartimento onde as abelhas operárias prepararam para esse fim. No pico da postura a rainha põe 1.500 a 2.000 ovos ao dia, isso significa desova de 2 a 3 ovos por minuto. A rainha depois de retornar do acasalamento, com exceção da época de verão e inverno, jamais sairá novamente da colmeia, permanecendo na sala de postura, botando ovos diariamente até aproximar a sua morte.


Fontes:
www.apiariomelbee.com.br - Licença padrão do YouTube
http://diariodebiologia.com/2010/04/a-vida-da-abelhahttps://www.3838.com/portuguese/mitsubachi_park/lifestyle/marriage.html-rainha-na-colmeia/

domingo, 18 de outubro de 2015

O PÓ DE FADAS DA AMAZÔNIA





O Universo: A Terra  vista do Espaço - 92 min.


 
A Origem do Planeta Terra - 92 min.

Planeta Azul - 13 min.

Amazonas - Parte 1 - 26 min.


O pó de fadas da Amazônia

O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Antonio Nobre, revela os cinco segredos da floresta amazônica e alerta sobre o perigo de seu desmatamento.



O cientista brasileiro Antonio Nobre. / PABLO CORREA

RAMIRO ESCOBAR LA CRUZ Lima 
23 AGO 2014 - 14:50 BRT

Ele foi o primeiro a falar no III Encontro Panamazônico realizado em Lima, nos dias 6 e 7 de agosto. Tem um discurso apaixonado e uma qualidade um tanto rara para um cientista: sabe combinar dados com histórias, explicação com emoção. Antonio Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), conta nesta conversa qual é a mágica da Amazônia, em que consistem seus segredos e por que as mudanças climáticas e o desmatamento a ameaçam seriamente...

- Já estamos no ‘Dia depois de amanhã’ das mudanças climáticas? Estamos em uma situação bastante grave. A ponto de a comunidade científica, que não costuma concordar entre si, ter formado um bloco com uma convicção homogênea sobre o assunto. As mudanças climáticas não são mais só uma projeção.

- E como essa situação de gravidade se manifesta na Amazônia? No desmatamento, que remove a capacidade de a floresta se manter. Ela conseguiu se manter por milhões de anos, em condições adversas. Mas hoje sua capacidade está reduzida. Antes havia duas estações na Amazônia, a úmida e a mais úmida.

- Que eram facilmente reconhecíveis. Agora temos uma estação úmida moderada e uma estação seca. E a seca tem um efeito muito perverso. Porque quando não chove as árvores se tornam inflamáveis. O fogo entra e já não existe mais uma floresta tropical.

Os jatos verticais e o pó de fadas

- Apesar de tudo, a Amazônia ainda guarda cinco segredos. É algo que os povos indígenas sempre souberam e que a nossa civilização não percebeu. Mas, nos últimos 30 anos, a Ciência revelou esses cinco segredos. O primeiro é como a floresta Amazônia mantém a atmosfera úmida mesmo estando a 3.000 quilômetros do oceano...

- ...E fazer com a que a chuva chegue até a Patagônia. E aos Andes, por 3.000 ou quase 4.000 quilômetros. Outras partes do mundo que estão longe do oceano, como o deserto do Saara, não recebem água. Mas na América do Sul não há esse problema, e isso se deve ao primeiro segredo: os jatos de água verticais.

- E qual é o segredo desse segredo? É que as árvores da Amazônia são bombas que lançam no ar 1.000 litros de água por dia. Elas a retiram do solo, a evaporam e a transferem para a atmosfera. A floresta amazônica inteira coloca 20 bilhões de toneladas de água na atmosfera a cada dia. O rio Amazonas, o mais volumoso do mundo, joga no Atlântico 17 bilhões de toneladas de água doce no mesmo intervalo de tempo.

- É incrível. Como isso foi descoberto? Fazendo medições. Com torres de estudo, com satélites que detectavam esse transporte de vapor d’água, que é um vapor invisível.

- Produzido pelas árvores quase que por magia. A magia vem no segundo segredo. Como é possível que caia tanta chuva, se o ar da Amazônia é tão limpo, já que o tapete verde cobre o solo? O oceano também ter um ar limpo, mas não chove muito sobre ele. Nós, cientistas, desvendamos um mistério.

- Qual? Para formar uma nuvem de chuva, que são gotas de água em suspensão, é preciso transformar o vapor baixando a temperatura. Mas se você não tem uma superfície de partículas, sólida ou líquida, para gerar essas nuvens, o processo não começa.

“A floresta amazônica coloca 20.000 milhões de toneladas de água na atmosfera por dia”
- Então o que é que a floresta faz? Produz o que chamamos de pó de fadas. São gases que saem das árvores e que se oxidam na atmosfera úmida para precipitar um pó finíssimo que é muito eficiente para formar chuva.

- Parece uma fábula. É que a floresta manipula a atmosfera constantemente e produz chuvas para si própria, uma coisa quase mágica. Os gases saem das árvores. São como perfumes e se volatilizam.

- Uma espécie de grande fragrância sustentável. É um oceano verde, diferente do azul. O azul não tem esse mecanismo porque carece de árvores. Tem as algas, que produzem um pouco, mas não como o verde.

A bomba natural e os rios voadores
- Vamos ao terceiro segredo. Vamos. Na Amazônia, o ar que vem do hemisfério norte cruza do Equador, entra e vai até a Patagônia. Até lá chega esse ar úmido, que vem do Atlântico equatorial.

- Com os ventos alísios. Sim, com os ventos alísios que trouxeram as caravelas dos europeus, há 500 anos. Mas os alísios do oceano sul sopram para o norte. O que faz esses ventos irem contra a tendência de circulação global? Dois físicos russos com quem eu colaboro responderam a essa pergunta ao estudar o efeito do vapor dos jorros verticais amazônicos.

- Mais uma vez os jatos verticais. Eles descobriram que, pela física fundamental dos gases, essas condensações de vapor puxam o ar dos oceanos para dentro do continente e criam uma espécie de buraco de água. É como uma bomba natural. A floresta traz sua própria umidade do oceano.

“Onde há florestas não há seca, nem excesso de água, nem furacões, nem tornados. É como uma apólice de seguros”
- E ainda tem mais... O quarto segredo é a transferência dessa umidade amazônica para outras regiões: os Andes no Peru, os páramos da Colômbia... Se você olhar o mapa do mundo, vai descobrir que existe um cinturão úmido que passa pelo Equador, pela África e pelo sudeste asiático.

- É a linha do Equador. Sim, mas é na linha dos trópicos, o de Câncer ao norte e o de Capricórnio, ao sul, que estão todos os desertos. O do Atacama, no Chile, o da Namíbia, na África. Mas essa área que concentra 70% do PIB da América do Sul - que vai de Cuiabá a Buenos Aires, de São Paulo aos Andes – é úmida! Apesar de estar na linha dos desertos.

- E qual o mistério dessa área? Chama-se rios voadores. É uma grande massa de ar úmido bombeada pela Amazônia contra os Andes, que são uma parede de mais de 6.000 metros de altura. É assim que essa massa chega a áreas onde deveria haver deserto. Por isso chove na Bolívia e no Paraguai.

- Falta, finalmente, o quinto segredo. O quinto segredo é que, se você colocar em um gráfico todos os furacões que já aconteceram na história – e a NASA já fez isso – na região das florestas equatoriais não há nenhum deles. E essa região é a que tem mais energia porque a radiação solar é muito intensa.

“O sistema terrestre é um organismo e está muito doente"
- Deveria haver ciclones, como na Índia e no Paquistão. Eles não existem porque o topo da floresta, onde estão as copas das árvores, é áspero e faz com que os ventos sejam obrigados a dissipar sua energia, o que acalma a atmosfera.

- Mas ocorrem tempestades. Claro, mas elas não costumam ser destruidoras. Onde há florestas não há secas, nem excesso de água, nem furacões, nem tornados. É como uma apólice de seguros contra os fenômenos atmosféricos extremos.

A guerra contra a ignorância
- Agora esses cinco segredos estão em risco... O problema se chama desmatamento. Se tirarem a metade do fígado de um bêbado, vai ser difícil para ele lidar com o álcool. É isso o que está acontecendo com a Amazônia. Estamos retirando um órgão do sistema terrestre.

- Então a Amazônia não é o pulmão, mas sim o fígado do planeta? É o pulmão, o fígado, o coração... É tudo! Essa bomba natural da qual falei é um coração que pulsa constantemente. O pó de fadas também funciona como uma vassoura química contra substâncias poluentes, como o óxido de enxofre. O melhor ar é o da Amazônia.

- E, apesar disso, continuamos destruindo a floresta. Se você chega com uma motosserra, com um trator ou com fogo, a Amazônia não pode se defender. As intervenções do homem podem ser benéficas, como na medicina, mas também terríveis, como a motosserra. Por isso eu proponho um esforço de guerra.

- No que consistiria esse esforço? Seria uma concentração de forças para resolver um problema que ameaça tudo. Hoje a ciência nos permite saber que a situação é gravíssima. E o que eu proponho é lutar contra a ignorância, o principal motivo da destruição da floresta amazônica.

- Parece que as prioridades mundiais são outras. Em 2008, os bancos foram salvos em 15 dias. Foram gastos trilhões de dólares nisso. A crise financeira não é nada comparada à crise ambiental.

“A ciência hoje nos permite saber que a situação é gravíssima. Temos que lutar contra a ignorância”
- O que está acontecendo? Estamos embriagados com a civilização? É uma embriaguez primitiva. Quando você vai ao médico e ele diz que você tem uma doença em estágio avançado, o que você faz? Continua fumando? O sistema terrestre é um organismo e está muito doente. A parte contaminante é a parte mais degenerada do ser humano.

- Podemos curar a Amazônia dessa doença? Eu acredito que se tivermos uma capacidade semelhante à que tivemos para salvar os bancos, sim. Porque a floresta tem um poder de regeneração impressionante.

- E, além disso, ela deveria ser importante para todo o mundo. A atmosfera tem uma coisa chamada teleconexões. Um modelo climático pode demonstrar que as mudanças na Amazônia vão afetar os ciclones na Indonésia.

- Então, o maior segredo é acordar... E saber que o que fazemos agora é determinante. As gerações posteriores vão sofrer com as más escolhas de hoje. A geração que está na Terra hoje tem nas mãos os comandos de um trem que pode ir para o abismo ou uma oportunidade para se viver muito mais.



Fontes:
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http://brasil.elpais.com/brasil/2014/08/14/sociedad/1408010925_555437.html

terça-feira, 6 de outubro de 2015

COP 21 DA ONU PLANEJA APODERAR-SE DA SOBERANIA SOBRE A AMAZÔNIA


Aliança pelo Clima e Uso da Terra
- As metas do Brasil para acordo em Paris
Analises da mídia - 164 min


COP21 da ONU Planeja Apoderar-se da Soberania sobre a Amazônia

quarta-feira, 30 de setembro de 2015 | 

No marco da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, reunir-se-á de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015 em Paris a denominada COP21 (Conference of the Parties).

Ela reunirá as delegações oficiais de quase todos os países do mundo com vistas a aprovar um projeto de governo planetário para combater o aquecimento global e outros espantalhos considerados inexistentes por cientistas objetivos.

O plano já foi tentado em algumas das reuniões anuais precedentes, mas não teve sucesso. As COPs são conferências eminentemente políticas, e em Paris os movimentos ambientalistas e socialistas pretendem fazer aprovar uma mal definida “governança mundial”.

Essa “governança” visaria assumir o controle do mundo corroído pela corrupção e instalar um regime de tipo científico cooperativista com o pretexto de “salvar o planeta” do “aquecimento global gerado pelo homem”. 

Com algumas tarefas já definidas nos cenáculos ativistas verdes, nessa “governança” destaca-se prioritariamente o plano de submeter toda a região amazônica a uma administração “científica”, incluindo o território dos países que detêm soberania sobre ela.

Em poucas palavras, o Brasil perderia a soberania sobre uma parte essencial e imensa de seu território.

Essa soberania vem sendo sorrateiramente minada por múltiplas iniciativas nacionais promovidas pelas esquerdas tupiniquins, mas muito aplaudidas pelas esquerdas ambientalistas do mundo inteiro.

Sobre uma dessas recentes iniciativas falou o comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, em audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. O objetivo primário da audiência foi analisar o controle de fronteiras e o combate ao tráfico de drogas e armas na região.
A imensa dimensão do 'Corredor Biológico Andes - Amazonas - Atlântico' ou AAA.

Na ocasião, o general destacou a necessidade de se prestar maior atenção na atuação das ONGs internacionais que operam no País. Com grande conhecimento de causa, ele ressaltou a ameaça representada pelo projeto do “corredor ecológico” proposto pelo governo da Colômbia.

De acordo com Villas Bôas, os militares estão apreensivos com situações que restringem a autoridade do País sobre seu território, bem como sobre questões estratégicas para o desenvolvimento da região, fundamental para atender às aspirações dos brasileiros – em especial os da população da Região Amazônica.

A proposta denunciada é conhecida como “Corredor Triplo A” e foi apresentada pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ao Congresso de seu país.

Ela visa a criação de uma zona de preservação ecológica que iria dos Andes até o Oceano Atlântico. Se implementada, poderá “esterilizar” 1,35 milhão de quilômetros quadrados dos territórios da Colômbia, Brasil e Venezuela.

A intenção é apresentar o projeto para análise da COP-21 acima mencionada, já podendo ter como garantida sua aprovação por lobbies de pressão ambientalista que trabalham ativamente para esse fim.

O general lembrou que a Amazônia representa 62% do território brasileiro e a eventual criação do “corredor” inviabilizaria a exploração de recursos naturais avaliados em mais de 23 trilhões de dólares, como reservas de minérios raros e biodiversidade.

Como há décadas afirmou o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, lembra nosso blog, a soberania é plena ou não é soberania. Não existe soberania parcial, ou condicionada. 

Se um outro país, ou um conjunto de países, vem dizer o que o Brasil tem que fazer em mais de 60% de seu território, não adianta que eles apresentem distingos jurídicos ou científicos sofisticados: atentam contra a soberania brasileira.

Se eles conseguirem essa meta, vão amputar o Brasil. E isso é totalmente inadmissível.

Vilas Bôas aproveitou para se posicionar contra as propostas de manter os recursos naturais amazônicos “congelados” para sempre e disse que é possível conciliar a preservação ambiental com o uso racional das riquezas da região.

Para ele, tal condição configura um “déficit de soberania” produzido por ONGs misteriosas: “Esse déficit de soberania, esse processo todo é como combater fantasmas, porque a gente não sabe de onde vêm, o que são, o que fazem e quais são os seus objetivos, mas o resultado geral a gente pode verificar (Agência Senado, 16/07/2015).”

Como explicou o comandante do Exército, a proposta do “Corredor Triplo A” foi concebida pela ONG britânica Gaia International, cuja filial colombiana é a Fundación Gaia.

Além disso, Villas Bôas também criticou o modelo atual de demarcação de terras indígenas na Amazônia, inclusive em áreas com forte concentração de riquezas minerais:

Não sou contra unidades de conservação em terras indígenas. (…) mas temos que compatibilizar esse objetivo com a exploração dos recursos naturais”, disse

E observou que a falta de projetos permitindo que a exploração das riquezas naturais amazônicas seja feita de forma organizada e com fiscalização tem provocado o contrabando ilegal desses mesmos recursos.

Como exemplo, citou o caso da exploração ilícita de diamantes cor-de-rosa em terras indígenas de Rondônia, que continuam sendo extraídos e exportados sem qualquer controle.

Isso é uma hemorragia; são riquezas que o país perde, que saem pelas estruturas de contrabando, e o país não se beneficia em nada com isso”, questionou.

O comandante também expôs a situação do narcotráfico na região amazônica, e observou que o Brasil é usado como corredor de passagem de cocaína para o exterior, por fazer fronteira com os três maiores produtores da droga no mundo: Colômbia, Peru e Bolívia.

Villas Bôas informou que foram identificadas e destruídas pequenas plantações de coca no interior de nosso território, e que há informações da ação de traficantes brasileiros e mexicanos na Amazônia:

Já foi detectada a presença de cartéis mexicanos, aqui, na Colômbia e no Peru. O cartel mexicano tem um modus operandi extremamente violento, e essa violência já começa a transbordar para o nosso lado.”
Logo da COP-21 sob enganosos véus científicos 
poderá ser vibrado um golpe de morte à soberania brasileira.

Já o tráfico de armas é mais presente em fronteiras no Sul do país, afirmou.

Para proporcionar um monitoramento mais efetivo das fronteiras, principalmente na Amazônia, está sendo implantado o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), desenvolvido pelo Exército e composto de sistemas de comunicação, radares e veículos aéreos não tripulados (Vants), com 70% de tecnologia nacional.

O sistema começou a ser implantado em Mato Grosso, com previsão de conclusão em todo o País para 2023, embora possa haver atrasos, devido aos cortes orçamentários do governo federal, observou Villas Bôas.

O sistema pode recuperar o investimento realizado em dez anos, contribuindo para uma economia de mais de R$ 13 bilhões em gastos com segurança, nesse período.

É de extrema relevância que uma autoridade com a responsabilidade do comandante do Exército venha a público para denunciar o caráter danoso do radicalismo ambientalista-indigenista de ONGs internacionais que há mais de duas décadas colocaram o Brasil na sua alça de mira.

Entrementes, o dano causado pela atividade delitiva dos carteis do contrabando e do narcotráfico pode ser largamente agravado por decisões no sentido do plano denunciado e que circulam não só na ONU, no CIMI e nas ONGs, mas na cúpula do governo federal.

Todas essas instâncias verde-vermelhas preparam propostas que serão apresentadas na COP-21, talvez sonhando colocar o Brasil entre a espada e a parede.

Mas eles não sabem com quem estão lidando.
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Fontes: http://www.anovaordemmundial.com/2015/09/cop21-da-onu-planeja-apoderar-se-da-soberania-sobre-a-amazonia.html#ixzz3nn9V0hVk - Licença padrão do YouTube